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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Juristas apontam "marcha para o autoritarismo" de Lula

Juristas afirmaram que o governo Lula demonstra estar no caminho do autoritarismo ao criticar veículos de mídia e desrespeitar as instituições, durante ato pela democracia e a liberdade de imprensa realizado nesta quarta-feira no Largo de São Francisco, no centro de São Paulo. O momento mais importante do ato foi a leitura de um manifesto no parlatório do largo, um tradicional local de manifestações pela democracia. O texto foi lido pelo advogado Hélio Bicudo, que foi um dos fundadores do PT e deixou o partido em 2005. De acordo com o manifesto, "é intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais" e "é inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos". Antes de fazer a leitura do texto, Bicudo afirmou que o presidente Lula "tenta desmoralizar a imprensa e todos aqueles que se opõem ao seu poder pessoal" e que "estamos à beira do perigo de um governo autoritário, que vai passar por cima, como já está passando, da Constituição e das leis". Participaram do ato, entre outras personalidades, os ex-ministros da Justiça José Gregori, Miguel Reale Júnior, José Carlos Dias e Paulo Brossard, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, e o rabino Henry Sobel.

Manifesto em Defesa da Democracia

Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.
É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.
É inaceitável que militantes partidários tenham convertido órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.
É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.
É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade.
É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado.
É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.
É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.
É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.
Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para ignorar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.
Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.

Dois novos casos com parentes atingem o Palácio do Planalto

"A Grande Família"
Os institutos começaram a corrigir as suas margens de erro. Não é à toa que eles passaram a fazer pesquisas praticamente diárias. É a forma de preservar o seu prestígio. Mais três ou quatro pesquisas com queda de um a dois pontos e Dilma vem para o patamar de 44%, Serra sobe para 36% e Marina Silva estabiliza ali entre 10% e 14%. Os levantamentos de tracking estão indicando, há mais de uma semana, o segundo turno. Dilma está em queda, a boneca inflou demais, flutuou e agora começa a vazar. Não há nada que possa segurar a candidata em meio a tantos escândalos. E Lula e o PT não param de gerar novos fatos que escancaram o que seria um governo da Dilma, José Dirceu, Franklin Martins e outros. Teremos segundo turno. Para desespero de alguns blogueiros, colunistas e comentaristas "isentos" que já davam a eleição como favas contadas.



Eleições 2010: O segundo Turno está garantido

"Nem mesmo Cristo querendo, me tira esta vitória" Dilma Rousseff


Os institutos começaram a corrigir as suas margens de erro. Não é à toa que eles passaram a fazer pesquisas praticamente diárias. É a forma de preservar o seu prestígio. Mais três ou quatro pesquisas com queda de um a dois pontos e Dilma vem para o patamar de 44%, Serra sobe para 36% e Marina Silva estabiliza ali entre 10% e 14%. Os levantamentos de tracking estão indicando, há mais de uma semana, o segundo turno. Dilma está em queda, a boneca inflou demais, flutuou e agora começa a vazar. Não há nada que possa segurar a candidata em meio a tantos escândalos. E Lula e o PT não param de gerar novos fatos que escancaram o que seria um governo da Dilma, José Dirceu, Franklin Martins e outros. Teremos segundo turno. Para desespero de alguns blogueiros, colunistas e comentaristas "isentos" que já davam a eleição como favas contadas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A candidata mais idosa, segundo o TSE, 92 anos

Dalva do Nascimento mais se aproxima do avesso de uma candidatura. Ela subestima suas capacidades, não faz campanha, passa longe das promessas, nem sonha em eleger-se, identifica-se com o passado e aferra-se à ideologia, fiel ao mesmo partido há quase oito décadas. E, para o cúmulo do inusitado, é, aos 92 anos, a candidata mais idosa das eleições de 2010, conforme estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Vencida pela insistência do PCB, ela aceitou concorrer a segundo suplente de senador, repetindo sua estreia eleitoral de 2006. "Em obediência ao meu partido, mas eu nunca quis ser nada, meu senhor. Eles pelejaram", garante, em conversa com Terra Magazine - "Não é a Globo não, né?".
Porém, Dalva encontra motivos para a empreitada: "Para mostrar aos brasileiros, para mostrar o nacionalismo, para mostrar a brasilidade". Vitória, não cogita. "Nããããão, não estou pensando isso não. É só o susto na direita. Está tudo apavorado, com medo. Já pensou se Ivan Pinheiro ganhar, hein?", pesca o nome pecebista entre os nove atuais presidenciáveis, para, em seguida, admitir que não há possibilidade de sucesso dele: "Nenhuma, brincadeira isso".
Ainda assim, ela crê que vale a pena: "Não tem (chance), mas, para atrapalhar o Serra, temos, né? E a esquerda tá dando susto na direita. Eles têm que mudar, têm que ver que a esquerda não tem homens incompetentes como eles pensam. Porque eles pensam que comunista é só gentinha".
Nascida em 2 de julho de 1918, na mineira Prata, Dalva cresceu na vizinha Uberlândia. Encantou-se com leituras socialistas na adolescência, sob ideais de reforma agrária, educação e saúde para todos, influenciada por amigos e pelo irmão Zé do Garça, que a conduziu ao PCB. Para filiar-se, aos 15 anos, precisou cumprir uma missão ditada por médico comunista, ainda mantida em sigilo, cerca de 80 anos depois. "Ah, não conto. Ah, eu não quero dar nome".

Foto de divulgação de Dalva do Nascimento no site do TSE

Embora mantenha-se completamente atualizada pelo noticiário, Dalva exala um singelo anacronismo, mas por convicção. "Não nos enganamos porque hoje, amanhã ou depois de amanhã, depois que eu morrer, o socialismo será o vitorioso. Se Deus quiser. Dentro da dialética, né? Porque Deus, pra mim, é a natureza. Quem é que viu Deus a não ser pela criação Dele? Vimos Jesus, o maior comunista da Terra", prega.
O que ela duvida é da recente declaração atribuída a Fidel Castro de que o modelo econômico cubano já não serve ao próprio país. "Ah, ele não falou nada disso. O jornalista americano foi que não entendeu. Ah, ele não ia falar aquilo não. Ah, que é isso? Um país que não tem analfabeto... Tem gente passando fome porque os coitados não têm direito de comprar, de comerciar com ninguém (devido ao embargo)", argumenta. E lamenta a decadência do apoio soviético: "Calamidade o que esse (Mikhail) Gorbatchev fez com o regime da Rússia. Foi uma barbaridade".
Ela, entretanto, entende que a política se modificou. "O tempo muda. Não é aquele partido passado. E eu fui criada no verdadeiro partido", diz. "O interesse do partido, não resta a menor dúvida, é a melhoria do povo", resgata a tese aparentemente desprezada. "O PT é imenso. Mas por quê? A troco de cargo. Não quero isso não".
A senha
Solteira, sem filhos naturais, Dalva adotou Nazira, graduada em Letras e recém-aposentada, outra pecebista. Sua irmã Maria das Dores, de 94 anos, também milita. Não à toa, a residência delas ainda recebe reuniões do partido no Distrito Federal.
"Em Uberlândia, nossa casa era casa de guerra. Era para receber os companheiros. Ele chegava, batia, dizia a senha para entrar, dava o nome de guerra", rememora Dalva, que guarda em segredo a palavra mágica. "Não dou não, eles podem estar usando por aí... Sou muito precavida, adoro meu partido. Fiquei jovem dentro dele. Estou envelhecendo, eu não senti a velhice".
Suas referências etárias são bastante particulares. Ela afirma, por exemplo, que sua mãe "morreu cedo, ia fazer 85 anos, a irmã dela morreu com 108". Cada uma teve oito filhos.
Os maiores percalços da idade maltrataram Dalva só recentemente. "Na primeira quinzena de abril, no ano passado, sofri um derrame. Na segunda quinzena, já estava de bengala, pegando ônibus. Este ano, sofri outro pior, quase não posso andar sozinha", conta, sempre se desculpando por eventuais problemas de audição e fala, apesar de se comunicar perfeitamente. Ela também avisa que está "um pouco esquecida", mas mostra-se completamente lúcida, lembra-se de detalhes, datas e fatos históricos com exatidão.
É minuciosa sua reconstituição de encontros com Juscelino Kubitschek, então presidente da República. "Em 1958, ele passando por Uberlândia, num sábado, eu parei o carro dele, abri os braços na frente do jipe. Ele parou, desceu e veio conversar comigo, me convidou para vir a Brasília, que estavam fazendo. Eu falei que não, que minha mãe não ia deixar", narra.
Na segunda vez, ele a persuadiu. "Fui trabalhar pro PSD (Partido Social Democrático), acertei as contas direitinho, ele passou lá outra vez e lhe falaram: 'Temos uma nova contadora'. Eu estava lá para apresentar as novas contas, ele pegou no meu braço e disse: 'Menina, vamos comigo para trabalhar no meu escritório'. Eu disse pra ele: 'Ah, presidente, minha mãe não deixa. Mas eu vou, o senhor pode esperar que eu vou'."
Por causa dos "ordenados baixos" no Triângulo Mineiro, ela resolveu aceitar o convite de um amigo e migrou para o Planalto Central. "No dia 26 de julho de 1960", crava. "Tá tudo guardadinho na cabeça". Quando chegou, era uma dos três únicos contadores da capital federal.
Dalva trabalhou até os 81 anos, somando 56 na área de contabilidade. "Atualmente, não sou nada, estou curtindo doencinha, né?", lamenta. Na época de estudante, lavava roupa para aumentar a renda familiar. "Tenho muito orgulho disso".
Somente em 1989, ao pendurar de vez a calculadora, ela passou a se dedicar mais à política. "Eu não me entreguei toda pro partido, aqui em Brasília, antes dessa data".
Seus compromissos não acabaram. "Dia 17, vou a um congresso no Rio Grande do Sul, a Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas) faz questão de me levar", anima-se. "Sou tesoureira do Partido Comunista Brasileiro e presidente fiscal da associação dos aposentados".
Vergonha
Os recentes escândalos envolvendo o governo e deputados do Distrito Federal não escapam dos comentários da candidata nonagenária. "Na capital da República, a gente ver uma vergonha desta...", indigna-se.
Ela mesma muda o rumo da prosa: "Que tal aquelas prisões lá no Amapá, aonde o José Sarney foi buscar eleitores, hein? Ah, estou rindo à toa, estou gostando. A mãozinha dele andou por lá. É nestas coisas que a gente tem que prestar atenção".
O governo Lula lhe causa certa divisão. "(O País) melhorou um pouquinho pro operário, não vou falar que não. A inflação acabou. A dívida externa está quase paga, ainda tem um rabinho. De fato, a pobreza diminuiu um pouquinho no Brasil, tem muita gente que deixou de ser pobre. Graças ao Lula", analisa.
Outros aspectos também balizam suas opiniões. "O Brasil nunca esteve tão bem internacionalmente como está. E mesmo aqui dentro. A Petrobras, que beleza! A Vale do Rio Doce, apesar de Fernando Henrique ter vendido metade das ações. Petrobras também, quase que ele privatiza. O Lula, não; ele é nacionalista".
Para Dalva, é real a ameaça do imperialismo americano. "A Colômbia está se tornando uma praça igual a Israel, aqui na América do Sul. Contra quem é isso? Contra a Venezuela e o Brasil".
Porém, ela preserva uma distância do elogiado presidente. "Não, Lula não se diz esquerda. Não. Ele governou, o tempo todo, em cima do muro. Não nego parte do governo dele. Não está fazendo nada por nós, aposentados, por exemplo. Collor começou a nos destruir, e ele conservou. Fernando Henrique nos chamou até de vagabundos", expõe suas mágoas.
E este é um assunto fundamental a Dalva. "Aposentei-me em 7 de junho de 1971. Com sete salários (mínimos). Um bom salário, mas muito menos do que antes. Ora, nesta idade de 92 anos, recebendo isso, eu viveria bem. Não viveria com tanto sacrifício como passei numa época da vida", reclama.
A experiência de contadora lhe permite questionar as condições laborais no País. "Criou-se o Fundo de Garantia pra quê? Pra derrubar o tempo de serviço dos trabalhadores", brada a pecebista. "A CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) precisa de uma reforma, mas não destruindo os direitos do trabalhador. Está uma verdadeira escravidão. O ranço da escravidão não acaba. O trabalhador do Brasil é muito sacrificado. E onde já se viu criança trabalhando? Quando isso vai acabar?".
Dalva, aliás, além de descender de escravos, conviveu com vários negros libertos em Minas Gerais. Sente saudade daquele núcleo: "Era um verdadeiro comunismo". As lembranças da infância resistem. "Tenho na minha cabeça até hoje algumas coisas dos cantos deles. Aquelas paneladas de comida. Era uma beleza".
Quando foi registrada, "no tempo da escola, aos 12 anos", ela recusou sobrenome de "dono de escravo" e escolheu se chamar "Dalva do Nascimento", embora os irmãos sejam "Andrade".

Caetano Veloso: Lula é um golpista como Getúlio e Perón

O compositor e cantor Caetano Veloso classificou como "golpista" a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao dizer que é preciso extirpar o DEM da vida pública nacional. Já o candidato à presidência, José Serra (PSDB), para o músico é "burro", por ter tentado associar seu nome ao do petista no início do horário eleitoral.As declarações do artista - que já manifestou preferência pela candidata Marina Silva (PV) e apareceu no programa do partido pedindo votos para ela - foram dadas em entrevista à uma emissora de rádio em Santo Amaro, onde esteve para comemorar o aniversário de 103 anos da mãe, Dona Canô."Não pode. O povo brasileiro não pode ouvir isso (Lula dizer que o DEM deve ser extirpado) e não reclamar. E se uma pessoa da imprensa reclamar vem um idiota dizer que a imprensa é golpista. Golpista é dizer que precisa destruir um partido político que existe legalmente.O presidente da República não tem o direito de dizer isso", criticou Caetano.O cantor cobrou, ainda, explicações sobre a quebra ilegal de sigilo fiscal na Receita Federal, que atingiu pessoas ligadas ao PSDB e a José Serra. E exaltado, também criticou Serra por ter tentado vincular sua imagem à do presidente. "Serra é um idiota que apareceu com Lula, querendo dizer que tá do lado, que é igual a Lula. É burro", afirmou o artista baiano.Questionado sobre o atual momento político, Caetano disse enxergar risco de um populismo perigoso em torno do presidente Lula e sua candidata Dilma. "É como se fosse assim uma população hipnotizada. As pessoas não estão pensando com liberdade e clareza", analisou.Para ele, a aprovação a Lula é acrítica e isto é um atraso que remete aos anos 40 e 50, quando a América Latina teve lideranças populistas como Getúlio Vargas no Brasil e Perón (Juan Domingo Péron) na Argentina. "É um atraso. O Brasil não podia estar mais nessa", concluiu.

Esta mulher diz que foi namorada de Dilma por mais de 15 anos

"Dilma Rousseff é Lésbica, mas nunca quis assumir nosso romance publicamente"
A declaração é de Verônica Maldonado, uma doméstica que afirma ter tido um longo romance com a atual candidata à presidencia da república, Dilma Rousseff.
"Nos relacionamos durante mais de quinze anos, mas quando surgiu essa oportunidade em Brasília, ela nunca mais quis saber de mim"
Verônica afirma possuir fotos, cartas e outros documentos que comprovam a relação duradoura e pretende pleitear na justiça o direito à uma pensão mensal.
"Afinal nós tivemos um relacionamento durante mais de qinze anos, período em que deixei de trabalhar, estudar, apenas para ficar com ela. Acho que tenho direitos como qualquer outra mulher!"
Segudo o advogado de Verônica, Dr Celso Langoni Filho, a possibilidade de ganho de causa é concreta, uma vez que sua cliente é capaz de comprovar a existência de uma relação estável e duradoura. Ele cita o caso da Justiça de Pernambuco, que tomou uma decisão inédita este mês ao reconhecer a união estável de duas lésbicas para fins de pagamento de pensão.
"A decisão da juíza Paula Maria Malta, da 11ª vara da família e registro civil da capital pode abrir jurisprudência para que outros juízes sigam o parecer" Afirma Celso Longoni.
Em sua decisão, a juiza alegou que o artigo 226 da Constituição diz que a família é um bem da sociedade e que tem proteção especial do estado. A lei se refere ao elacionamento entre homem e mulher, mas não fala em pessoas do mesmo sexo



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dilma é a Chefe do escândalo da Casa Civil de Lula

Uma empresa de Campinas confirma que um lobby opera dentro da Casa Civil da Presidência da República e acusa filho da ministra Erenice Guerra de cobrar dinheiro para obter liberação de empréstimo no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Interessada em instalar uma central de energia solar no Nordeste, a EDRB do Brasil Ltda. diz que o projeto estava parado desde 2002 na burocracia federal até que, no ano passado, seus donos foram orientados por um servidor da Casa Civil a procurar a Capital Consultoria.  Trata-se da firma aberta em nome de um dos filhos de Erenice, Saulo, e que foi usada por outro, Israel, para ajudar uma empresado setor aéreo a fechar contrato com os Correios - primeiro negócio a lançar suspeitas de tráfico de influências no ministério. Graças à mediação da Capital, representantes da EDRB disseram em entrevistas gravadas à Folha ter sido recebidos em audiência oficial por Erenice na Casa Civil, em novembro, quando ela exercia o cargo de secretária-executiva e a titular do ministério era a hoje candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

CONDIÇÕES
Nos dois meses seguintes, por meio de reuniões em Brasília, com a participação de Israel Guerra, telefonemas e e-mails, a EDRB afirma ter sido informada das condições impostas pela Capital para que um financiamento de R$ 9 bilhões do BNDES, em três parcelas, enfim saísse. Os termos, segundo a empresa de Campinas, incluíam seis pagamentos mensais à Capital de R$ 40 mil e uma comissão de 5% sobre o valor do empréstimo. Segundo o relato, haveria também um repasse de R$ 5milhões para supostamente ajudar a campanha da eleição de Dilma.  "Não aceitamos pagar nada. Temos investidores, empresas que querem construir, gerar alguma coisa, e não criar vagabundos dessa forma", disse à Folha Rubnei Quícoli, consultor da EDRB que fez os contatos com a Casa Civil e com a Capital. "Nos foi apresentada uma minuta de contrato.  A gente contrataria uma empresa para fazer o acompanhamento jurídico do negócio todo. A empresa do filho da dona Erenice. Olhei os valores e disse: 'Bom, para fazer acompanhamento jurídico desse troço, a gente não concorda pagar isso'. E aí o negócio terminou", confirmou Aldo Wagner, sócio da EDRB.  Quícoli, 49, encaminhou à Folha documentos e cópias de e-mails que, segundo ele, corroboram as afirmações. Uma das mensagens, de 15 de dezembro e endereçada aos donos da EDRB (Aldo e Marcelo Escarlassara), traz a minuta encaminhada pela Capital, que indica como seu procurador o empresário Adriano da Silva Costa. O contrato pede pagamento de R$ 240mil em seis prestações mensais e uma "comissão de sucesso" de 5% sobre o empréstimo, o equivalente a R$ 450 milhões. O acordo tem estrutura e redação similares ao que a Capital havia encaminhado para intermediar a renovação de contrato da empresa aérea MTA com os Correios.

AUDIÊNCIA
A Folha obteve também a troca de e-mails entre a Casa Civil e o consultor da EDRB, com vistas a marcar a audiência oficial com Erenice. O encontro ocorreu às 17h de 10 de novembro no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), em Brasília, que na época era a sede da Presidência. A Casa Civil confirmou a reunião ontem, mas informou que Erenice não participou. Quícoli e Aldo Wagner sustentam, no entanto, que ela participou.  Dizem que ela não intercedeu em favor do filho nem pediu dinheiro. Segundo eles, ela ouviu sobre o projeto e se propôs a fazer aponte entre a EDRB e a Chesf (Companhia Hidroelétrica do São Francisco), estatal geradora de energia. "Nesse dia, ela [Erenice] propôs o quê? Viabilizar o projeto dentro da Chesf. [...] Estivemos na Chesf, em São Paulo", disse. Segundo o consultor, o encontro com Erenice foi agendado por Vinícius Castro, que era assessor da Casa Civil até segunda-feira.  Foi exonerado depois que a "Veja" revelou que seria sócio oculto de Israel na Capital. Ele é filho de Sonia Castro, sócia da Capital, e sobrinho do ex-diretor de Operações dos Correios Marco Antônio Oliveira. Quícoli disse que foi o tio quem o apresentou a Vinícius. Oliveira confirma.  O nome de Vinícius aparece em vários e-mails da Casa Civil para a EDRB. Em um, ele informa que está tomando providências sobre o projeto. Em outro, de 6 de novembro, há menção a Dilma. A assessora da Casa Civil Glaucinete Leitão pede a Quícoli uma versão "mais sucinta" do projeto.  Não há confirmação se Dilma tomou conhecimento da proposta. Em fevereiro, a Capital ajudou a EDRB a formatar consulta ao BNDES. A EDRB diz que se sentiu "chantageada" e, em março, cortou negociações com os lobistas.  Em 29 de março, o BNDES rejeitou o pedido de empréstimo. Quícoli diz que logo depois foi procurado por Marco Antônio Oliveira, que teria dito que a questão no BNDES podia ser resolvida, desde que a EDRB desembolsasse R$ 5 milhões para saldar supostas despesas de campanha de Dilma. Oliveira nega.  No dia 6 de maio, um email foi enviado a Quícoli, segundo ele, por Vinícius, sobre esse contrato extra. A mensagem trazia orientação para que fossem emitidas notas fiscais em nome da Synergy, outra consultoria de Brasília, cujo dono é Adriano da Silva Costa -o mesmo que consta da minuta de contrato como procurador da Capital. A EDRB diz que, de novo, se negou a fazer o pagamento.

http://coturnonoturno.blogspot.com/2010/09/escandalo-da-corrupcao-na-casa-civil.html
Folha de São Paulo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Um ato criminoso


Aquela nota impressionante divulgada por Erenice Guerra, ministra da Casa Civil (ver post de ontem), está no site da Presidência da República (aqui), caso o governo não a tenha tirado. Não creio que o tenha feito. Houve um tempo em que esses caras faziam o errado mesmo sabendo o que era o certo. Agora, tenho dúvidas se conseguem distinguir uma coisa de outra. Caminharam da imoralidade para a amoralidade. É claro que a situação pediria uma entrevista ou, vá lá, uma nota da Casa Civil, mas não essa, vazada numa linguagem da mais absoluta e rasteira delinqüência política. A propósito: Erenice Guerra sabe falar ou só bate papo em padaria?
É claro que Erenice, a exemplo de Lula, é quem é a qualquer hora do dia ou da noite. No que concerne a questões públicas, ela jamais deixa de ser ministra; ele jamais deixa de ser presidente. Assim como não cabe ao chefe da nação, mesmo num palanque de seu partido, pregar o extermínio de um partido de oposição, não cabe a uma ministra de estado tratar naqueles termos um candidato de oposição — decretando, inclusive, a 18 dias da eleição, a sua derrota, por mais que as pesquisas sejam favoráveis ao governo.
Se a descompostura de Lula é séria por ser o presidente da República e lhe caber também o papel decoroso (deveria ser) de magistrado simbólico do processo eleitoral, a ação de Erenice é funcionalmente mais grave porque ela estava, de fato, no exercício do cargo, como provam o brasão em sua nota oficial e a publicação do texto no site da Presidência.
As duas coisas são provas, entendo, de abuso de poder político. Usa-se abertamente um órgão do Estado brasileiro — e assistimos à mesma coisa na Receita — para atingir um candidato de oposição. Nunca se viu nada parecido na história brasileira desde o fim do regime militar.
Aqui e ali, delinqüentes dos mais variados matizes — dos cavardes aos esbirros do poder de turno — proclamam que “nada cola nesse governo”, não importa a gravidade do que se pratique. Uma coisa é constatar tal fato; outra é exultar com ele. E vivemos precisamente neste clima: os assaltantes da institucionalidade experimentam a euforia do “nós podemos tudo”. E isso só os estimula a ir cada vez mais longe.
Tivessem as palavras da ministra Erenice sido tornadas públicas num papel higiênico, o parentesco entre o conteúdo e a destinação habitual do suporte não eliminaria a sua gravidade intrínseca: continuaria a ser uma ministra de Estado entrando no jogo eleitoral rasteiro, mas não se teria a prova material do abuso. Da forma como se fez, a evidência está dada. O Brasão da República estampado em seu texto e a divulgação da nota na página da Casa Civil, no site da Presidência, constituem, entendo, provas inequívocas de abuso de poder político e crime eleitoral. Mais um!
“Ah, você não se cansa de denunciar essas coisas?”, pergunta um petralha exultante. Não! Porque seus aliados não se cansam de praticar crimes. Até que José Dirceu não realize o seu intento — e consiga, pois, acabar com o que ele considera “excesso de liberdade de imprensa e de expressão” no Brasil —, eu continuarei a chamá-los por seus respectivos nomes e continuarei a classificar seus crimes de crimes.

Por Reinaldo Azevedo

Você é o cara...

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Você é o cara...que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.


Você é o cara... que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.
Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.

Você é o cara... que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.

Você é o cara...que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Venezuela ,Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.

Você é o cara... por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.

Você é o cara... que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente.

Você é o cara... que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

Você é o cara... que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da bolsa terrorismo, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.



Você é o cara... que agora quer transformar uma guerrilheira, terrorista, bandida, sequestradora, sem vergonha em presidenta do Brasil só para continuar dando as cartas e junto com sua gangue prosseguir roubando impunemente a nação como fez todos estes anos.


É, Luiz Inácio Lula da Silva! Você é o cara...

É o cara-de-pau mais descarado
que o Brasil já conheceu.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Serra diz que violações de sigilos são "trabalho de quadrilha" e que Dilma está "terceirizando" sua defesa

Ao comentar o discurso do presidente Lula, durante o programa de TV de sua candidata, Dilma Rousseff (PT), na noite de terça-feira, o candidato José Serra (PSDB) afirmou que a participação de Lula "não foi uma defesa, mas um ataque" e que a adversária está "terceirizando" a artilharia contra sua candidatura. Apesar de criticar o comportamento do presidente, José Serra direcionou suas críticas à petista. "Dilma promove a terceirização dos debates e dos ataques, que incluem, agora, o presidente da República, que apesar de presidente da República e de todos os brasileiros, se engaja como porta-voz de uma candidata que, aparentemente, não tem condição de falar por si própria, nem de atacar. Porque o que houve ontem não foi uma defesa, foi um ataque", afirmou, em entrevista após participar de um encontro com pessoas com deficiência. Serra criticou o fato de o presidente ter, segundo ele, invertido a posição de vítimas dos tucanos e de sua filha, Veronica, ao acusar o candidato de promover "baixarias". "É absolutamente original acusar vítimas, que reclamam por terem sido vítimas, de fazer jogo baixo. O jogo baixo, da invasão, só mostra a natureza daqueles que praticam o crime", disse Serra. Para ele, "essa é a estratégia do PT, essa é a estratégia da candidata oculta e essa é a estratégia do presidente da República enquanto pessoa física". Sobre a revelação de que o seu genro, o empresário Alexandre Burgeois, também teve seu sigilo fiscal acessado na unidade da Receita Federal em Mauá, Serra disse que o caso "deixa mais do que claro que se trata de um trabalho de quadrilha". O tucano se disse "indignado" e "ofendido" e afirmou que a violação representa, na prática, um ataque aos seus netos. "Eu tenho três netos, os pais deles estão sendo agredidos pela máquina oficial em nome de uma campanha. Querem prejudicá-los para, com isso, prejudicar a minha candidatura", disse Serra.

Igreja Católica: Monsenhor preso com dinheiro na cueca

Encarregado da administração dos bens da Arquidiocese do Rio de Janeiro, o monsenhor Abílio Ferreira da Nova envolveu-se, na noite do último domingo, no maior escândalo da paróquia. O ecônomo da Cúria foi flagrado por agentes da Polícia Federal no momento em que embarcava para Portugal com 52 000 euros não declarados. As cédulas estavam divididas: 45 000 em uma de suas malas, camufladas entre enlatados, e outros 7 000 nas meias e cueca do religioso. A prisão do ecônomo já seria, isoladamente, desastrosa para a imagem da Igreja Católica no Rio de Janeiro. Mas o enredo da trama protagonizada por monsenhor Abílio torna-se ainda mais indigesto para a Cúria por ser ele o sucessor do padre Edvino Alexandre Steckel, afastado em 2009 depois que veio à tona uma lista de gastos que, entre móveis, itens de luxo e serviços caros, incluía a compra de um apartamento ‘funcional’ de 500 metros quadrados por 2,2 milhões de reais para o então arcebispo, dom Eusébio Scheid. Abílio, que havia sido afastado em 2008, foi reconduzido ao cargo e assumiu tendo, entre outras missões, a de moralizar as contas da Arquidiocese. Pelo crime de evasão de divisas, ele vai responder em liberdade e pode pegar até seis anos de prisão. Agora é ver se haverá a mesma comoção pública do caso da bispa Sonia Hernandez.

sábado, 4 de setembro de 2010

Lula e o PT violam abertamente o estado de direito. Não há mais sigilo sobre para onde eles vão levar o Brasil.

Tomara que Lula estivesse bêbado. Que tivesse tomado "uns goró", como é do seu feitio. Que o seu discurso tivesse sido o resultado do álcool perturbando o seu raciocínio. Lula disse, em comício na cidade Guarulhos, hoje pela manhã:

 "Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cade esse vazamento? Mentira tem perna curta."

A quebra do sigilo de Verônica Serra é fato comprovado pelo próprio Governo, através do Secretário Geral da Receita Federal. Há uma investigação aberta. Funcionários foram afastados. O próprio Lula mandou a Polícia Federal investigar quem quer que seja, custe o que custar. Aí o Presidente da República, em cima de um palanque, dá, mais uma vez, uma "hora de folga" para o seu caráter, a sua moral e a sua dignidade,  para afrontar autoridades e ao próprio estado de direito. De cima do palanque onde só está porque não tem um pingo de vergonha na cara, este animal político ulula, baba e urra pedindo que os criminosos ligados ao PT e a campanha da sua candidata mostrem o seu botim: os dados fiscais devassados e violados de Verônica Serra. Lula é daqueles animais sociais que não se contenta com as confissões públicas e com as provas documentais de um crime. Lula quer ver as fotos do atentado. Lula quer ver as marcas de sangue. Lula quer ver as manchas da violência. Lula quer levantar o lençol e ver a perfuração do tiro na testa da vítima. Lula parece ter aquele estranho prazer dos psicopatas que cometem o crime e ficam em roda do corpo, olhando a ação da polícia. O discurso ofensivo de Lula à Constituição e à Legislação é a maior prova dos riscos que o país está correndo tendo este animal politico conduzindo as eleições. Lula coloca-se acima do estado de direito. Lula coloca-se acima da democracia. Lula é um perigo para o Brasil. Tomara que estivesse bêbado. Mas, por tudo o que vem dizendo e fazendo, infelizmente não estava.
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O PT acaba de afrontar o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo dizendo, em nota oficial, que o tribunal mentiu e que o contador violador de sigilos bancários, petista de carteirinha, nunca foi filiado. O nome dele entrou para a lista de filiações em 2003, mas não passou, porque o nome estava errado. Ficou até 2009, dias depois que ele violou o sigilo fiscal de Verônica Serra. Aí o PT excluíu quem não tinha incluído. Aí o PT tirou do partido quem ele disse que nunca tinha colocado. O PT, assim com a Dilma, também rubricou, mas não assinou .Agora a gente tem certeza do que os bandidos roubaram na sede do PT de Mauá, onde estava a ficha do contador violador de sigilos, petista de carteirinha. Se Lula pode agredir o estado de direito de cima de um palanque eleitoral, por que o PT não poderia chamar de mentirosos os juízes do TRE de São Paulo?
 
Fonte: www.coturnonoturno.blogspot.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Pensa que é só Gabeira?

A pergunta é a seguinte? 


No caso da Srª Dilma ser eleita Presidente do Brasil, quem será a pessoa que irá aos Estados Unidos para a fala habitual na Assembléia Geral da ONU, ou para discutir com o presidente americano sobre questões de comércio, por exemplo?
Resp.: A Presidente não irá, com 100% de certeza.

Então, repete-se a pergunta: Quem irá aos Estados Unidos no lugar dela?
Bem, você deve estar intrigado com esta pergunta meio sem sentido, não é?
Aqui vai a explicação:

Dilma Roussef foi condenada nos Estados Unidos pelo seqüestro do embaixador norte-americano, na década de 60 (Charles Elbrick) remember ?
Juntamente com outras pessoas, tais como; Fernando Gabeira.
A pena é bem grande e não há como pensar em liberdade condicional.
Lá o crime não prescreve !
A questão secundária é que isto vale para outros 11 países.

Muitos governantes de países periféricos já foram apanhados nesta armadilha e a maioria perdeu o cargo que ocupava, para satisfação da oposição local.

Nós temos uma solução ideal para resolver esta questão: Não elegê-la presidente! Desta maneira ela poderá escolher lugares muito confortáveis para viver o resto da vida como por exemplo, Havana em Cuba, ou La Paz na Bolívia, o que resolverá vários problemas: os dela e os nossos.

Portanto, pare de imaginar que é implicância quando coloca-se na Internet a folha corrida policial desta senhora, cheia de crimes. Esqueça estes documentos e (se for o seu caso) continue com a sua fé inabalável nas qualidades desta mulher, legítima porta-voz do Sr. Lula da Silva.
Mas....... se eu fosse você, começava a me preocupar com esta possibilidade. Já pensou se ela resolve fazer uma visitinha àquele cara simpático e ultra democrático da Venezuela, o Huguinho Chávez e, de repente, uma tempestade no Caribe obriga o avião a descer em Miami, que fica ali perto.
Imagine a encrenca monumental que nem o presidente americano vai poder desfazer?

Bem... talvez você seja um sábio e tenha uma boa idéia para resolver a situação. Por isto volto a perguntar:

Quem vai representar o Brasil nas viagens internacionais aos Estados Unidos e aos 11 países onde ela pode ser presa no próprio aeroporto onde desembarcar?

TENHO CERTEZA ABSOLUTA QUE ESTA, VOCE DESCONHECIA!

P.S. - Só fico intrigado com uma coisa

PORQUE A IMPRENSA NÃO DIVULGA ISSO PARA TODOS OS BRASILEIROS.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO  

Carta-resposta  de um Juiz ao Presidente Lula publicada no  Jornal O Estado de São Paulo "Estadão", publicada hoje, 17-08-2010.   
  
Carta do Juiz Ruy  Coppola (2º TAC).   


 Mensagem ao  presidente! 

   Estimado presidente, assisti na  televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder  Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Tarso, ministro da Justiça,  há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário,  não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a  'caixa-preta' do Poder...   Vi também V. Exa. falar sobre  'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da  Justiça.  
       Fiquei abismado, caro presidente,  não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não  poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas  com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de  que não é mais candidato.   
       Não precisa mais falar como se em  palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado,  alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é  sempre que se faz discurso na porta da Volks.    
        Não precisa mais  chorar.  O eminente presidente precisa apenas mandar, o que  não fez até agora.  
Não existem duas Justiças, como  V. Exa. falou. Existe uma só. Que é cega, mas não é surda e  costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.     Basta ao presidente mandar seu  amigo Tarso tomar medidas concretas e efetivas contra o crime  organizado. Mandar seus demais ministros  exercer os cargos para os quais foram nomeados.   
Mandar seus líderes partidários  fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade.    
Afinal, V. Exa.. foi eleito para isso.   
     Sr.  presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando  conta de que, em Pernambuco (sua terra natal),  crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25,00 do  Bolsa-Escola , tinham voltado para aquela vida (??) insólita  simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro  destinado ao Bolsa-Escola . 
     Como se pode ver, Sr.  presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do  Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e  brandas (que seu amigo Tarso sempre utilizou para inocentar pessoas  acusadas de crimes do colarinho-branco) . 
       Temos de conviver com a Fazenda  Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba),  sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.    
          Temos os precatórios que não são pagos..   
         Temos  acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua  responsabilidade, Sr. presidente). Não temos medo algum de qualquer   controle externo, Sr. presidente.   
Temos medo, sim, de que  pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle  externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Tarso, ele  explica o que é).   
       De qualquer forma, não é bom falar de corda  em casa de enforcado.   
Evidente que V. Exa. usou da expressão  'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.   
Juízes não  tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.   
Juízes não são agradados  com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.    
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de  outro Estado.   
Mulheres de juízes não possuem condições  financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da  Federação,  apenas para fazer uma 'escova'. Cachorros de  juízes não andam de carro oficial.   Caixa-preta por  caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do  Poder Executivo é bem maior do que a nossa.   
Meus respeitos a  V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.   

Dê  lembranças a 'Michelle'. (Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)

Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal  de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São  Paulo 

VAMOS  REPASSAR...  

sábado, 14 de agosto de 2010

Esqueleto no armário da Dilma



Veja aqui um impressionante conjunto de documentos da participação de Dilma no terrorismo e na lutaarmada.

Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.

Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia. Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período. ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro abaixo). Todos os pedidos foram negados. Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”. “Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacio-nal, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.

ESTÂNCIA VELHA - RS - Partido Verde pede a demissão dos assessores e a cassação do presidente da Câmara

O Promotor Paulo Eduardo de Almeida Vieira deve se manifestar  nos próximos diasa respeito da representação do PV.

O primeiro ato político do recém-criado Partido Verde de Estância Velha, representado por seu presidente provisório, Rodrigo Kirschner, aconteceu nesta quarta-feira, 11 de agosto, com um pedido de providências no Ministério Público, em função das denúncias apresentadas no programa Fantástico, da Rede Globo, no último domingo.
“O Partido Verde, por seu presidente, neste ato representando a indignação e os anseios da comunidade estanciense, requer providências cabíveis quanto ao uso indevido do dinheiro público por vereadores e assessores da Câmara Municipal de Estância Velha, mais precisamente o ressarcimento dos cofres públicos e a demissão imediata de todos os assessores parlamentares, bem como o afastamento do vereador Tomé Foscarini e o posterior pedido de cassação do mandato do mesmo.

Mães pretendiam vender filhos em troca de crack

Esqueça viciados que extorquem pais, irmãos, avós. Que assaltam para sustentar o vício. Que se vendem em troca de droga. Em Farroupilha, próspera cidade da Serra gaúcha, sete usuárias de crack escreveram um novo capítulo na decadência em que mergulham os dependentes químicos. Engravidaram e acertaram a venda dos seus bebês, em troca de dinheiro. O suposto esquema só foi abortado pela Justiça porque uma das mães, arrependida, teria contado tudo a uma promotora. Atualmente protegidas pela Justiça, as sete crianças foram tiradas do convívio materno e aguardam, num abrigo público, chance de recomeço em outra família.

As prostitutas frequentam rodovias e boates da região da Lomba do Sabão, em Farroupilha. As mulheres, com idades entre 20 e 30 anos, engravidaram entre junho e agosto de 2009. Durante a gestação, teriam negociado previamente a venda das crianças com cafetinas, o que está sendo investigado pelas autoridades. Para entregar os filhos logo após o nascimento, cada uma receberia R$ 1 mil. O negócio seria intermediado por advogados.

Além do crack, as sete jovens têm em comum o fato de se prostituírem e morarem no conhecido ponto de Farroupilha que reúne boates abertas dia e noite. Tudo ruiu porque uma delas denunciou o esquema à promotora Cláudia Formolo Hendler Balbinot. De março a junho deste ano, com apoio da Justiça, Cláudia tirou a guarda de seis meninas e um menino das mães e os colocou em um abrigo para adoção.

A trama foi revelada em março, por meio de uma carta que teria sido escrita por uma das garotas de programa, na qual ela pedia ajuda da promotora, dando detalhes de como aconteceria a venda dos bebês. O relato ajudou a reforçar a atenção da promotoria, que já monitorava três grávidas da Lomba do Sabão suspeitas de pretenderem vender as crianças.

Na carta, a jovem diz que ela e suas conhecidas se prostituíam para receber a droga como pagamento. Ao final da gravidez, as cafetinas forçariam a entrega dos bebês, que seriam repassados a outras famílias. Para manter as mães em silêncio, prometeram dinheiro. A negociação ficaria facilitada pelo forte envolvimento das mães com o crack e teria o intermédio de um homem, não identificado.

Avós podem ganhar a guarda

A promotora determinou o acompanhamento da gestação por outros órgãos da cidade. Um estudo social mostrou que as sete mulheres e seus familiares não tinham condições de criar os filhos. Por isso, a Justiça determinou o recolhimento de todos os bebês assim que nascessem. A medida judicial também deixou claro que as mulheres não poderiam ter contato posterior com as crianças. Para a promotora, a ação impediu que os meninos e meninas sofressem com maus-tratos ou abandono. Ela acredita que as mães não queriam e também não conseguiriam cuidar dos bebês.

Uma das gestantes, sabendo que perderia a guarda do bebê, se refugiou com outros viciados em um ônibus abandonado às margens da RSC-470, em Bento Gonçalves. Alertados, PMs localizaram a mulher e a trouxeram de volta à cidade.

Durante a gestação, todas elas usaram crack. Por esse motivo, o juiz Mário Maggioni determinou a internação compulsória delas para proteger os bebês. O tratamento, porém, foi descumprido. Nas audiências posteriores ao nascimento, três homens se apresentaram como pais, mas nenhum apresentou condições de assumir a criação. Segundo a promotora, dois avós manifestaram vontade de ficar com os bebês. Os pedidos ainda estão sob avaliação judicial.

Mãe deseja a filha de volta
O cheiro de cigarro está impregnado na casa, misto de boate e moradia na Lomba do Sabão (Farroupilha). Sentada sobre um sofá rasgado, a jovem de 21 anos não admite ser viciada em crack. Muito magra, ela tenta disfarçar a condição de dependente das pedras. Mas seu histórico extenso, que inclui passagens por casas de tratamento, Conselho Tutelar e delegacias, indica que o vício nunca foi interrompido.

Ela teria sido a pessoa que escreveu a carta (acima) pedindo ajuda do Ministério Público. Juliana nega. Acredita que alguém usou seu nome para lhe prejudicar. Também afirma que nunca houve negociação para vender seu bebê. Ela tem outros dois filhos que moram com o pai e com uma avó.

Enquanto conta parte de sua história, a jovem chora. Diz que ainda sente o cheiro de sua filha e não esquece o dia do parto. A menina nasceu na segunda semana de abril, cercada de cuidados, pois a gestação não teve acompanhamento médico. Juliana sentiu as primeiras contrações de manhã, mas só procurou o médico à tarde, quando a dona da boate apareceu. Na cama, ao ouvir o primeiro choro, ela pediu para ver a menina. As enfermeiras trouxeram a criança, e a jovem a abraçou por dois minutos. Quando teve a filha, diz ter parado de usar crack e de ir à estrada se prostituir. Ela tentou sensibilizar a Justiça, mas não convenceu:

– Minha mãe tem condições de ficar com a bebê , mas negaram.

Juliana diz ter procurado um advogado para tentar reconquistar a filha. A partir desse dia, promete que entrará em um programa de reabilitação.

– Mesmo sendo a mãe que fui, mereço ter minha filha de volta. Sinto o cheiro dela quando vou dormir.

À espera da nova família
Sem as mães, os sete bebês recebem cuidados das educadoras do abrigo público de Farroupilha. São alimentados com suplementos receitados por um médico e dormem em um berçário com sistema de água aquecida. Os recém-nascidos estão sob um controle rígido, não sendo permitido o contato com pessoas de fora ou com as outras crianças da casa, também acolhidas devido a maus-tratos e abandono. A medida tem o objetivo de evitar doenças, já que os bebês são muito frágeis.

Quando as crianças chegaram ao berçário, não apresentavam alterações, com exceção do peso reduzido. Os recém nascidos não sofreram crise de abstinência, algo que pode acontecer com filhos de viciadas. Dois bebês ficaram alguns dias no hospital. Como as mães não fizeram pré-natal, as equipes não sabem se eles poderão ter algum problema de saúde no futuro. Em alguns meses, essas crianças devem deixar a casa para estar nos braços de alguma família.


ZERO HORA - Geral | 14/08/2010 | 04h13min

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Os Iluminatis

A verdade não prospera em meio a tanta idiotice!


Clic no Titulo.

Milionária, família Lula desfruta das mordomias do condomínio de Lulinha em Ilhéus

O jornalista Claudio Humberto, em sua coluna desta quarta-feira em seu site (www.claudiohumberto.com.br) informa que a família Lula da Silva já é milionária, o suficiente para que o super filhote milionário de Lula comprasse uma magnifica casa de 750 metros quadrados à beira-mar, no exclusivissimo condomínio Jardim Atlântico, em Ilhéus, na Bahia. Esse filhote é um prodígio nos negócios, enriqueceu magicamente da noite para o dia, beneficiário de patrocínios muito generosos de companhia telefônica para sua empresa de informática. Comparou comprarou o gênio de seu filhote para os negócios á genialidade de Pelé no futebol. O certo é que Lula está muito contente com o sucesso do filhote, tanto que é figura carimbadinha na hospedagem nos exclusivíssimo resort Jardim Atlântico. Ele esteve no resorte cinco estrelas nos dias 25 e 26 de março e, mais recentemente, em 13 de julho.

sábado, 24 de julho de 2010

O PT e o pó



As igrejas de Edir Macedo e Sônia Hernandez, o primeiro processado nos Estados Unidos por crimes financeiros e a segunda recentemente libertada da prisão naquele país pelo mesmo tipo de delito, hipotecam, hoje, o seu apoio à candidatura da abortista Dilma Rousseff(PT). É um apoio de peso. Peso de ouro! Enquanto isso, a CNBB, liderada pelo Bispo Luiz Gonzaga, de Guarulhos, continua recomendando o voto contra a abortista candidata petista, "a cabeça da cobra", segundo o religioso assim denominou. Resta saber se os evangélicos, neste caso, seguirão os interesses financeiros dos seus pastores, votando contra a vida.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Caso Martinelli

Nesta quinta-feira, 01 de julho, no Foro de Novo Hamburgo, às 14 horas ocorre mais uma audiência de instrução do processo referente à tentativa de assassinato do sociólogo Mauri Martinelli, ocorrido em 2006, em Estância Velha, na região metropolitana de Porto Alegre.O caso ficou conhecido como “o maior crime político do RS nos últimos 50 anos”. Martinelli, que sobreviveu a cinco tiros de pistola, era colunista do jornal O Minuano e fazia oposição ferrenha contra a administração petista na prefeitura do município. Denunciava a corrupção também no Legislativo, ambos sob comando do PT. O ex-prefeito petista Elivir Desiam, hoje, inelegível. Condenado pelo Tribunal de Contas. Os acusados são:-Jaime Schneider, filiado ao PSB, foi o chefe de gabinete do prefeito petista Elivir Desiam, a época do crime.-Luis Carlos Soares, presidente do PT e vereador-Jauri de Matos Fernandes, também do PSB, empresário do ramo de limpeza urbana, laranja de Schneider na propriedade do jornal Suplemento.-Claci Campos da Silva, cafetina.O autor do atentado, o pistoleiro Alexandro Ribeiro, foi condendo em juri popular realizado em 2009, a 10 anos de prisão em regime fechado.
Hoje serão ouvidas três testemunhas da defesa, que residem em Novo Hamburgo, entre elas o policial civil, que chefiou o primeiro inquérito ocorrido em 2006 e 2007, e indiciou apenas o autor, inocentando todos os demais acusados, que só foram indiciados, dois anos depois, quando foi designado um novo investigador para e um promotor substituto assumiu o caso.
O sociólogo, Mauri Martinelli, assistente de acusação, patrocinado pela advogada Simone Nejar, acompanhará a oitiva das testemunhas.

sábado, 1 de maio de 2010

Brasil controlado pelo crime organizado

A formação da quadrilha

Banqueiros, especuladores, jogadores da bolsa de valores e parasitas afins, após auferir uma quantidade obscena de recursos se decidem a defender seus interesses e ampliar sua lucratividade. Para isso, organizam-se.
A eles pouca importa se o regime é liberal, autoritário, social-democrata ou mesmo alegadamente “socialista”. A única coisa que lhes importa é manter e ampliar sua lucratividade às custas do trabalho alheio.
No caso brasileiro, após o fiasco monumental da ditadura militar – fiasco mais financeiro do que outra coisa qualquer; o militar tem forte tendência ao nacionalismo e a pensar no próprio povo, apesar de todas as desgraças que causaram o que de fato os levou a serem apeados do poder foi o fato de não estarem facilitando as coisas para os especuladores...
A partir daquele momento, chegou-se com a conivência dos intelectuais venais de hábito, à conclusão que o encaminhamento mais adequado à política brasileira, do ponto de vista dos bancos, seria via eleitoral que, evidentemente, nada tem a ver com a democracia embora a propaganda afirme hipnoticamente o contrário.
Assim, aquela escória supracitada passou a patrocinar as campanhas eleitorais de seus potenciais aliados – muitos deles banqueiros ou proprietários de meios de comunicação para a massa.
Eleitos, deputados e senadores votam leis em defesa da elite financeira que os conduziu ao poder, leis contrárias em tudo e por tudo aos interesses do povo trabalhador do Brasil – sempre, claro, tomando o cuidado de sempre afirmar o contrário diante dos meios de comunicação que os entrevistam ou sempre que aparecem ou discursam em público.
O nosso presidente da república não passa de um marionete, um palhaço que faz relações públicas afirmando em público o contrário do que foi decido privadamente em seu gabinete. È um mero marionete a defender os interesses dos bancos e jogadores enquanto discursa para a plebe mantendo-a sob controle com mentiras tão bem elaboradas que deixariam Joseph Goebels(*) vermelho de vergonha e com ganas de voltar ao maternal...
Aqui está uma expressão que virou moda, muito desagradável mas cabe perfeitamente neste contexto: “nuncaantesnestepaiz” um dirigente obteve tamanha popularidade governando para os banqueiros, contra o povo do Brasil e obteve tamanho sucesso em fazer acreditar justamente no oposto. Aqueles que foram deixados em situação de penúria PRECISAMENTE pelo tipo de governo que exerceu no primeiro mandato, agora abrem mão de lutar por emprego, salário e dignidade. Consolam-se com a bolsa esmola que o governo concede aos desesperados com a aquiescência dos bancos.
A mais de 500 anos afirmou Maquiavel: “O povo se contenta com migalhas, então, dê migalhas ao povo. O príncipe que der migalhas ao povo será eternizado.

Mauri Martinelli
Sociólogo

(*) Chefe da propaganda nazista.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Caso Martinelli

Menor confirma em juizo: Dirigentes petistas mandaram matar o Sociólogo Mauri Martinelli
Nesta terça-feira, 06 de abril, no Foro de Estância Velha, desde às 14 horas ocorre mais uma audiência de instrução do processo referente à tentativa de assassinato do sociólogo Mauri Martinelli, ocorrido em 2006, em Estância Velha, na região metropolitana de Porto Alegre.
O caso ficou conhecido como “o maior crime político do RS nos últimos 50 anos”. Martinelli, que sobreviveu a sete tiros de pistola, era colunista do jornal O Minuano e fazia oposição ferrenha contra a administração petista na prefeitura do município.
Denunciava a corrupção também no Legislativo, ambos sob comando petralha.
Os acusados são:
-Jaime Schneider, chefe de gabinete do prefeito petista Elivir Desiam
-Luis Carlos Soares, presidente do PT e vereador
-Jauri de Matos Fernandes, empresário do ramo de limpeza urbana, laranja de Schneider na propriedade do jornal Suplemento
-Claci Campos da Silva, cafetina.
O autor do atentado, o pistoleiro Alexandro Ribeiro, foi condendo em juri popular realizado em 2009, a 10 anos de prisão em regime fechado.
A menor C.J.V.P, 15 anos, 12 a época do crime confirmou tudo o que já havia dito á policia, sobre a reunião que havia presenciado, onde foi combinado o assassinato do soci´plogo. O depoimento de C.J.V.P, durou mais de duas horas, a adolescente falou na presença da juiza Dra. Célia Cristina Veras Perotto, do Promotor Marcelo Vieira Tubino e da assistentede acusação a advogada Dra. Simoni Jansen Nejar, e ainda diante dos procuradores dos quatro reus. Serão ouvidas mais três testemunhas da denúncia, ainda nesta tarde.