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terça-feira, 19 de maio de 2015

O professor e "sua ética" na política

"A função da escola é ensinar às crianças como o mundo é, e não instruí-las na arte de viver. Dado que o mundo é velho, sempre mais que elas mesmas, a aprendizagem volta-se inevitavelmente para o passado, não importa o quanto a vida seja transcorrida no presente" (ARENDT, 1992, p. 246).
"As profecias que caem das cátedras universitárias não têm outro resultado senão o de dar lugar a seitas de fanáticos e jamais produzem comunidades verdadeiras" (WEBER, 1995, P. 453).
Age de modo ético o professor que impõe aos alunos, durante a aula, um candidato x ou partido y para eles votarem? Cabe ao professor, do alto de sua cátedra, fazer pregação política ou deve problematizar ou analisar o momento político, as tendências, os candidatos, os interesses que estão em jogo? Qual é a função dos professores em época de eleições ou crises politicas?
Durante a campanha eleitoral ou crise politica, o professor, como cidadão que é, também pode ser tomado pela paixão política, deixando de lado o compromisso de análise serena sobre o contexto político do momento; contudo, dependendo do tipo de relacionamento que estabelece com os alunos, o professor pode vir a ser solicitado por eles para expressar sua opinião sobre quem é o melhor candidato, ou mesmo revelar em qual candidato ele irá votar.
Ao exprimir tal opinião, o professor revela seu lado pessoal quando seu trabalho deve ser necessariamente impessoal; sua função é o da  transmissão do saber sistematizado, no caso, sobre o complicado jogo político, os interesses pessoais e de grupos, as demandas dos diversos partidos políticos, etc.
Desde a época da ditadura militar é lugar comum dizer que o compromisso do professor é o de levar os alunos a pensar criticamente o mundo em que vivemos. Embora a palavra 'crítica' fosse usada, naquele contexto político, como um fetiche que enfeitiçava tanto os que a usavam como os que a ouviam, o sentido geralmente empregado era o de ir contra o 'sistema' capitalista e o 'regime' ditatorial. Ora, ser crítico parece implicar algo mais do que o mero levantamento de objeções ou a emissão de opiniões estereotipadas e descontextualizadas. O aluno que aprendeu somente repetir compulsivamente frases prontas, plagiadas da boca de um autor ou professor em vez de assumir o trabalho de pensar, analisar e contextualizar tanto as palavras como os acontecimentos, ainda não sabe ser crítico porque não foi bem educado nesta habilidade. Um aluno que age como se fosse um boneco ventríloquo do seu mestre posicionado criticamente não está sendo verdadeiramente crítico, porque, tal atitude 'crítica' deve ser construída pelo próprio sujeito criativo; por outro lado, se autoengana o professor que troca seu compromisso profissional de problematizar as coisas para ser um "líder" para os seus pupilos, alertava o sociólogo Max Weber (1982; tb. CARVALHO, 2004, 2005).
Apesar de alguns professores se deixarem levar pelo relativismo pós-modernista, pouco se importando ser a atividade docente mais moral do que ética (IMBERT, 2001), é preciso reconhecer que para uma escola se construir democrática não basta apenas ter uma agenda de reuniões marcadas para debater e decidir assuntos educacionais por meio do voto, mas, sim, é no cotidiano das relações humanas orientadas pedagogicamente pelo respeito ao outro, o pluralismo de falar e escutar ideias diferentes que a democracia pode virar ato comum e necessário para a existência tanto de cada pessoa como do coletivo da escola. Caso contrário, teremos uma escola de fachada democrática abrigando em seu interior um "núcleo duro", insensível e indiferente aos diferentes posicionamentos que vão para além do âmbito do ensino.
A prática do 'curral eleitoral' também pode acontecer numa universidade que se quer pluralista. No caso de uma eleição para reitor e vice-reitor, qualquer professor pode se sentir seduzido ou pressionado para entrar numa 'onda irracional', por exemplo, usando adesivos de candidatos da sua preferência, que, como sabemos, tem o propósito de funcionar como uma propaganda sub-liminar em sala de aula. Será que tal atitude do professor poderia ser considerada ética?
Eventualmente, o professor até pode declarar seu voto em sala de aula, ato que provavelmente despertará constrangimentos com os alunos que rejeitam tal candidato ou que estão decididos a votar no candidato adversário, ou mesmo anular seu voto. Apesar do provável constrangimento, talvez podemos dar um desconto ao mestre apaixonado pela política, desde que ele use sua condição docente para conduzir um debate de ideias ou oriente uma pesquisa científica sobre o assunto.
A paixão política na sala de aula pode ser semelhante à paixão religiosa, pois ambas podem elevar a temperatura da discussão entre alunos e professor. Contudo, cabe ao professor sinalizar sobre a existência de uma ética pró-conhecimento racional: a sala de aula não deve ser um lugar de pregação política (nem religiosa), mas sim um espaço de debate de ideias.
A direção da escola e seu regulamento devem garantir o direito dos alunos terem um professor que "ensina" e/ou "educa". O mal da aula está no reprodutivismo, ou no instrucionismo (DEMO, 2004), ou seja, passa-se ao aluno um conhecimento de segunda mão, muitas vezes sucateado e fora da realidade objetiva, mas que ainda pode fascinar o aluno e impedir de ele investigar o assunto com autonomia e espírito crítico. Penso que, o bom professor sabe como deve politizar um assunto, sem necessariamente fugir de cumprir o conteúdo programado para o conhecimento e sem declarar sua opinião. Afinal, o ofício docente é o de promover o conhecimento (gr: episteme) e não a opinião (gr.: doxa).
Para Hannah Arendt (1992), a escola deve ser um espaço para  levar os alunos a pensar como o mundo é e não para pregar as ideias e convicções que o professar acredita; até porque vivemos uma época de profundas transformações onde a única certeza é não ter certezas.
Uma aula é conversação sobre vários assuntos e problemas. Na escola laica não cabe pregação de ordem política ou religiosa. Sócrates nos ensinou que o bom professor sabe como provocar o aluno, a parir seu conhecimento através do diálogo; também, que devemos ser mais modestos quanto ao próprio conhecimento que julgamos ter.
A modernidade reinventou o lugar do professor para ele fazer da aula um momento de análise científica, preparo para a atitude de pesquisa, comparação de resultado e debate de idéias, tudo com o propósito de transformação da sociedade. "Saber é poder", escreve F. Bacon.
Max Weber reexamina a relação entre o saber científico e a moral do professor, observando que há jovens imaturos demandando mais por um "líder" que os guie ou profeta prometendo um futuro feliz, obviamente, depois da "revolução", do que por um professor que os ajuda a pensar "cientificamente". Como "líder" o professor adota uma atitude de como os alunos devem se conduzir na vida prática, como se ele próprio soubesse como fazê-lo, acertadamente. Ora, cabe ao docente ser um pesquisador que se compromete fazer "análise e formulações de fato", recomenda Weber.
Segundo o sociólogo, mais que inapropriado, é imoral o professor usar a função docente – que é simbolicamente investida de saber e poder – para veicular um discurso ideológico que é o avesso da verdade do conhecimento científico.
Não é pedido ao professor ser neutro. Nem zerar suas paixões. Ele deve, sim, fazer política junto com os membros do seu sindicato ou de um partido político, por exemplo, mas, deve evitar perverter a função docente com meras 'opiniões'; a responsabilidade do professor é ajudar o aluno pensar criticamente (inclusive a si próprio). Portanto, uma coisa é fazer uso da posição política "pessoal" no lugar certo, e outra, é realizar uma análise científica do momento político na sala de aula.
Assim como não há jornalista ou mídia isentos de opinião, também não há professor que não tenha sua própria opinião política. Uma coisa é o jornalista dizer em quem ele vai votar e outra é fazer um escrito 'impessoal' que procura analisar as coisas mais ou menos com objetividade; uma coisa é um professor querer impor aos alunos a sua preferência política e outra é agir como profissional – ou cientista social – que problematiza o momento político, por exemplo, sugerindo aos alunos uma pesquisa, promovendo um debate de ideias, orientando-os metodologicamente para desenvolver argumentos mais claros e consistentes.

                 Mauri Martinelli
Sociólogo


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terça-feira, 14 de abril de 2015

A diferença entre o Joaquim e o José!

Joaquim Barbosa:

· Nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais.
· É Primogênito de oito filhos.
· O Pai é pedreiro e a mãe dona de casa.
· Passou a ser arrimo de família quando seus pais se separaram.
·  Aos 16 anos, foi sozinho para Brasília onde arranjou um emprego na gráfica do Jornal Correio Brasiliense e terminou o segundo grau sempre estudando em colégio público.
· Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde sem seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
· Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e após, foi advogado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) (1979-1984).
· Prestou concurso público para procurador da República e foi aprovado.
· Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado e doutorado, ambos em Direito Público, pela Universidade de Paris(Pantheon-Assas) em 1990 e 1993.
· Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ.
· Foi “Visiting Scholar” no Human Rights  Institute da Faculdade de Direito da Universidade da Columbia em Nova York(1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003).
· Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, Na Áustria e na Alemanha.
· É fluente em Frances, Inglês, Alemão e Espanhol.
·Toca piano e violino desde os 16 anos de idade.


 José Antônio Dias Toffoli 


(Ministro do Supremo Tribunal Federal(STF)
Idade: 41 anos
          
               
Breve Histórico de seu currículo”


· Formado pela USP.
·  Pós graduação?  - Nunca fez.
·  Mestrado?  - Nunca fez.
·  Doutorado? - Também não!!
·  Concursos:  1994 e 1995.
·  Foi reprovado em concursos pra Juiz federal em São Paulo.
·  Depois disso, abriu um escritório e começou a atuar em movimentos populares.
·  Nessa militância, aproximou-se do Deputado Federal Arlindo Chinaglia e deu o grande salto na carreira ao unir-se ao PT.
·  Em Brasília, aproximou-se de Lula e José Dirceu, que o escolheram para ser advogado das campanhas de 1998, 2002 e 2006.
·  Com a vitória de Lula, foi nomeado Subchefe de assuntos Jurídicos da Casa Civil, então comandada por José Dirceu.
·  Com a queda do chefe, pediu demissão e voltou a banca privada.
·  Longe do governo, trabalhou na campanha à Reeleição de Lula, serviço que lhe rendeu R$ 1.000,000,00 em honorários.
·  No segundo mandato, voltou ao governo como chefe da Advocacia Geral da União.
Toffoli é duas vezes réu:
· Ele foi condenado pela Justiça em dois processos que correm em primeira instância no Estado do Amapá.
· Em termos solenemente pesados, a sentença mais recente, manda Toffoli devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 700.000,00. Dinheiro recebido “Indevidamente e imoralmente” por contratos “ Absolutamente ilegais”, celebrados entre o seu escritório e o governo do Amapá.
·Toffoli, assim como outros ministros petistas, foi colocado no STF para defender a Facção Criminosa do PT e seus associados e não para julgar com imparcialidade.
Deu Para Perceber?
É esse cara que vai julgar a operação Lava-Jato.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Morre escritor uruguaio Eduardo Galeano - O Comunista arrependido!



O escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano morreu hoje (13) aos 74 anos. Galeano é considerado um dos maiores autores da literatura latino-americana, no entanto sua obra mais conhecida e que o projeto, "Veias abertas da América Latina", é uma grande fraude, uma porcaria solene. Ele próprio reconheceu que a obra continha muitos erros. Foi o chamado "livro de carregação", um vulgar livro de doutrinação anti-imperialista. Galeano estava internado em um hospital em Montevidéu e morreu devido a complicações de um câncer de pulmão, que já havia sido tratado em 2007. Galeano nasceu em 3 de setembro de 1940 em Montevidéu e começou a escrever aos 14 anos no jornal El Sol. Em 1958, passou também a escrever crônicas de arte. Nos anos 1960, trabalhou como editor do jornal semanal Marcha e no diário Época. Após o golpe de estado, em 1973, Galeano teve de deixar o Uruguai e foi viver na Argentina. Quando voltou ao seu país em 1985, ele fundou o semanário Brecha. Na Argentina ele dirigiu a revista Crisis.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Estância Velha - Petistas no topo da lista de políticos condenados a devolver dinheiro ao municipio.

O que se colhe dos políticos eleitos nas últimas quatro eleições municipais em Estância Velha é um festival de malfeitos e processos judiciais.

Então vejamos:

Tramita na Comarca de Estância Velha  oito (08) ações judiciais que visam ressarcimento  aos cofres Públicos. Mais duas demandas que aguardam providências do Ministério Público e da Procuradoria-Geral do Município.

O ex-prefeito Elivir Desiam, vulgo Toco, PT, é réu em três (03) ações, duas que que lhe move o Ministério Público e a terceira o Município:

- Processo nº 09511200027430 – Ação de Improbidade Administrativa, que tramita na Comarca de Estância Velha em fase de sentença.
- Processo nº 09511300001483 – Ação Civil Pública/Declaratória, que tramita na Comarca de Estância Velha.
Ambas as ações visam a devolução de valores e a suspensão dos direitos políticos.
3º - Processo nº 09511400052373 -  Execução Fiscal – condenado pelo Tribunal de Contas a devolver R$ 88.220,60 – mais juros e correção monetária.

4º - Processo nº 09511400052519 -  O Vereador Carlito Borges, PCdoB, deve R$ 364.190,34, decorrente da farra das diárias na Câmara Municipal de Vereadores.

5º - Processo nº 09511300000908 - O Vereador Euclides Tisian, vulgo Gringo, PT, deve R$ 293.707,63, decorrente de sua gestão como presidente da Câmara.

6º - Processo nº 09511400052551 - O ex-vereador Luís Carlos Soares, vulgo Carlinhos Viramato, PT, deve R$ 11.850,78. Em condenação posterior, que ainda não está em fase de execução cerca de R$ 130.000,00, decorrente da farra das diárias.

7º - Processo nº 09511400048074 – o ex- Vereador Tomé Dagoberto Foscarini, PT, deve R$ 24.028,77, decorrente da Fara das diárias.

8º - Processo nº 09511400052560 – O ex-vereador Artidor Machado de Vargas, PSB, deve o equivalente a R$ 38.200,43 – também decorrente da farra das diárias.

O atual prefeito Municipal, PSDB, é suspeito de receber propina da máfia do lixo, conforme consta na página 62 do processo-crime nº 072/214.0003274-4, que tramita na Vara Criminal da Comarca de Torres/RS.

ESTÂNCIA VELHA: dois denunciados por envolvimento na máfia do lixo são pessoas públicas em Estância Velha - o terceiro suspeito tem Foro Previlegiado.

           
Esta é a lista de réus (e alguns dos advogados) do processo resultante da Operação Conexion, do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, que atacou a Máfia do Lixo gaúcha, que fraudava licitações, roubava nos preços e pagava propinas a um deputado estadual e dois federais, conforme o denunciante da trama (está tudo no processo, que tem o nº 072/214.0003274-4, que tramita na Vara Criminal da Comarca de Torres):

1.       Antonio da Silva Mota Filho
2.       Cesar Luis Basso
3.       Claudiar Eugênio Kras Borges
4.       Diogo Guimarães Barcelos
5.       Eny Teresinha de Avila
6.       Evandre Casagrande
7.       Fabio Amilton Rodrigues
8.       Fabio Fernando Dariva (advogado Ricardo Ferreira Breier OAB RS 30165),
9.       Fernanda Mendes Rocha
10.   Fleudes Tadeu Rocha (advogados Carlos Alberto Robinson OAB RS 5850 e Eduardo Schmidt Jobim OAB RS 49202)
11.   Gabriel Rochelli Rost

12.   Gerson Luiz Bitelo – (Proprietário da empresa Onze Urbanizadora Ltda, empresa que faz a coleta do lixo em Estancia Velha, recolhido ao presídio de Osório/RS ) - (advogado Ricardo Ferreira Breier OAB RS 30165)

13.   Guilherme Hendges Fries
14.   Ilton Rogério dos Santos
15.   Ines Italia Poyer Biasotto
16.   Ivan Luis Basso
17.   Ivo José Ames
18.   José Biasotto
19.   José Claudio Lopes
20.   Juarez Abrahão
21.   Marcia Mendes Rocha
22.   Marcos da Rosa Lopes
23.   Marcos Kras Borges
24.   Miguel Ricardo Pires

25.   Mirian Gládis Maciel Monteiro, (Ex-procuradora do Município de Estância Velha no governo Toco, PT – Servidora Municipal cedida a prefeitura de Novo Hamburgo, atual assessora do prefeito do petista)

26.   Plasio Teobaldo Kras Borges
27.   Rafael Henrique Bitelo
28.   Rafael Viecelli Konrath
29.   Ricardo Alexandre Gabriel (Leandro Toson Caser OAB RS 45706)
30.   Rochele dos Santos Duarte
31.   Rogério Trevisan
32.   Sérgio Luiz Knobloch
33.   Terezinha Arminda Werner,
34.   Vinicius Cardoso (Ricardo Ferreira Breier OAB RS 30165)
35.   Willian Ranzan
36.   Zélio Kras Borges Mota


Agora veja na imagem a folha de número 62 do processo, parte da denúncia original do denunciante, com sua própria letra.
Prefeitos e deputados tem Foro Privilegiado e, serão denunciados nos tribunais competentes, por isso não constam no rol de denunciados no processo criminal que tramita na Comarca de Torres/RS. O Prefeito de Estância Velha está na lista de suspeitos.

FONTE: CLIQUE AQUI
 

                 

sexta-feira, 3 de abril de 2015

MÁFIA DO LIXO: PREFEITOS E PARLAMENTARES NA LISTA!

Confira a lista dos municípios e os percentuais de cada Agente Político. A imagem abaixo é cópia fiel da página 62 do processo nº 072/214.0003274-4, que tramita na Comarca de Torres, RS. 

A página 62 do processo foi escrita a próprio punho pelo delator que é vereador e proprietário de uma pequena empresa coletora de resíduos em Arroio do Sal no Litoral Norte gaúcho. O vereador e empresário ao ser escanteado, não deixou por menos, delatou o esquema. 

 Os prefeito e o  deputado estadual Ciro Simone do PDT serão denunciados ao Tribunal de Justiça do RS e os deputados federais, Renato Molling do PP e Alceu Moreira do PMDB ao STF.

Fonte: CLIQUE AQUI

E aí, Corações Valentes da ZERO HORA, da  Rádio Gaúcha e RBS TV, vão ou não vão contar para os distintos leitores, ouvintes e telespectadores os nomes dos parlamentares e prefeitos  Gaúchos envolvidos com a Máfia do Lixo? São três deputados, um estadual, Ciro Simoni, PDT, e dois federais, Renato Molling, PP e Alceu Moreira PMDB, e mais de uma dezena de prefeitos do PMDB, PSDB, PP, PT, PDT e por aí vai.  Estão escondendo isso por quê?

quarta-feira, 11 de março de 2015

Tribunal de Justiça do RS confima o Júri Popular da elite petista de Estância Velha

Sociólogo Mauri Martinelli
Nem de longe personagens como a cafetina Jeanne Mary Córner e clientes como Rogério Buratti e Antônio Palocci, que disputaram a mesma mulher, são casos isolados dentro do PT ou se resumem a escândalos dos apart hotéis de Brasília.
É que no pequeno município gaúcho de Estância Velha, 45 mil habitantes, 35 minutos de Porto Alegre, o atentado praticado há mais de 08 anos contra o sociólogo Mauri Martinelli, também incluí raposas felpudas do PT e cafetinas de grosso quilate. Martinelli  foi atacado de morte porque criticava severamente a administração do PT.
Mauri Martinelli levou 5 tiros e não morreu.  O pistoleiro contratado foi identificado preso e  condenado a 10 anos de prisão em Júri Popular acorrido em 1º de outubro de 2009, desde então está recluso.
O caso só andou depois que os jornalistas Polibio Braga e o jornalista Vitor Vieira denunciaram o corpo mole das investigações.  As denúncias tiveram o apoio do Movimento de Justiça e Direitos Humanos.
A lista dos acusados é liderada pelo ex-chefe de gabinete do prefeito do PT, Jaime Schneider, pelo ex-presidente do PT e vereador na época do crime, Luís Carlos Soares, pela cafetina Ana  Campos e pelo empresário Jauri de Matos, fornecedor da prefeitura do PT. São todos apontados como mandantes do crime ou membros da quadrilha.
A lista dos acusados já era conhecida em Estância Velha. O PT está por trás deste  crime.  A Vara Judicial de Estância Velha, na região metropolitana de Porto Alegre, pronunciou criminalmente quatro pessoas por envolvimento no atentado ao sociólogo  Mauri Martinelli, em 2006. Com a decisão, tomada no dia 28 de agosto de 2013, serão submetidos a julgamento no Tribunal do Júri os quatro considerados mandantes do atentado.
Eles foram incursos nas sanções do crime tipificado no artigo 121, parágrafo 2º, inciso IV (recurso que dificultou a defesa da vítima), na forma do artigo 14, inciso II (tentativa de crime), e com o artigo 29 (concurso de pessoas), todos do Código Penal.
O crime teria sido cometido por desavenças políticas, já que Mauri Martinelli fazia oposição ao governo local, do Partido dos Trabalhadores. As críticas do colusta do Jornal o Minuano apontavam irregularidades no Executivo municipal. Para a juíza de Direito Rosali Terezinha Chiamenti Libardi, apesar de os réus alegarem perseguição política, inclusive da própria vítima, existem elementos suficientes para embasar a pronúncia.
''Com efeito, o cunho político do ato que lhes é imputado é inequívoco, notadamente pelas palavras da própria vítima, que em todas as oportunidades em que se manifestou, e é fato de conhecimento comum no seio da sociedade local, é ferrenho opositor políticos dos requeridos'', destacou a magistrada.
Conforme denúncia apresentada pelo Ministério Público, em 17 de agosto de 2006, os pronunciados se associaram para assassinar o colunista. O homicídio só não se consumou porque o homem contratado para executar a tarefa não atingiu o jornalista em regiões vitais — foram cinco disparos.
O pistoleiro se submeteu ao Tribunal do Júri na comarca e Estância Velha e foi condenado à pena de 10 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Os termos da sentença foram confirmados em análise de recurso pelos desembargadores do TJ-RS em maio de 2008.
Os 04 réus pronunciados a presentaram Recurso em Sentido Estrito, Processo: 70062158704 que foi julgado NA DATA DE 11 DE MARÇO DE 2015, pela 1ª Câmara do Tribunal de Justiça do RS que  "A UNANIMIDADE, REJEITARAM AS PRELIMINARES E, NO MÉRITO, NEGARAM PROVIMENTO AOS RECURSOS."