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sábado, 22 de junho de 2013

Por quê um historiador não é um pipoqueiro?!

Ô vida dura! Começo a entender melhor certas coisas. Algum fã de Francisco Carlos Teixeira, professor de história contemporânea da UFFRJ e comentarista da GloboNews, enviou uma mensagem para o blog me esculhambando. Com efeito, eu o critiquei duas vezes nesta semana. Na primeira porque, quando a Prefeitura de São Paulo foi atacada por vândalos, em vez de ele censurar os bandidos, ele criticou o prefeito por não ter, até então, baixado a tarifa. Na segunda porque, quando a Polícia Militar do Rio reagiu às agressões que sofreu, ele, mais uma vez, poupou os marginais e criticou a… polícia!!! Desta feita, foi ainda mais longe. Deu uma receita para Dilma debelar a crise e aproveitou para atacar a aprovação em uma comissão da Câmara de um "projeto de cura-gay" que custaria uma fortuna aos cofres públicos. Eita!!! Vamos ver: a) não existe um projeto de cura-gay; b) o que existe é um Projeto de Decreto Legislativo que derruba duas resoluções do Conselho Federal de Psicologia. Custo para o Estado: ZERO! Vale dizer: opinava sobre assunto que ignorava completamente. Pois é… Longe de mim afirmar que ele é um descuidado sistemático em matéria de história, mas que é capaz de enormidades, ah, isso é, sim. Em 2004, o também professor de história Marco Antonio Villa publicou uma resenha na Folha sobre o lançamento da coleção "O Brasil Republicano", coordenada por Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado. Francisco Carlos Teixeira assinou o ensaio "Crise da Ditadura Militar e o Processo de Abertura Política". Cometeu, então, o seguinte parágrafo: "Em 1968, no bojo de uma profunda crise econômica e da perda do controle das ruas e do avanço da guerrilha urbana, sequestro do embaixador dos Estados Unidos, por exemplo-, produz-se o chamado golpe dentro do golpe, quando uma junta militar impede a posse do vice-presidente, o mineiro Pedro Aleixo, no afastamento por motivo de saúde do general Costa e Silva, e impõe ao país uma dura série de medidas policiais, consolidadas, numa sexta-feira 13 (dezembro, 1968, início de uma longa noite de terror), no chamado Ato Institucional nº 5″ (pág. 257)". Observa o professor Villa na resenha: "Vamos aos erros. Primeiro: em 1968 já se havia iniciado a retomada da economia, tanto que é o início do "milagre brasileiro". Segundo: o embaixador Charles Elbrick foi sequestrado em setembro de 1969. Terceiro: a Junta Militar toma posse em agosto de 1969. Quarto: já na Presidência, a patente de Costa e Silva era a de marechal. Quinto: o AI-5 foi assinado por Costa e Silva, e não pela Junta Militar. Convenhamos: são muitos erros para tão poucas linhas". Pois é… É erro demais, especialmente quando se é um historiador. Convenha-se: o juízo que se possa ter sobre isso e aquilo pode variar de acordo com ideologia, gosto etc. Mas o compromisso com o fato me parece matéria-prima essencial do historiador. Noto que, no caso do livro, ele usou os mesmos instrumentos de precisão com que analisou o ataque à Prefeitura de São Paulo, a agressão à PM do Rio e o projeto — que não existe — da "cura-gay". O que existe, e é outra coisa, não vai custar um tostão ao Estado. A sua opinião só é considerada mais qualificada do que a de um pipoqueiro ou a de faxineiro da Globo-News porque, supostamente, dispõe de mais instrumentos para distinguir o fato da ficção. Por Reinaldo Azevedo


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Movimento do Passe Livre suspende protestos. Deve ter cobrado bem mais do que R$ 0,20.

Após uma série de atos de hostilidade contra militantes de partidos durante o ato que comemorou a revogação do aumento nas tarifas dos transportes, realizado na noite de quinta-feira (20) na avenida Paulista, região central de São Paulo, o MPL (Movimento Passe Livre) - que vinha convocando os atos desde a semana retrasada - anunciou em entrevista à rádio CBN que não irá mais fazê-lo.
 "O MPL não vai convocar novas manifestações. Houve uma hostilidade com relação a outros partidos por parte de manifestantes, e esses outros partidos estavam desde o início compondo a luta contra o aumento e pela revogação", afirmou Douglas Beloni, do MPL. Além disso, o aumento no número de manifestantes que propõem 'pautas conservadoras' também motivou a decisão. "Nos últimos atos pudemos ver pessoas pedindo a redução da maioridade penal e outras questões que consideramos conservadoras. Por isso suspendemos as convocações". (UOL)

Novos protestos ocorrem em SP e Porto Alegre. Fifa ameaça cancelar Copa das Confederações.

CLIQUE AQUI para ler "A nova classe média chega à política", de Marcus Rocha, publicado originalmente em Zero Hora. 

Há pouco o ministério da Cultura foi evacuado. A informação é de que havia ameaça de bomba. No interior paulista, um carro suspeito foi recolhido. Novos protestos foram marcados para 60 cidades, ainda hoje. Em São Paulo e Porto Alegre, a manhã desta sexta abriu com protestos de rua. O clima de insegurança para jogadores, delegações e jornalistas alarmou a Fifa, que ameaça levantar o circo e ir embora imediatamente. 

Os jornalistas do site UOL, que pertence à Folha de S. Paulo e O Globo, confirmou há pouco que a Fifa deu um ultimato ao governo brasileiro: ou as autoridades nacionais garantem a segurança da Copa das Confederações, dos jogadores, comitivas e membros da imprensa internacional que estão no Brasil, ou irá cancelar a realização do evento. Leia mais:

O UOL Esporte apurou que a cúpula da entidade que controla o futebol mundial levou à presidente Dilma Rousseff o seguinte recado: se mais algum membro da Fifa, das seleções que participam da Copa das Confederações ou da imprensa internacional sofrer algum tipo de violência advinda dos protestos que tomaram conta do país, a Copa das Confederações será cancelada.Oficialmente, a entidade e o Comitê Organizador Local negam qualquer tipo de reclamação ao Governo Brasileiro ou a possibilidade de suspensão da Copa das Confederações. A área de comunicação ligada à Presidência afirma desconhecer o assunto.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PT desafia manifestantes sem partido e vai botar militância paga na rua.

Lula e Dilma, comunistas assumidos
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, diz que está "conclamando" a militância do partido a participar hoje de manifestação na av. Paulista liderada pelo Movimento Passe Livre. "Nós não temos medo do povo na rua", diz ele. "Nós estamos aconselhando o nosso pessoal a se juntar a essa manifestação." Nas passeatas anteriores, participantes gritavam "sem partido, sem partido" e pediam que militantes baixassem as bandeiras de suas legendas. 

Falcão diz acreditar que isso não ocorrerá hoje. "Uma coisa é um partido aparelhar o movimento. Outra é as pessoas se expressarem livremente, com símbolos anarquistas, do MST, do PT. Ninguém tem que proibir." Ele afirma não temer que militantes sejam agredidos. "Num movimento de tal amplitude, tem de tudo. Os veículos de comunicação, por exemplo, foram hostilizados. Mas vamos lá dialogar." 

Falcão diz que isso já estava ocorrendo já que integrantes do PT participam ou são próximos do MPL."Não é uma gente estranha a nós. O [Antonio] Donato [secretário de Governo de Fernando Haddad] e o [vereador] José Américo já apanharam com eles [quando eram oposição]." Ele afirma que Haddad relutou em baixar a tarifa porque "pegou a prefeitura com uma dívida que suga recursos do município". 

Mas o prefeito não só cedeu como pode até, "se possível", segundo Falcão, antecipar a implantação do Bilhete Único Mensal, prevista para novembro. "O PT fez o Bilhete Único, corredores de ônibus e a [ex-prefeita] Marta Suplicy teve até que usar colete a prova de balas para reformar o sistema. E a [presidente] Dilma Rousseff já liberou R$ 33 bilhões para mobilidade urbana."(Folha de São Paulo)


CNN analisa: "Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público"

A CNN, maior rede de jornalismo da TV americana e mundial, fez uma reportagem especial sobre os verdadeiros motivos por trás dos protestos ocorridos em várias cidades do Brasil.

Em tradução, o texto, intitulado "O Que Realmente Está Por Trás dos Protestos Brasileiros?", lê:

O Brasil está vivenciando atualmente um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade. O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação cortando taxas e ainda não se deu conta que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo o governo brasileiro está reproduzindo em menor escala o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento. Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção na história brasileira finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter essa condenação ao usar manobras inacreditavelmente inconstitucionais, como a PEC 37, que vai tirar o poder investigativo dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação unicamente para a polícia federal. Além disso, outra proposta tenta sujeitar as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes. 

Estas são, de fato, as revoltas dos brasileiros. 

Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer por um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora "desperta"."


terça-feira, 18 de junho de 2013

Assustada com a crise, Dilma corre para São Paulo em busca da proteção de Lula

A ROUPA VERMELHA É O SINAL DE ALERTA - COMUNISMO!

A charge ao lado mostra uma Dilma bem assustada com a crise. Como a presidente não tem valor político e eleitoral próprios, percebe que sua base de apoio poderá deixá-la no mais completo isolamento, disposto até mesmo a sacrificá-la no altar mor da Pátria, desde que isto possa conter a voz cada vez menos roucas das ruas. O País vive uma crise de grandes proporções, inédita e de resultados imprevisíveis, porque os objetivos vão se refinando a cada hora e se materializando nas más ações do governo e do seu Partido.

O site Brasil247, geralmente alinhado com as posições do PT e do governo Lula, informou esta tarde que a presidente Dilma Rousseff partiu para São Paulo para encontrar o ex-presidente Lula e debater a onda de protestos pelo país. Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que parece ser muito mais mentor do que mediador nos conflitos, "seria pretensão achar que a gente compreende o que está acontecendo". Ontem, Lula comentou os protestos de São Paulo pelo Facebook: "Tenho certeza que dentre os manifestantes, a maioria tem disposição de ajudar a construir uma solução para o transporte urbano"

sábado, 15 de junho de 2013

Dilma toma duas vaias seguidas na abertura da Copa das Confederações. Battler, imaginando ainda estar na Suiça, reage: "Pô, gente: cadê o fairplay".


Dilma, na foto, sem graça, depois de ter tomado duas vaias seguidas. Atrás dela, também sem graça, a ministra Gleise Hoffmann quase cerra os olhos, parecendo não acreditar no que ouve. 
. A presidente Dilma Rousseff foi muito vaiada momentos antes do início da abertura da Copa das Confederações. Anunciada pelo alto-falante do estádio, ela fez caras de poucos amigos e limitou-se a dizer uma única frase no microfone, enquanto Joseph Blatter, presidente da Fifa, deu uma bronca na torcida pelo comportamento.
. "Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, visivelmente constrangido com a situação. Dilma, por sua vez, foi sucinta e ignorou os protestos. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse ela, atropelando as vaias.

Vais para Lula em 2007 no Maracanã e para Dilma hoje no Mané Garrincha (15-06-13)

A presidente Dilma Rousseff foi muito vaiada momentos antes do início da abertura da Copa das Confederações. Anunciada pelo alto-falante do estádio, ela fez caras de poucos amigos e limitou-se a dizer uma única frase no microfone, enquanto Joseph Blatter, presidente da Fifa, deu uma bronca na torcida pelo comportamento.
"Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, visivelmente constrangido com a situação. Dilma, por sua vez, foi sucinta e ignorou os protestos. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse ela, atropelando as vaias.
O momento embaraçoso repete uma outra história polêmica do país em grandes competições. Em 2007, na cerimônia que abriu o Pan do Rio de Janeiro, Lula estava no Maracanã e foi vaiado em todas as vezes que apareceu no estádio ou foi citado. Até por isso, ele quebrou o protocolo e não fez o pronunciamento tradicional de abertura.
"Na minha vida política, a vaia e o aplauso são dois momentos de reação do ser humano. A única coisa que eu, particularmente, fico triste é que eu fui preparado para uma festa. É como se eu fosse convidado para o aniversário de um amigo meu, chegasse lá e encontrasse um grupo de pessoas que não queria a minha presença lá", afirmou Lula após o episódio, no programa "Café com o Presidente".
A vaia só aumenta o clima tenso que cerca a abertura da Copa das Confederações. Durante todo o sábado, centenas de manifestantes protestaram nas cercanias do estádio contra os gastos com a competição. 
Dilma e Blatter estão no camarote do Mané Garrincha. Perto deles está o desafeto de Dilma, José Maria Marin, presidente da CBF, mantido afastado pela presidente por conta de seu passado ligado à ditadura.
Neste sábado, no entanto, ela não pôde fugir de Marin. Ricardo Stuckert, fotógrafo oficial da CBF e que já trabalhou com Lula, conseguiu tirar uma foto em que Dilma aparece junto com o cartola, feito significativo para quem precisa comprovar força política de olho na eleição da CBF no ano que vem.

FONTE UOL 

Que país é este onde o direito à manifestação é mais importante que o direito de ir e vir e o direito de propriedade?

Os manifestantes queimam ônibus, interrompem vias públicas e destroem propriedades privadas. No entanto, o governo do PT, oficialmente, entende que deve ser respeitado o direito à manifestação,em primeiro lugar. Isso é o oposto de democracia. Ontem, 50.000 produtores rurais em dezenas de pontos do país protestaram contra as quase 500 invasões indígenas em propriedades legítimas. Nenhuma violência. Nenhum prejuízo à ordem pública. Nenhuma depredação. Homens e mulheres com a pele tisnada pelo sol e as mãos calejadas, muitos aos prantos, pediram, pacificamente ao governo: devolvam nossas terras, nós não temos culpa de nada, nós só queremos paz para produzir. Enquanto isso, em Brasília, cerca de 200 manifestantes incendiaram toneladas de pneus, obstruíndo a principal via de circulação da capital federal. Em São Paulo, por um aumento de 20 centavos no bilhete de ônibus, instalou-se o caos, uma escalada de violência inimaginável que, ao final, virou culpa de quem deveria ter, desde o início, a impedido de todas as maneiras em nome do direito de ir e vir e do direito de propriedade, que se sobrepõem, sim, ao direito de manifestação quando a mesma é violenta: a Polícia Militar. Sim, o direito de manifestação deve ser garantido. Mas que estes bundinhas e estas patricinhas da paulicéia desvairada mirem-se no exemplo dos produtores rurais do Brasil. Se querem apenas emoções fortes, que não chorem a bala de borracha na cara e a pancada de cassetete no lombo. Acima de qualquer manifestação está a Lei e a Ordem.

PROCURADORIA DA REPÚBLICA AVISA QUE DÍVIDA ESTRATOSFÉRICA PODE LEVAR A PETROBRAS À FALÊNCIA E GERAR CAOS NACIONAL

Impedida de importar e exportar petróleo há uma semana em razão de uma dívida de R$ 7,3 bilhões, a Petrobras pode "quebrar" (ir à falência) e gerar "caos" no mercado de ações caso pague o débito "estratosférico", segundo o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. O parecer da Procuradoria-Geral da República está no processo que tramitou no Tribunal Regional Federal da Segunda Região. 
Na quinta-feira, a estatal tentou, sem sucesso, levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça para recuperar a certidão negativa de débitos que lhe permite importar, exportar e até participar de rodadas do pré-sal. O próprio governo federal, por meio da Procuradoria da Fazenda Nacional, cancelou essa certidão no dia 7 de junho devido à dívida bilionária da estatal. No parecer, de abril de 2012, o Ministério Público Federal opina em favor da Petrobras. À época, o valor calculado da dívida estava na casa dos R$ 6 bilhões e, segundo a procuradoria, esse débito "estratosférico" deve ser suspenso para evitar a falência da estatal. "Vale salientar que no caso em tela, a agravante (Petrobras) não poderia promover o deposito judicial para suspender a exigibilidade do credito, tendo em vista seu valor estratosférico na casa dos R$ 6.000.000.000,00 (seis bilhões de reais)", diz o documento. E a procuradoria ainda destacou: "O valor é seis bilhões e não seis milhões de reais, que se depositado 'quebraria' a Petrobras e levaria de roldão a Bolsa de Valores de São Paulo gerando o caos no mercado acionário brasileiro". Alvo de uma briga judicial desde 2003, a empresa reconhecia em seus balanços uma exposição máxima de R$ 4,5 bilhões. Atualmente, o valor calculado do débito é de R$ 7,3 bilhões, uma diferença de R$ 2,8 bilhões para o montante previsto no balanço. A dívida que motivou o cancelamento da certidão da Petrobras está relacionada ao não recolhimento do Imposto de Renda retido na fonte sobre remessas para o Exterior em pagamento de plataformas petrolíferas móveis, no período de 1999 a 2002. A empresa foi autuada em 2003 e, desde então, questiona na Justiça a cobrança da dívida. A Petrobras tenta a suspensão da exigibilidade de crédito tributário do IR. No processo levado ao Superior Tribunal de Justiça, os advogados da Petrobras citam que o valor da dívida é "vultuoso". Afirmam ainda que a empresa enfrenta "falta de disponibilidade de caixa", o que a levou a reduzir o próprio orçamento relativo aos investimentos do pré-sal e a forçou a captar recursos no exterior para honrar o plano de investimentos. A Petrobras disse que está "amparada na legislação tributária que lhe assegurava a desoneração do Imposto de Renda à época dos fatos, razão pela qual interporá os recursos processuais pertinentes para a defesa de seus direitos, não lhe cabendo emitir juízo de valor em relação à opinião de representante do Ministério Público". A estatal não falou nada em relação aos efeitos operacionais e impactos financeiros do cancelamento da certidão, mas nega que haja risco de desabastecimento. "A Petrobras, em relação a notícias veiculadas na imprensa, esclarece que está tomando todas as medidas para, em um breve espaço de tempo, restabelecer a Certidão Negativa de Débito - CND, e assegura que não há risco de interrupção operacional e desabastecimento de petróleo e derivados no país", informou a estatal num comunicado aos investidores.

"AVISEM A TODOS OS MANIFESTANTES! COMPARTILHEM!

Usem a bandeira brasileira como manto em volta do corpo, qualquer ato contra uma pessoa que esteja com a bandeira sobre o corpo é um ato contra a bandeira nacional. Isso é crime conforme o art. 44º do Decreto-lei nº 898, de 29 de setembro de 1969: "Destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público. Pena: detenção, de 2 a 4 anos." Os policiais provavelmente não vão respeitar isso devido à seu péssimo treinamento e pouco amor à pátria. Isso vai fazer eles se atacarem, pois vão ser feitas fotos com policiais atirando contra a bandeira, atirando spray de pimenta e bombas. Mesmo se nesse momento a imprensa não ficar a nosso favor, vai atrair a atenção da imprensa internacional. Não apenas pelo fato do ataque à bandeira, mas também porque o dever de policias/bombeiros e médicos é servir a sua pátria.

Descoberta a origem de mais um grupo que ajuda a tocar o terror em São Paulo. Vejam! Ou: Eles trocaram Marx por uma mistura de Lafargue com Bakunin!

Ai, ai… As coisas vão ficando cada vez mais divertidas. Nos distúrbios de rua, especialmente em São Paulo, a gente nota a presença ostensiva de bandeiras amarelas. Vejam.
Há ali a assinatura de um "movimento", que tem página na Internet: chama-se "Juntos". O endereço é juntos.org.br. Mais uma vez, fui fazer a divertida brincadeira de saber quem e o dono do registro. Tchan, tcha, tcham!
Sim, trata-se de Luciana Genro, militante do PSOL, filha do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT). Ela anda um tanto afastada da política por razões de saúde, mas o vereador Pedro Ruas, de Porto Alegre, dá toda força à turma e a substitui com sobras. O "Juntos" é uma espécie de movimento social do PSOL. No "Quem somos", eles se revelam (em vermelho):
"Juntos! é um movimento nacional de juventude. Surgiu no início de 2011 em São Paulo e vem conquistando a simpatia de jovens de todo o Brasil. Surgimos em um novo momento no mundo. O mar da história está agitado, já diria Maiakovski. Representamos uma nova geração de lutadores dispostos a construir um mundo radicalmente novo. Juntos! é a juventude em movimento pela educação de qualidade, em defesa do meio ambiente, contra o preconceito e por uma sociedade com igualdade e liberdade para todos.
Juntos! construímos o nosso I Encontro Nacional que deu o ponta-pé inicial pra nossa empreitada de organizar as lutas onde quer que estejam.
Juntos! é a juventude dos indignados: dos tunisianos, egípcios, espanhóis, chilenos. Somos aqueles que estão sem emprego, sem educação, sem cultura, sem casa, mas também sem medo de lutar! Somos aqueles que estão em defesa da Amazônia nos atos contra a construção de Belo Monte e contra o novo código (anti-)florestal! Somos aqueles que estão nas lutas contra toda forma de preconceito, seja de genêro, etnia, idade, credo. Somos aqueles que estavam nas Marchas da Liberdade, das Vadias, no #ForaRicardoTeixeira, contra a corrupção, nas paradas LGBT. Somos aqueles que #TomamosAsRuas e lutamos por uma #DemocraciaRealJá!
Voltei Como se vê, para que alguém pertença ao "Juntos", basta que tenha uma causa, qualquer uma, e que se indigne com alguma coisa. Boa parte dos "revolucionários" modernos, estes que promovem a baderna em várias cidades brasileiras, com destaque para São Paulo e Rio, não têm mais, a exemplo de seus congêneres do passado, Karl Marx como referência. O marxismo, já afirmei aqui algumas vezes, é difícil. A leitura da teoria propriamente dita é chata. É diferente do Marx divertido de "O 18 Brumário" ou de "A Ideologia Alemã" — ainda assim, também esses livros são ignorados.
A "moçada" que está nas ruas tem pressa demais para se ater a textos de referência. Bastam-lhes as opiniões dos amigos no Facebook e algumas irresponsabilidades daquele professor "bacana" de história que os incita ao ativismo. Teoria pra quê? Mesmo os vermelhos que tentam organizar a turma (PSOL, PCO e congêneres), lembrou um amigo ao telefone nesta sexta, estão menos para Marx do que para uma mistura, assim, de Paul Lafargue, que escreveu um panfletozinho chamado "O Direito à Preguiça", com Bakunin, o anarquista. Ao mesmo tempo em que parecem rejeitar o estado, exigem que ele se comporte como o grande provedor. Tempos de obstipação ideológica!
Tenho combatido, desde o primeiro dia, como evidenciam os textos que estão em arquivo, certo esforço que anda por aí de emprestar aos violentos distúrbios de rua — promovidos principalmente por jovens de classe média alta (as roupas o denunciam) — um alcance mais profundo, como se fossem eventos da superfície a denunciar um movimento de placas tectônicas da sociedade brasileira. Será mesmo?
São Paulo tem 11,5 milhões de habitantes; o Rio, 5,5 milhões. O movimento contra o reajuste da passagem de ônibus deve ter reunido pouco mais de 5 mil pessoas na primeira cidade — 0,05% da população — e de 2 mil na segunda: 0,04%. É mais do que o suficiente para provocar o caos. Aliás, a depender da leniência da polícia ou da violência dos que protestam, dá para provocar um desastre na cidade com muito menos gente do que isso. Basta que dois ou três malucos resolvam se deitar no meio da avenida, sem que ninguém os tire de lá, e pronto!
Mas por que o transporte virou uma espécie de fetiche? Por que essa luta "pegou" — ainda que nesse universo restrito de uns poucos milhares numa cidade de muitos milhões — e conta, segundo pesquisas, com o apoio de boa parte da população. Porque, se formos pensar, de todos os serviços públicos, é aquele cujo pagamento é mais visível. É diário — ainda que não forma de cartão. E também é o que rende menos satisfação. A educação pública até o ensino médio é uma lástima, mas é gratuita. A saúde, idem, idem. Boa ou má, não se paga de modo perceptível por segurança pública. Há outros serviços oferecidos por concessionárias que causam satisfação imediata: é o caso da energia elétrica ou da telefonia. Mesmo havendo reclamações às pencas, o fato é que o serviço está disponível na esmagadora maioria das vezes.
Com o transporte público, a coisa é diferente. O serviço nas grandes cidades é mesmo precário, ainda que tenha melhorado muito (falo de São Paulo, que conheço) nos últimos 20 anos. Tanto é um ponto nevrálgico que Fernando Haddad transformou a questão numa bandeira de campanha. E foi eleitoralmente bem-sucedido. Que o seu "bilhete mensal" fosse só uma tramoia de marketing, isso era evidente. Bastava refletir um pouco. Mas a tese seduziu muita gente, especialmente jornalistas. Assim, é fácil entender que um movimento que se oponha à elevação do preço da passagem — e que prega, na verdade, tarifa zero — conte com a simpatia de muita gente.
Nada de bom Não há nada de bom, reitero o que escrevi na manhã de ontem, nesse movimento. Ao contrário. Assistimos ao casamento do estado-babá com o estado prevaricador. Os "lafarguistas" brasileiros estão tentando transformar num valor, numa cláusula pétrea do caráter nacional, o "direito à preguiça", ao "almoço grátis". Querem que o estado forneça de camisinha a aborto, tudo graciosamente — tratar-se-ia, asseguram, de "direitos". E tem sido esse o mais permanente sinal das ditas políticas de inclusão social, que tendem a criar, dada a forma como se exercem, clientelas políticas. E qual a causa da violência? Ora, a experiência indica que os "oprimidos" — ou aqueles que falam em seu nome — têm assegurado o direito à transgressão. Não tem sido assim com o MST e com os índios, por exemplo?
Mas vai mudar A partir de segunda, no entanto, a pauta deve sofrer uma torção. O PT decidiu aderir às manifestações de rua, mudando a sua agenda, que é ruim para Fernando Haddad. Em vez de protesto contra a elevação da tarifa, os alvos serão a Polícia Militar e o governo de São Paulo.
Ontem, a vastíssima rede do PT na Internet, incluindo os blogs e sites sujos financiados pelo governo federal, por gestões petistas e por estatais, entraram firme no apoio ao protesto de segunda. O PT tem experiência nisso. Sua ala sindical deve ir à rua, inclusive para tentar impedir que a coisa degenere para a violência.
Ingênuo ou espontâneo, esse movimento nunca foi, como este post prova mais uma vez. Ele só se dava um tanto à margem do petismo. Mas, agora, o partido decidiu deglutir o processo.

Reinaldo Azevedo
Jornalista - VEJA

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Lula quer criar o Ministério do Tomate. Te cuida, Mantega!


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira (13) a expansão no número de ministérios ocorrida em seu governo e na gestão Dilma Rousseff e disse que pastas com muitas atribuições acabam não cuidando bem de nada. Neste ano, o governo federal criou um 39º ministério: a Secretaria da Micro e Pequena Empresa. No primeiro mandato de Lula (2003-2006), foram criadas pastas como a das Cidades e Igualdade Racial. 

"Por que posso ter um Ministério da Indústria e não ter um Ministério da Mulher? Por que posso ter um Ministério do Exército e não posso ter um Ministério do Negro? Por que não posso fazer com quem a sociedade seja representada em sua condição de gênero, de cor, de raça, dentro do governo?"

Lula disse que o Ministério das Cidades atende prefeitos na capital federal e que a pasta da Pesca não poderia continuar subordinada à da Agricultura. "Ou o cara vai a Brasília discutir tomate ou vai discutir peixe. Um dá na água e outro dá na terra", disse, em palestra. Lula falou no encerramento de um fórum internacional de prefeitos de cidades de periferia em Canoas (RS).(Folha Poder)


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terça-feira, 11 de junho de 2013

Servidor de gabinete de vereador do PT é flagrado e preso por pedofilia em Porto Alegre

Alberto Kopittke, foto ao lado, vereador do PT, não sabia de nada. Ele ficou surpreso com a prisão, colabora com as autoridades e já demitiu o servidor envolvido com pedofilia. 

Embora a atenção da oposição (PT, PCdoB e PSOL) prossiga muito forte para emplacar duas CPIs na Câmara de Porto Alegre (Smam e Procempa), os vereadores de todos os Partidos abriram a semana alarmados com as notícias de que numa das bancadas do Legislativo, a Polícia Civil estava investigando há algumas semanas as atividades de um grupo envolvido com pedofilia.

. O ambiente só serenou nesta segunda-feira de manhã, quando foi liberada a informação de que o caso envolveu apenas um servidor ligado ao gabinete do vereador Alberto Kopittke, do PT. Kopittke (foto) avisou que ficou surpreso com a descoberta, abriu os computadores do gabinete e mandou demitir o auxiliar.

- Alberto Liebling Kopittke é advogado. Atualmente é o presidente da ONG RS Mais Seguro, após deixar a Diretoria Executiva do Consórcio Metropolitano.Atuou como Secretário Municipal de Segurança Pública e Cidadania do município de Canoas, RS (2010). Entre 2007 a 2008 foi chefe da Assessoria Parlamentar do Ministério da Justiça e coordenador geral da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), na gestão do Ministro Tarso Genro


domingo, 9 de junho de 2013

BOLSA FAMÍLIA - O VÍDEO PROIBIDO - COMPLETO

Augusto Nunes diz que general Newton Cruz mostrou há 30 anos como funciona o ‘controle social da mídia’ com que sonha a seita lulopetista

No seu artigo, o jornalista Augusto Nunes, Veja, ex-diretor de Redação de Zero Hora, Porto Alegre, lembra que de  passagem pela Argentina, entre um e outro olhar 171 na direção da companheira Cristina Kirchner, Lula festejou a ofensiva liberticida concebida para sufocar financeiramente o Grupo Clarín. Leia o que ele escreveu:

"Podem vir todos os jornais, todos os canais de televisão que quiserem que não poderão negar o apoio que este governo tem", caprichou na bravata ao discursar na inauguração de uma universidade controlada por sindicalistas. Na continuação do palavrório, sonhou acordado com a ressurreição da censura à imprensa no Brasil, disfarçada de "controle social da mídia" ou "regulamentação dos meios de comunicação".
"Faz dois anos e meio que deixei o governo", choramingou o ex-presidente que ainda não desencarnou do Planalto. "Eu pensei que a nossa imprensa, no Brasil, fosse parar de falar mal de mim. Mas hoje falam mal de mim e da Dilma. Às vezes, eu tenho a impressão de que a imprensa está exilada dentro de nosso país. Está isolada. Quando nos criticam, dizem que é democracia, mas quando nós os criticamos dizem que estão sendo atacados". (Segundo o Glossário da Novilíngua Lulopetista, "falar mal"  quer dizer divulgar, denunciar, investigar ou comentar escândalos protagonizados por militantes ou aliados do PT. Exemplo: faz 195 dias que alguns jornalistas falam mal de Lula e Rose.) Dias depois da performance dedicada à viúva-de-tango, o palanque ambulante retomou no Peru o tema recorrente. Entre uma palestra de 100 mil dólares e uma conversa encomendada por benfeitores de campanhas eleitorais, o camelô de empreiteiro concedeu uma entrevista ao La Republica ─ e não perdeu a chance de reiterar a advertência: "Os companheiros da comunicação devem compreender que um canal de TV é concessão do Estado. E não se pode usar uma concessão para atuar como partido político. Não pode inventar fatos. Tem de contar a verdade". (O alvo era o jornalismo independente. Ruim de mira, Lula acertou a testa da TV Brasil, o pé das emissoras do companheiro José Sarney e o fígado do jornal do parceiro Fernando Collor.)

. Passados quase 30 anos, o ex-presidente ─ quem diria ─ invoca argumentos semelhantes aos utilizados pelo general Newton Cruz, então comandante militar do Planalto, para inaugurar em 17 de dezembro de 1983 o que o PT batizaria tempos depois de 'controle social da mídia'.

sábado, 8 de junho de 2013

PT dá os retoques finais no projeto de golpe que pode levar o Brasil a uma obtusa ditadura socialista

Avanço perigoso – Os brasileiros de bem devem ficar atentos para os movimentos que acontecem na corte petista a partir do Palácio do Planalto, pois o golpe que está em marcha desde 2003 vem ganhando reforços perigosos.
Com o intuito claro de beneficiar os petistas mensaleiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal, a presidente Dilma Rousseff indicou o advogado Luís Roberto Barroso para a vaga do então ministro Carlos Ayres Britto.
Admitindo que desconhece a Ação Penal 470 (Mensalão do PT), Barroso afirmou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), onde foi sabatinado, que participará do julgamento dos recursos interpostos pelos réus, fase final do processo no STF. Trata-se de uma declaração preocupante, pois Luís Roberto Barroso, como largamente noticiado, é próximo do deputado cassado José Dirceu, condenado no processo, e de advogados que atuaram no julgamento.
Não bastasse, Barroso disse, ainda na CCJ do Senado, que as cláusulas pétreas da Constituição Federal podem ser analisadas com doses de flexibilidade. A incumbência de um ministro do Supremo é zelar pela Constituição, mas jamais querer violentá-la o novo magistrado, cuja nomeação já foi publicada no Diário Oficial da União.
A chegada de Luís Roberto Barroso ao STF torna-se ainda mais preocupante se analisada sua declaração de que a Suprema Corte pode, em tese, rever a Lei de Anistia. Essa afirmação mostra que o Brasil se aproxima cada vez mais de uma ditadura comunista, nos moldes da que existe na vizinha e arruinada Venezuela, sem que a população perceba o perigo. O PT se apoderou do Estado de tal forma, que todos os escaninhos da máquina federal estão dominados pela ideologia burra que exala do socialismo boquirroto dos donos do poder.

Direitos Humanos & OEA

Outro assunto que deve ser acompanhado com atenção é a eleição de Paulo Vannuchi para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA).
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos é formada por sete membros e integra o Sistema Interamericano de Proteção e Promoção dos Direitos Humanos nas Américas. Três vagas foram renovadas na escolha que começou nesta semana. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a eleição de Vannuchi à CIDH fortalece o compromisso do Brasil com o Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
Paulo Vannuchi comandou a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República entre 2005 e 2011, durante o governo do agora lobista-fugitivo Lula da Silva. Na CIDH, Vannuchi será um braço avançado de José Dirceu, que já anunciou que recorrerá ao colegiado para tentar reverter sua condenação pelo Supremo no caso do Mensalão do PT.Leia mais

Mesmo com toda a máquina, Dilma cai 8 pontos no Datafolha.

A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu pela primeira vez desde o início de seu mandato, há dois anos. Pesquisa feita pelo Datafolha na quinta e na sexta-feira mostra que 57% da população avalia seu governo como bom ou ótimo. São 8 pontos a menos que no levantamento anterior, feito em março. A presidente perdeu popularidade entre homens e mulheres, em todas as regiões do país, em todas as faixas de renda e em todas as faixas etárias, segundo o Datafolha.

Os números do Datafolha indicam que a deterioração da imagem de Dilma é um reflexo do aumento do pessimismo dos brasileiros com a situação econômica do país e mostram que a população está mais preocupada com a inflação e o desemprego. Para 51%, a inflação vai subir. Em março, esse índice era de 45%. A mesma tendência pode ser observada em questões sobre desemprego, poder de compra do salário, situação econômica do país e do próprio entrevistado. 

Apesar da queda de popularidade, a presidente Dilma Rousseff continua sendo a favorita para vencer a eleição presidencial do ano que vem. No cenário mais provável da disputa, em que teria como adversários a ex-senadora Marina Silva (Rede), o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), Dilma teria 51% das intenções de voto, segundo o Datafolha. 

São sete pontos a menos que o verificado no levantamento anterior, de março. Mas ainda assim é o suficiente para liquidar a eleição já no primeiro turno. Em segundo lugar, com os mesmos 16% da última pesquisa, aparece Marina, atualmente engajada na criação de um novo partido político, a Rede Sustentabilidade.

Aécio foi o único que cresceu em relação ao levantamento de março. Ele tem agora 14% das intenções de voto, quatro pontos a mais que na pesquisa anterior. Nessas oportunidades, Aécio criticou o governo com muita ênfase na inflação, objeto de crescente preocupação da população, conforme a mesma pesquisa.

Em quarto lugar na pesquisa, com 6% das intenções de voto, aparece o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O índice é mesmo obtido por ele no último levantamento. A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de junho. Foram feitas 3.758 entrevistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.(Folha de São Paulo)


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Caganeira coletiva acaba com protesto indígena.

Uma marcha de índios, sem terra, sindicalistas, artistas e estudantes foi prejudicada por um surto de diarreia entre os manifestantes ocorrido na véspera, no acampamento montado ao lado da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande. "Tenho certeza de que foram os fazendeiros", disse a estudante de administração Celia Gabriel, prima de Oziel e irmã de Josiel, baleado na terça-feira. "Eles querem acabar conosco, com a nossa cultura." Era só o que faltava: agora caganeira em índio também é culpa de produtor rural.

Polícia Federal abre conta de Freud Godoy para investigar Lula no Mensalão

Ao lado, Freud Godoy. Ele foi uma espécie de faz-tudo de Lula, Marisa Letícia e a família Lula da Silva, pagando até contas pessoais do ex-presidente - com dinheiro público, claro, porque Lula não gosta de pagar suas contas com dinheiro próprio. 



A Polícia Federal solicitou, anteontem, a quebra do sigilo bancário de uma conta-corrente no banco Santander, em São Bernardo do Campo (SP), pertencente a Freud Godoy, que foi assessor especial da Presidência durante o governo Lula, e à mulher de Freud, Simone Godoy.O objetivo é descobrir supostos beneficiários de repasses da conta durante o ano de 2003, entre eles o ex-presidente Lula, apontado pela PF mineira como alvo secundário do inquérito. O inquérito é considerado pela PF "filhote do mensalão".Na conta no Santander foi depositado um cheque de R$ 98.500 emitido pela agência de publicidade SMP&B, do operador do mensalão, Marcos Valério. Freud e Simone podem responder por lavagem de dinheiro, caso não consigam comprovar a licitude da transação. Outro depósito, de R$ 150 mil, feito em março de 2004 na conta da empresa do casal, a Caso Comércio, também está na mira da PF. Freud alegou que o dinheiro vem da negociação de um imóvel.

. Conforme mostrou ontem o jornal "Folha de S.Paulo", Valério recusou o benefício da delação premiada em outro inquérito, instaurado em Brasília, para investigar o suposto repasse de US$ 7 milhões da Portugal Telecom ao PT. Segundo acusou Valério, Lula e o ex-ministro Antonio Palocci negociaram o pagamento com o então presidente da Portugal Telecom, Miguel Horta.

. O pedido de quebra da conta do Santander foi enviado ao Ministério Público Federal em Minas. Caberá ao MPF remeter a solicitação à Justiça Federal de Belo Horizonte. Os investigadores estimam em 90 dias de prazo para a chegada da documentação, considerada essencial para as investigações. Em depoimento após ser condenado no mensalão, Valério contou que os R$ 98.500 foram transferidos a Freud para bancar despesas pessoais de Lula. Ao ser interrogado há um mês pela PF, em São Paulo, o casal afirmou se tratar de pagamento para a empresa Caso e Comércio por serviços prestados de segurança na campanha de Lula em 2002. ( O Globo)

terça-feira, 4 de junho de 2013

PF indica que lambança da Bolsa Família foi culpa do governo.


A antecipação do pagamento do Bolsa Família pela Caixa Econômica Federal é hoje a principal linha de investigação sobre as origens do boato de encerramento do programa, disseminado há duas semanas. Segundo a Folha apurou, os investigadores da Polícia Federal passaram a apontar erros internos cometidos pelo banco estatal como o mais importante foco do caso depois que os primeiros sacadores do benefício foram ouvidos em depoimentos nos 13 Estados onde ocorreram as corridas às agências. Os primeiros saques foram feitos nos dias 18 e 19 de maio.

Nesses depoimentos à PF, os agentes descobriram que após a liberação antecipada do pagamento, expressiva quantidade de beneficiários do programa passou a ir aos bancos retirar o dinheiro. Por não comportar o volume de sacadores, as agências ficaram sem dinheiro. o que, segundo os investigadores, pode ter sido o gatilho para o início do boato replicado depois por rádios comunitárias e na internet de forma viral. O inquérito da PF corre em meio ao acirramento das declarações de conteúdo político estimulado tanto por setores do governo como da oposição. Nos bastidores, agentes da corporação reclamam da politização do caso.

CRONOLOGIA
Em um primeiro momento, a Caixa informou que liberou o benefício após a confusão provocada pelos boatos, e com o objetivo de aplacar o pânico dos beneficiários. Após a Folha revelar que dona de casa em Fortaleza (CE) conseguiu retirar seu pagamento de forma antecipada, o banco admitiu que houve mudança no calendário de repasses na véspera da eclosão das falsas notícias.

A polícia ouve pessoas atendidas pelo programa social em todos os Estados nos quais se registrou corrida aos bancos. Os agentes esperam concluir os depoimentos nesta semana. Outras linhas de apuração ainda não estão descartadas, como a que envolve suposta empresa de telemarketing com sede no Rio de Janeiro.(Folha de São Paulo)


História de um médico cubano


História de um médico cubano
:: Sandro Vaia

          

            O Dr. Gilberto Velazco nasceu em 1980 em Havana e recebeu seu diploma de médico em 15 de julho de 2005.
            No depoimento que me deu por e-mail e por telefone, disse que a sua graduação foi antecipada em um ano depois de uma "formação crítica e gravemente ruim", excessivamente teórica, feita através de livros desatualizados, velhos, rasgados, faltando páginas, além de "uma forte doutrinação política".
            No hospital onde fez residência havia apenas dois aparelhos de raios X para atender todas as ocorrências noturnas de Havana e não dispunha sequer de reagentes para exames de glicemia.
            Pouco adiantava prescrever remédios para os pacientes porque a maioria deles não estava disponível nas farmácias.
            A situação médica no país é tão precária que Cuba está vivendo atualmente uma epidemia inédita de cólera e dengue. Em 2 de fevereiro de 2006 foi enviado à Bolívia numa 'Brigada Médica' de 140 integrantes – 14 grupos de 10 médicos cada – que iria socorrer vítimas de inundações que nunca chegou a ver.
            No voo entre Cuba e a Bolívia conversou sobre assuntos médicos com o vizinho de poltrona e descobriu que ele não era médico, mas provavelmente agente da inteligência cubana. Calcula que em cada 140 médicos 10 eram paramilitares.
            Na Bolívia, onde lhe disseram que iria permanecer por três meses, quando ficou sabendo que deveria ficar no mínimo por 2 anos, recebendo 100 dólares de salário por mês e que a família receberia 50 dólares em Cuba – quantia que, segundo ele, nunca foi paga. Viveu e trabalhou em Santa Cruz de la Sierra e em Porto Suarez, na fronteira com o Brasil.
            Todos os componentes da Brigada recebiam um draconiano regulamento disciplinar de 12 páginas, dividido em 11 capítulos, que fixava desde horários e requisitos para permissões de saída até regras para relações amorosas com nativas e punia contatos com eventuais desertores.
            Os médicos verdadeiros eram vigiados pelos falsos médicos que, segundo Gilberto, andavam com muito dinheiro e armas. Ainda assim, o Dr. Gilberto, em 29 de março de 2006, conseguiu pedir formalmente asilo político à Polícia Federal em Corumbá e foi enviado a São Paulo, onde ficou por 11 meses.
            Pediu à Polícia Federal a regularização de sua situação para poder fazer os Testes de Revalidação Médica exigidos pelo Conselho Federal de Medicina, mas o pedido de asilo lhe foi negado. Como o prazo de refúgio concedido pelo CONARE – Comitê Nacional para os Refugiados – terminava em fevereiro de 2007, pediu asilo aos EUA no consulado de São Paulo, e em 2 de janeiro de 2007 viajou para Miami, Flórida, onde vive agora.
            A família do Dr. Gilberto foi penalizada por sua deserção com três anos de proibição de viagem ao exterior, mas atualmente vive com ele na Flórida.
            Ele trabalhou para uma empresa internacional de seguros de saúde, onde chegou a receber 50 mil dólares anuais, e atualmente está estudando para concluir os exames de revalidação de seu diploma médico nos EUA.
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Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de "O Estado de S. Paulo". É autor do livro "A Ilha Roubada", (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

JUIZ ALERTA: DEPUTADOS E SENADORES PREPARAM GOLPE PARA "BENEFICIAR CORRUPTOS"

Juiz Márlon Reis
O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados responsável pelo projeto que modifica a legislação eleitoral em vigor no Brasil, uma espécie de minirreforma política, vai entregar, na próxima terça-feira, as propostas que abrandam a Lei da Ficha Limpa e facilitam a vida dos gestores que tiveram contas reprovadas. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), coordenador do grupo, declarou que o projeto de lei complementar será inicialmente levado ao colégio de líderes e, no mesmo dia, ao plenário. A expectativa é de que a matéria seja aprovada até o fim de junho.




Pela Lei da Ficha Limpa, os gestores que tiverem as contas rejeitadas pelos tribunais de contas não podem se candidatar nas eleições dos próximos oito anos. Um dos pontos a serem modificados é justamente este, para muitos a razão de ser da Lei da Ficha Limpa. A proposta de mudança esvazia o poder dos tribunais de contas. Pelo novo texto, a palavra final sobre as irregularidades nos balanços contábeis dos chefes de executivo seria dada pelas respectivas casas legislativas.


Na prática, aqueles que tiverem as contas reprovadas apenas pelos tribunais de contas vão poder se candidatar normalmente. Prefeitos, governadores e presidentes só seriam impedidos de concorrer a cargos eletivos se os pareceres dos tribunais de contas fossem aprovados pelas câmaras municipais, assembleias legislativas ou Congresso Nacional.


Vaccarezza afirma que não existe polêmica nem corporativismo. "A proposta já está pronta e vamos levá-la a plenário na próxima terça-feira. Não existe polêmica. Atuamos com bom senso. Corrigimos apenas algumas distorções." Ele justificou o objetivo da mudança. "Parecer de tribunal de conta não é decisão."


O juiz Marlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, reagiu contra o que chama de golpe para "beneficiar políticos corruptos". "Estamos acompanhando tudo isso de longe. A Lei da Ficha Limpa foi produto de um movimento cívico e, agora, a sociedade não foi convocada para avaliar essas mudanças", alegou.


O magistrado comentou que as alterações previstas atacam o núcleo da legislação. "É uma tentativa de golpe. Tivemos conhecimento disso por meio de rumores. Não tenho aqui os números de cabeça, mas grande parte daqueles que se tornam inelegíveis é justamente porque tiveram contas rejeitadas pelos tribunais. Câmara de vereadores não rejeita conta de ninguém. Essa mudança aposta na volta da impunidade", reagiu.
Outro ponto que se pretende alterar é em relação a quem assume o cargo no caso de anulação dos votos do primeiro colocado na disputa eleitoral. Pela legislação atual, quem terminou em segundo assume automaticamente. O novo texto prevê que se convoque uma nova eleição, beneficiando o partido do candidato que cometeu irregularidades.
Atraso
Apesar de o projeto da Ficha Limpa ter sido sancionado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 4 de junho de 2010, quatro meses antes das eleições de outubro, a lei não valeu para o pleito daquele ano. Isso gerou apreensão entre os eleitores, pois o primeiro julgamento feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir sobre a aplicação ou não da lei em 2010 ocorreu justamente em outubro, e terminou com placar empatado: cinco votos contrários e cinco a favor.


Somente em março de 2011, o Supremo definiu a questão com o voto dado pelo ministro Luiz Fux contra a aplicação da norma para o pleito de 2010. O entendimento é de que a lei desrespeitou a Constituição, que determina que qualquer alteração na lei eleitoral deve ser aplicada somente um ano depois de sua vigência. Por fim, em fevereiro de 2012, o STF declarou constitucional a Lei da Ficha Limpa.
 

As principais mudanças

 
»  Pela Lei da Ficha Limpa, os gestores que tiverem suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas se tornam inelegíveis pelos oito anos seguintes, contando a partir da data da decisão. Com o novo texto, os chefes do Poder Executivo federal, estadual e municipal só se tornam inelegíveis se as contas foram rejeitadas pelas respectivas Casas Legislativas.
»  Pela lei em vigor, se os votos do candidato mais bem colocado forem anulados pela Justiça Eleitoral, quem assume automaticamente é o segundo. Agora, os parlamentares pretendem aprovar legislação que determine uma nova eleição em caso de anulação dos votos do primeiro colocado.


Memória - Ação da sociedade

 
A campanha da Ficha Limpa surgiu em abril de 2008, sem o nome de batismo atual, com o objetivo de melhorar o perfil dos candidatos a cargos eletivos do país. A iniciativa foi organizada por entidades da sociedade civil. O grupo elaborou um projeto de lei sobre a vida pregressa dos candidatos que pretendia tornar mais rígidos os critérios de inelegibilidades.


Durante um ano e cinco meses, mais de 1,3 milhão de assinaturas foram recolhidas. A proposta chegou oficialmente ao Congresso em 29 de setembro de 2009. Pelo texto original, o projeto de lei visava barrar o registro de candidatos condenados por crimes graves ou contra a administração pública já em primeira instância. 



Os parlamentares alteraram a versão original, determinando que apenas as pessoas condenadas por um órgão colegiado é que poderiam ter o registro negado pela Justiça Eleitoral. A sanção presidencial ocorreu em 4 de junho de 2010, mas a lei só valeu para as eleições de 2012. (Do Correio Braziliense)


domingo, 2 de junho de 2013

Jornal inglês fala o que a turma do “oba-oba” tenta esconder

"A nação está humilhada e frustrada com os gastos excessivos e os atrasos que atormentam a realização da Copa de 2014″
"O Maracanã passou por luxuosas reformas, sugando quase R$ 2 bilhões dos cofres públicos e passando a impressão de que a nação abençoada com o mais vitorioso futebol está também amaldiçoada por uma das piores corrupções e burocracias".
"Os problemas com o Maracanã são sintomas de uma causa mais ampla da preocupação sobre a realização da Copa no Brasil"
As frases acima, publicadas no jornal THE GUARDIAN, da Inglaterra, são, além de verdadeiras, arrasadoras para aqueles que tentam encobrir as verdades sobre a organização brasileira na Copa do Mundo.
Enquanto a turma do "João Sorrisão", dos comercias de cerveja e dos ex-jogadores remunerados tentam enganar a população, os ingleses foram certeiros, expressando o que muitos brasileiros tem vontade de dizer.
"A nação está humilhada e frustrada", "amaldiçoada com uma das piores corrupções e burocracias.".
Cirúrgico !
É certo que o governo inglês não é referência de honestidade, mas a imprensa do país, como no caso envolvendo as propinas da FIFA, ensina os brasileiros, com raras e conhecidas exceções, de que o espetáculo não pode mascarar a notícia.


"Investimento em educação vai quebrar o Brasil", declara Guido Mantega

A Câmara Federal aprovou, em 26/06/2012, por unanimidade - e agora a matéria está sendo analisada no Senado - o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê, entre outras metas educacionais, investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, a ser alcançado no prazo de dez anos. O texto aprovado determina que sejam ampliados os atuais recursos de 05,1% do PIB para 07% no prazo de cinco anos até atingir os 10% ao fim da vigência do plano.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega (foto acima), criticou, dia 04, as medidas aprovadas pelo Congresso. "Isso coloca em risco as contas públicas. Isso vai quebrar o Estado brasileiro", disse durante o Seminário Econômico Fiesp-Lide, em São Paulo. Explicou o ministro que o país caminha em 2012 para um dos menores déficits fiscais de toda a série histórica, em torno de 1,4% do PIB, bem como que "É com solidez fiscal que se abre espaço para reduzir os juros. Nossa dívida líquida em 35% do PIB é a menor de todos os tempos. Nossa situação fiscal é bastante sólida".
Causa perplexidade a forma como o ministro Guido Mantega trata a educação no Brasil, quando deveria ser a primeira preocupação dos governos. Investimento em educação não se mede como gastos, senhor ministro. A preocupação com a educação deveria ser um projeto de curto, médio e longo prazo de qualquer governo nacional e a principal prioridade das plataformas governamentais. E o Congresso Nacional está muito certo em aprovar medidas positivas direcionadas ao fortalecimento de nossa educação.
Não se constrói nem se reedifica uma nação sem investimento maciço na educação e cultura de seu povo. O Brasil tem uma dívida com a sua educação que precisa ser purgada não com retóricas ou tergiversações, mas com medidas efetivas que possam responsabilizar qualquer governo.
Ora bolas, que risco poderá comprometer a nossa solidez fiscal com a canalização de recursos para o fortalecimento da escola que irá produzir os alicerces de nossa estrutura social, financeira, econômica etc.? O país poderá quebrar por outras razões, mas não por investimentos educacionais.
Quanto se gasta inutilmente com a manutenção ostentosa dos Três Poderes, em Brasília: salários fabulosos, mordomias, privilégios e tudo o mais? Não se vê do governo federal uma prestação de contas à sociedade do que é arrecadado e onde o dinheiro está sendo aplicado. Por exemplo, não existe no plano federal um índice único de reajuste salarial nos Três Poderes. Por quê? A Constituição Federal no Art.37-X determina uniformidade de índice de reajuste salarial. Agora mesmo os servidores sem concurso dos gabinetes de deputados federais foram reajustados em 30%.
Se o Congresso, acossado pelas críticas sociais, não fizer a sua parte tornando o Plano Nacional de Educação mais consentâneo com as necessidades educacionais, quando o governo tomaria medidas realistas, se ele está mais preocupado em vender a imagem de um Brasil robusto, de solidez fiscal, etc., enquanto graves problemas sociais e educacionais não são combatidos com a competência devida? Não adianta apresentar o doente todo maquiado de cor saudável se o seu organismo não está funcionando bem.

sábado, 1 de junho de 2013

DILMA e as FARC : Bandidos em brasília !

Velha Esquerda Quer Acabar Com A Democracia ✰ Arnaldo Jabor ✰ 26.04.2013

Gabeira fala a verdade sobre a guerrilha(Ditadura do proletariado)

Universidade Federal de Ouro Preto abriga “Centro de Difusão do Comunismo”


Que as universidades brasileiras se converteram nas últimas décadas em centros de propagação das ideologias e mitologias da esquerda é fato que hoje ninguém mais ignora. O que muita gente não sabe é que a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) abriga, oficialmente, um "Centro de Difusão do Comunismo".
Não é piada, não. Vejam aqui.
O Centro de Difusão do Comunismo (CDC) está vinculado ao curso de Serviço Social da UFOP, e desenvolve (ou desenvolvia até 2012), sob a coordenação do Prof. André Luiz Monteiro Mayer, dois projetos de extensão: a Liga dos Comunistas e a Equipe Rosa Luxemburgo. O primeiro (que tem, ou teve, apoio do CNPq) se apresenta como um "núcleo de estudo e pesquisa sobre o movimento do real, referenciado à teoria social de Marx e à tradição marxista"; e o segundo como um grupo "de Debate e Militância Política Anticapitalista".
Não se trata, portanto, de um centro destinado a estudar o comunismo. O CDC existe para difundi-lo. Seu objetivo é "lutar por uma sociedade para além do capital!"
A Liga dos Comunistas da UFOP possui, é claro, um Manifesto, que termina assim:
A Liga dos Comunistas vem manifestar a sua radical opção: desejamos a morte das relações sociais impostas pelo capital; lutaremos pela sua ruína e superação com todas as armas que forem possíveis; e esperamos poder contribuir com a emancipação humana, rumo a outro modelo de sociedade "para além do Capital", no qual as relações sociais serão construídas para atender as necessidades básicas, material e espiritual, do ser social.
Morte ao Capital!
O problema é que, em vez do Capital -- que continua aí, firme e forte, colocando a cervejinha gelada nos botecos de Ouro Preto e alimentando os Andrés Luízes da vida --, o que os comunistas mataram foi gente de carne e osso. Uns 100 milhões, mais ou menos, só no séc. XX.
Agora deem uma olhada no currículo do Prof. André Luiz Monteiro Mayer (dados informados pelo próprio):
Militante Comunista. Doutor em Serviço Social pela UFRJ (Concentração em Teoria Social). Professor do Curso de Serviço Social da UFOP. Coordenador do Programa: Centro de Difusão do Comunismo (CDC-UFOP) com quatro ações vinculadas: (...) Tem experiência na área de assessoria aos movimentos sociais e nas seguintes áreas de ensino: teoria social, pesquisa, serviço social (projeto pedagógico). Debate principalmente os seguintes temas: capital, relações sociais, reificação, comunismo, serviço social (fundamentos teórico-metodológicos da vida social).
Pelas aulas que dá e pela militância que desenvolve na UFOP -- uma universidade pública, mantida com dinheiro de impostos pagos por toda a população --, o Prof. André Mayer recebe, de acordo com o Portal da Transparência, R$ 8.839,53 por mês.