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sábado, 17 de setembro de 2011
Lei Mário da penha
Este homem inocente e fraco está sendo linchado por um grupo ar
rogante e forte. Saiba como reage o RS?
Estudantes vaiam Lula e Haddad no ABC
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Elas fazem a diferença
CORRUPÇÃO - ELAS PODERIAM FAZER A DIFERENÇA
| Gastos com Publicidade | ||
| | | |
| ANO | até Maio | Anual |
| 2007 | 66.998.837,38 | 198.115.549,85 |
| 2008 | 73.702.618,98 | 278.823.974,11 |
| 2009 | 199.298.684,46 | 495.050.718,84 |
| 2010 | 300.481.929,40 | 649.102.345,22 |
| 2011 | 141.096.638,33 | ainda em curso |
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
JUSTIÇA BRASILEIRA -
A ação mais antiga do Supremo EDITORIAL
O processo mais antigo à espera de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) já completou 52 anos de tramitação, há cerca de dois meses. Quando foi protocolado, em junho de 1959, o endereço da Corte não era a Praça dos Três Poderes, em Brasília, mas a Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro. O atual presidente do Supremo e relator da ação, ministro Cezar Peluso, tinha 16 anos de idade. O ministro mais moço, José Antonio Dias Toffoli, nem sequer havia nascido. Até o nome do País era outro: República dos Estados Unidos do Brasil.
Com 12 volumes e 3 apensos, o processo tem 2.449 páginas - todas amareladas e muitas em processo de desintegração. Várias estão improvisadamente protegidas por sacos plásticos, para não virarem pó. Pelas estimativas dos servidores da Casa, essa é, seguramente, a ação em tramitação no Supremo Tribunal Federal com maior número de ácaros por página.
A ação foi proposta pelo então procurador-geral da República, Carlos Medeiros da Silva, contra o governo do Estado de Mato Grosso, que, naquele tempo, ainda não havia sido dividido. Para colonizar a região, o governo estadual havia doado a seis empresas lotes de terras públicas - hoje localizados em Mato Grosso do Sul -, com áreas superiores a dez mil hectares. O problema é que, pela Constituição de 1946, então em vigor, a doação não poderia ser feita sem prévia autorização do Senado. Como isso não ocorreu, o procurador-geral pediu a nulidade dos contratos. Em sua defesa, o governo mato-grossense alegou que não houve cessão das terras e que as seis empresas, em troca do benefício recebido, se comprometeram a promover assentamentos de famílias de agricultores e pecuaristas e construir estradas, escolas, hospitais, olarias, serrarias e campos de aviação.
Como mostra a excelente reportagem do jornal O Globo que inspirou este editorial, desde sua proposição, o processo já teve nove relatores. O primeiro foi o ministro Cândido Motta Filho, que se aposentou em 1967. O atual relator, ministro Cezar Peluso, assumiu o caso em junho de 2003 e, finalmente, concluiu seu voto e pretende incluí-lo numa das pautas de julgamento deste mês.
A arrastada tramitação do processo se deve aos pedidos de diligências feitos pelos relatores que antecederam Peluso, para que fossem colhidos depoimentos de todas as pessoas que tinham comprado terras na região depois da doação. "Como achar esse povo?", indaga Peluso.
Qualquer que seja a decisão que o Supremo vier a dar a este processo, ela não deverá ter maiores efeitos práticos - e esse é o aspecto mais surrealista do caso. Desde que as seis empresas beneficiadas pelo governo mato-grossense promoveram os primeiros assentamentos de pecuaristas e agricultores na região, há mais de cinco décadas, já foram registradas várias revendas de terrenos por ocupantes de boa-fé - e, mais importante ainda, foram erguidas cidades nas glebas doadas.
Por isso, o resultado do julgamento será inócuo, uma vez que não se pode erradicar do mapa municípios de pequeno e médio portes nascidos de assentamentos irregulares. Como não podem tomar decisões contrárias ao que a Constituição de 46 determinava, os 11 ministros do Supremo serão formalmente obrigados a considerar inconstitucional a doação dos terrenos, feita em meados do século passado. Mas eles sabem que, objetivamente, não há como obrigar a União a despejar os ocupantes daqueles terrenos ocupados indevidamente e indenizar os atuais moradores das áreas que se encontram sub judice.
Além dessa ação, o Supremo terá de julgar várias outras que também tramitam há décadas. Na lista dos processos mais antigos, que foram protocolados entre 1969 e 1981, quatro estavam sob responsabilidade da ministra Ellen Gracie. Como ela se aposentou sem apresentar seu parecer, essas ações serão enviadas a um novo relator. Dependendo do ritmo e da carga de trabalho do STF, esses processos podem bater o recorde de longevidade hoje detido pela ação proposta pelo procurador-geral da República há 52 anos. Esse é um retrato - que não se pode chamar de instantâneo - da Justiça brasileira.
SEM COMENTÁRIOS.
Carlos Lupi é a bola da vez,
Lupi cairá por inutilidade:
Prefeita petista presa por assassinato de vereador.
domingo, 11 de setembro de 2011
GROUCHO: o gênio do mau humor
Irascível e inseguro, Groucho Marx é aprova de que sem angústia não há comédia.
Isabela Boscov
Quem tivesse a sorte de ser convidado para jantar na casa de Groucho Marx sabia que teria pela frente uma noite repleta de tiradas inesquecíveis. Era bom, no entanto, que fizesse vista grossa à mordacidade que o comediante dirigia à sua mulher, Ruth. "Em que presídio você conseguiu estas receitas?" e "Bem, até que a carne poderia estar mais dura – só não sei como" eram comentários habituais à mesa. Eles não vinham acompanhados daquele arquear de sobrancelhas e revirar de olhos com que Groucho assinalava suas piadas: o propósito era mesmo humilhar Ruth. O lançamento de farpas conjugais em público não era a única peculiaridade de seu comportamento. Como bom novo-rico, Groucho não via nada de errado em gastar 200 dólares num terno, numa época em que essa quantia constituía um gordo salário. Mas exigia que a mulher e os filhos lhe pedissem permissão antes de fazer a mais insignificante compra doméstica. Era ainda um especialista em ferir as pessoas mais queridas. Comunicando à filha a gravidez de sua segunda mulher, escreveu: "Kay está engordando. Logo estará igual a você. Exceto pelo fato de que você não está esperando um bebê, acho eu".
Justiça seja feita, Groucho sabia também como torturar a si mesmo. Sofria de insônia, entregava-se incessantemente ao medo da ruína financeira, da morte e, acima de tudo, do esquecimento. Como um sujeito tão insuportável pode ter-se tornado o mais influente comediante americano, dono de uma carreira que atravessou sete décadas com picos de sucesso estrondoso? Segundo uma biografia que acaba de ser lançada nos Estados Unidos, Groucho – The Life and Times of Julius Henry Marx, não há aí nenhuma contradição: a energia anárquica com que Groucho sacudiu a Broadway, o cinema, o rádio e até a televisão era resultado direto de suas angústias. É quase um clichê – gente bem ajustada não é capaz de fazer humor digno desse nome. Mas a trajetória do mais brilhante e cortante dos irmãos Marx dá uma nova dimensão a ele.
Desde o início de sua carreira, Groucho se revelou um mestre em arrancar gargalhadas com seu gênio para os trocadilhos e seus irresistíveis cacoetes corporais. O bigode de graxa e o charuto ajudavam a compor o tipo de estróina, sempre caçando fortunas de senhoras ricas e gorduchas ou correndo atrás de moças jovens e esbeltas. Na companhia dos irmãos, ele elevou o nonsense à categoria de arte. Até o cerebral poeta inglês T.S. Eliot era seu fã, daqueles que pedem fotos autografadas. O que Groucho realmente tinha de único, contudo, era o talento para casar esse seu gênero caótico de comédia à habilidade para demolir tudo o que cheirasse a autoridade – fosse ela qual fosse. Isso, bem entendido, na ribalta. Adulto e casado, ele (bem como o resto da família) ainda tinha enorme dificuldade em desobedecer à mamãe.
Groucho, que morreu em 1977, aos 86 anos, era o terceiro filho de Minnie e Sam Marx, imigrantes judeus que haviam se conhecido nos Estados Unidos. Foi precedido no tempo e nas afeições maternas por Chico e Harpo, os dois outros irmãos Marx famosos. Ao contrário deles, não era loiro e expansivo, e sim moreno e introvertido. Minnie o achava esquisito e sem graça e o chamava de "o ciumento". Ao menos, ele era confiável. Sam, o pai, era um alfaiate que não usava fita métrica e afugentava os clientes com suas confecções tortas. Chico apostava no jogo todo e qualquer objeto de valor da casa – certa vez, Harpo arrancou os ponteiros de seu relógio para evitar que ele fosse parar no penhor. E o doce Harpo era tido como avoado. Mal Groucho entrou na adolescência, a mãe o tirou da escola e fez dele arrimo de família: sozinho, ele excursionava pelos circuitos de vaudeville mais pulguentos da virada do século. Não raro, voltava para casa de cabeça baixa, depois de ter sido roubado por algum parceiro de cena.
Torturas – Minnie, porém, nunca se deixou comover por esses contratempos. Ambiciosíssima, ela foi a força motriz por trás do sucesso de sua prole. Os irmãos já estavam bem entrados nos 30 anos, quando ela concordou (a contragosto) em deixar de agenciá-los. Conseguiu alçá-los do vaudeville para a Broadway, mas os deixou eternamente imaturos. Segundo o jornalista Stefan Kanfer, autor da nova biografia, o ressentimento que Groucho nutria pela mãe é o responsável por alguns de seus momentos mais geniais: aqueles em que, nas peças de teatro ou nos filmes, ele atazana a matrona vivida por Margaret Dumont, insultando-a e iludindo-a com falsas juras de amor ao mesmo tempo. O detalhe é que Groucho torturava a atriz também quando não havia platéia, e não poucas vezes a levou às lágrimas. Em compensação, quando Margaret envelheceu, ele se desdobrou para arrumar emprego para ela. Da mesma forma, ao se separar da primeira mulher, foi generoso na pensão e dividiu até a prataria com ela. Mas não há como deixar de notar que tanto a filha mais velha como suas três esposas se tornaram alcoólatras. Segundo vários testemunhos, Groucho perseguia compulsivamente as pessoas que julgava fracas, como ele mesmo fora. E, embora adorasse os filhos, não conseguia abandonar seus modos hipercríticos no trato com eles.
Para a platéia, que não tem queixas a acertar com o comediante, essas informações só ajudam a entender a gênese de sua irreverência. E foi essa característica, aliada aos trejeitos hilariantes, que garantiu a longevidade de Groucho. Depois que os últimos filmes dos irmãos Marx, muito fracos, deixaram de fazer sucesso, ele ainda conseguiu tornar-se um astro da televisão, com o programa de conhecimentos gerais You Bet Your Life. Mais tarde, velho e em perceptível declínio mental, passou ao status de ícone – seu humor caía como uma luva aos rebeldes anos 60 e 70. Ao morrer, deixou para trás um punhado de familiares insatisfeitos e uma legião de fãs, entre os quais Woody Allen, que vive homenageando o veterano em seus filmes. O marxismo continua vivo e forte. Na sua vertente grouchista, é claro.
Pra cima com a viga, moçada! Vocês são os melhores repórteres e os melhores analistas de seu próprio tempo.

A ausência de bandeiras vermelhas nos protestos contra a corrupção deixou alguns analistas desorientados. É notória a má vontade com que tratam o movimento, como se ele já nascesse marcado pela suspeição. Afinal, se as tais bandeiras não estão lá para assegurar que aqueles que se manifestam, ainda que possam ser um tanto equivocados, são pessoas de bem, logo surge a suspeita de que tudo não passe de um desses "moralismos" da tão odiada — por alguns colunistas de jornal — classe média, que é quem compra… jornal (ainda que na versão eletrônica). Esses caras adoram escarrar na boca daqueles que os beijam… A impressão que dá é que não podem levar a sério gente que os lê — é uma variante do marxismo da linha grouchista…
Já demonizaram um movimento uma vez, o tal "Cansei", que protestava contra a corrupção, os desmandos e a incompetência. A alegação é que havia no meio alguns ricos e colunáveis… Segundo entendi, ricos e colunáveis podem se filiar ao PT, e os há aos montes, mas não protestar contra o PT. Uma atitude é "progressista" e encanta; a outra, reacionária. Agora, há uma certa ansiedade para saber quem está indo às ruas. A atitude é de prudência. Nada que possa ser confundido com apoio! Nunca! O maior temor da esquerda é se sentir superada por algum movimento fora de seu controle.
Fico, realmente, muito impressionado. QUEREM, COM UMA CURIOSIDADE SOCIOLÓGICA QUASE POLICIAL, SABER QUEM SÃO ESTAS PESSOAS QUE ESTÃO INDO ÀS RUAS, MAS NÃO QUEREM SABER POR QUE ELAS ESTÃO INDO ÀS RUAS.
A razão da suspicaz hesitação e da pergunta errada é uma só: caso não considerem os manifestantes "progressistas" o bastante, então os motivos deixam de ser importantes. Essa gente pode conviver com corruptos, mas jamais com "direitistas" ou com quem não tem os teores mínimos exigidos de esquerdismo.
Isso tem história. Indivíduos que não pertençam a uma das corporações de ofício da sociedade da reclamação e da mobilização simplesmente NÃO EXISTEM! Ora, não foi esse escriba que lembrou aqui dia desses que um dos países do mundo que mais torturam presos comuns — O BRASIL! — já torrou quase R$ 5 bilhões para indenizar vítimas (bem poucas) e supostas (a esmagadora maioria) vítimas da ditadura? Usei, então, a expressão "presos sem pedigree". É isto: o Brasil é um país livre da tortura de presos com pedigree. Quem liga para os outros? No fundo, esses "humanistas" não dão a menor pelota se um ser humano está ou não sendo seviciado. Eles não aceitam é a tortura de seus aliados. Não aceitam é que se torturem as pessoas erradas…
Algo similar se vê agora com os protestos contra a corrupção. Faltaram o pedigree esquerdista — as bandeiras vermelhas — e a tal pauta de libertação dos oprimidos de manual. Parece-lhes insuportável que pagadores de impostos tenham a audácia de se manifestar. Em vez de gritar em nome da "igualdade" — afinal, quem é contra ela? —, cobram o cumprimento da lei; em vez de exigir privilégios sob o pretexto de compensações históricas, exigem, esta sim, igualdade perante a lei. Não! isso lhes parece suspeito demais!
Recomendo àqueles que estão dispostos a levar adiante a sua indignação que não se deixem intimidar pela patrulha, que resistam à onda de desqualificação, que dêem uma solene banana para os esbirros do oficialismo. As televisões praticamente esconderam a grande manifestação de Brasília, e os filmes do protesto, no entanto, já se multiplicaram aos milhares na rede. Hoje em dia, decretos de invisibilidade perderam a eficácia.
Pra cima com a viga, moçada! Vocês são os melhores repórteres e os melhores analistas de seu próprio tempo.
Por Reinaldo Azevedo
COMUNISMO = FLAGELO DA HUMANIDADE
Suspeitas podem derrubar ministro do Trabalho
O Ministro Carlos Lupi (Trabalho) pode ser o próximo a cair no governo Dilma. O Palácio do Planalto pediu explicações sobre denúncias graves envolvendo o ministro e seu parceiro e chefe de gabinete Marcelo Panella, em negócios supostamente irregulares com uma Fundação Pró-Cerrado, especialmente contemplada com recursos milionários do Fundo de Amparo ao Trabalhador para cursos de qualificação. Carlos Lupi e seu chefe de gabinete Marcelo Panella são acusados de usar com frequência o jatinho do dono da Fundação Pró-Cerrado. As averiguações do Palácio do Planalto já levaram ao afastamento de Marcelo Panellas, que constrói uma mansão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O objetivo do afastamento de Marcelo Panellas é dar ao ministro Carlos Lupi o argumento de que ele demitiu o auxiliar, ao saber das suspeitas. Temendo as algemas da Polícia Federal, dirigentes do Ministério do Trabalho suspenderam pagamentos a fornecedores e a conveniados. (site do jornalista Claudio Humberto)
Dilma pode virar a "Rainha da Sucata".
Ainda o caso do vereador do DEM que "censurou" a RBS
- Li o processo. Neste caso a RBS não errou, informou fatos disponíveis no momento, todos os envolvidos citados tiveram espaço para a defesa. Sou contra a censura imposta. Sobre este vereador, teve a sorte de não ter pedido reembolso das despesas antes de saber sobre a reportagem. Porque ele pagou pelo curso se não fez uso correto? Porque foi ele o único honesto? Não iria denunciar os outros?
1) Se o leitor leu o processo, então não entendeu o que aconteceu, porque não existe processo movido contra o vereador por conta do uso indevido de dinheiro público para o caso da "Farra das Diárias": ele não foi indiciado, não foi processado e não foi condenado porque pagou passagem, hotel e restaurantes do próprio bolso - e não pediu diárias antes ou depoism, porque não se inscreveu no curso, embora estivdesse na cidade a passeio com a mulher. É simples assim. O que existe é um processo por danos morais movido pelo vereador contra a RBS, em cujo âmbito o Tribunal de Justiça tomou a decisão de ordenar que a RBS suspenda a sequência de ataques injustos que faz ao vereador ao longo dos últimos 12 meses, já que sabe que ele não fez nada do que diz a rede do RS. CLIQUE AQUI para ler o único e verdadeiro processo que existe sobre esse caso de uso de dinheiro público na chamada sequência de reportagens intituladas "Farra das Diárias". A existência ou não de outros processos em andamento, não interfere no fato em debate. Neste caso, estaria correto o procedimento do lobo na fábula do "Lobo e o Cordeiro". Como se sabe, são legalmente imprestáveis provas emprestadas de um processo.
2) O humilde vereador da pequena cidade de Dom Pedro de Alcântara tentou direito de resposta, alertou a RBS sobre o erro, só que não foi ouvido pela arrogante Vênus Platinada do RS. Ele sobre linchamento social. Seu contraditório nem de longe ocupa o mesmo espaço dos ataques gratuitos. O vereador não é o único inocente. Em Estância Velha, a ex-assessora do presidente da Câmara de Vereadores, Inajara Costa, sofre igual linchamento social, embora não tenha sido indiciada, processada ou condenada - e foi até inocentada no inquérito aberto pela Câmara. Ela não resistiu em sua cidade, como faz o vereador, mas demitiu-se do cargo, mudou de cidade, contratou psiquiatra, pediu ajuda a advogado e denunciou seus acusadores da RBS junto á Delegacia da Polícia Fazendária.
- Nos casos do vereador do DEM e de Inajara, a reportagem da RBS usou o mesmo auxiliar, que não é jornalistas, não é reconhecido como funcionário da RBS e no entanto trabalha para ela, e que também tem sido usado como "testemunha casual" em diversas Operações do Ministério Público e da Polícia (Legislatur, Daer, Solidária e Cartola). É ele, o sr. Marcos Caduri, quem fez as primeiras aproximações ao vereador do DEM, na sua episódica e por conta própria ida ao curso e a passeios, em Foz; e a Inajara, em São Carlos, tudo no ano passado, fazendo-se passar por assessor do vereador do PT de Alvorada, Marcus Thiago, para só depois acionar a reportagem da rede, que "surpreendeu" os "entrevistados".
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Em 2009, Helio Fernandes já denunciava o pacto entre o governador Cabral e os traficantes na farsa das UPPs, que só agora vem à tona.
Carlos Newton
Depois da terceira noite de confrontos entre militares do Exército e traficantes no Complexo do Alemão, o bairro teve a segurança reforçada. Com mais de cem homens, a Polícia Militar decidiu ocupar, por tempo indeterminado, dois morros vizinhos – da Baiana e do Adeus. E na quarta-feira, soldados do Exército fazem uma grande operação nos acessos ao complexo em dois blindados do tipo Urutu.
A manutenção do tráfico de drogas no Alemão e nas demais favelas ditas "pacificadas" mostra que Helio Fernandes tinha toda razão, ao denunciar repetidas vezes que não houve pacificação alguma, apenas um pacto entre o governador e os traficantes. O tráfico continua, nunca parou, e agora está enriquecendo os PMs que tomam conta das favelas "pacificadas" e levam comissão dos traficantes, como ficou provado agora no caso dos três PMs presos no Morro da Coroa, com R$ 13 mil nos bolsos.
Por isso vale a pena ler de novo o artigo publicado aqui no Blog pelo jornalista Helio Fernandes em 8 de julho de 2010. Parece que foi escrito hoje.
***
A "pacificação" das favelas não passa de um acordo entre o governador e os traficantes, que podem "trabalhar" livremente, desde que não intimidem os moradores.
Helio Fernandes
O PASSADO COBRA.
Merval Pereira, O Globo
O movimento contra a corrupção que parece estar tomando forma em todo o país trouxe à baila novamente o interesse da opinião pública sobre o julgamento do mensalão, que deverá ocorrer no Supremo Tribunal Federal (STF) no início do próximo ano.
Nada pior para José Dirceu e os 36 outros réus do que revolver o assunto, pois não deu certo o ousado plano de tentar limpar a ficha dos mais importantes políticos envolvidos no processo.
Além do próprio Dirceu, que, reafirmado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, como o "chefe da quadrilha", aparece no meio de confusões políticas, o caso mais exemplar de tentativa de recuperação de imagem que deu errado é o do deputado federal João Paulo Cunha.
Nas suas alegações finais, o Gurgel chama a atenção para o fato de que Dirceu continua exercendo forte poder político no PT, e a exposição de seus encontros reservados com ministros e parlamentares, em um quarto de hotel de Brasília, explicita esse poder que torna factível a posição de "chefe da quadrilha".
Já a indicação de João Paulo Cunha para presidir a comissão especial do novo Código Civil escandalizou a opinião pública e provocou constrangimentos no ministro do Supremo Luiz Fux, um dos que vão julgá-lo.
Ele e o deputado Eduardo Cunha, que seria o relator da comissão, tiveram que ser vetados pela reação negativa que suas indicações provocaram.
Também os escândalos em que está metido o cacique do PR Valdemar Costa Neto mostram que os envolvidos no caso do mensalão não perderam o vício.
As alegações finais de alguns envolvidos também trouxeram à tona momentos históricos que poderiam ter sido decisivos, como o depoimento do publicitário Duda Mendonça na CPI dos Correios, reafirmado agora ao STF.
Naquela ocasião, o marqueteiro da campanha presidencial de Lula em 2002 admitiu que recebeu pagamento do tesoureiro Delúbio Soares em contas no exterior, o que caracterizava no mínimo o uso de caixa dois na campanha presidencial.
O relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio, definiu a certa altura do depoimento do publicitário Duda Mendonça o núcleo do que estava em jogo: o fato de parte da campanha eleitoral de 2002 ter sido financiada por dinheiro ilegal colocaria em xeque a legalidade de várias eleições, inclusive a do próprio presidente Lula e, mais que isso, a higidez de nosso sistema democrático.
A revelação de que o pagamento do equivalente a cerca de R$ 10 milhões fora feito no exterior para uma empresa de Duda Mendonça, com dinheiro saído de contas de vários bancos pelo mundo, provocou choro e ranger de dentes entre os petistas, e muitos deles foram ao púlpito da Câmara e do Senado para pedir desculpas ao povo brasileiro.
Estava criado naquele momento um clima propício ao pedido de impeachment de Lula, que só não aconteceu porque houve muitas negociações nos bastidores.
Sabe-se hoje que dois dos principais ministros na ocasião, Antonio Palocci e Marcio Thomaz Bastos, foram ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propor um acordo: a oposição não pediria o impeachment de Lula, e este se comprometeria a não se candidatar à reeleição.
A decisão política da oposição não se deveu apenas a essa proposta, que não chegou a ser fechada num acordo político consequente, mas também pela avaliação equivocada de que Lula estava ferido de morte e não conseguiria se reeleger de qualquer forma.
Houve também quem temesse a reação dos chamados "movimentos sociais" em defesa do mandato de Lula. O resto é história, que deu a Lula a chance de se recuperar politicamente e nem mesmo aparecer entre os acusados do mensalão.
O principal acusador do esquema, o ex-deputado Roberto Jefferson, que também continua tendo poderes no PTB mesmo cassado, na ocasião sempre fez questão de afirmar que Lula não sabia de nada e chegou a recomendar que Dirceu pedisse demissão da chefia do Casa Civil "para não envolver um homem de bem", referindo-se ao presidente Lula.
Talvez arrependido de ter blindado Lula na ocasião, ou apenas para tumultuar o processo, Jefferson questiona nas alegações finais o fato de o procurador-geral da República ter deixado de denunciar o presidente da República.
"Qual a razão de o ilustre acusador ter deixado de denunciar aquele que, por força de disposição constitucional, é o único que no âmbito do Poder Executivo tem iniciativa legislativa, o presidente da República, para somente acusar três de seus auxiliares, ministros de Estado, que iniciativa para propor projetos de lei não têm?"
Também o publicitário Marcos Valério, cérebro da operação financeira do mensalão, tenta colocar Lula no processo. Afirma a certa altura, seu advogado, nas alegações finais: "É raríssimo caso de versão acusatória de crime em que o operador do intermediário aparece como a pessoa mais importante da narrativa, ficando mandantes e beneficiários em segundo plano, alguns, inclusive, de fora da imputação, embora mencionados na narrativa, como o próprio ex-presidente Lula."
Dificilmente o pedido será aceito, pois no processo original não existe qualquer referência a Lula, embora, na mesma situação, o ex-governador mineiro, hoje deputado federal, Eduardo Azeredo tenha sido incluído pelo próprio Supremo, e pelo mesmo relator, o ministro Joaquim Barbosa, como coautor do chamado "mensalão mineiro".
OS EUROPEUS CORREM CONTRA O MURO .
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...
P.S.- O Brasil não vai, já está no mesmo caminho, da saturação, por conta da corrupção.
Ainda dá tempo do PSDB mudar tudo no seu programa de TV.
A RBS não reconhece o peso do seu erro, insiste na versão falsa e com isto envergonha o jornalismo do RS
1) O Vereador não usou dinheiro público para ir a Foz do Iguaçu em agosto do ano passado e pagou passagens aéreas, hospedagens, refeições e compras com dinheiro próprio, conforme comprovou no inquérito policial e no Ministério Público, não sendo por isto indiciado e nem processado. A RBS e as manifestações de apoio que recebe, continuam afirmando que ele fez o que não fez.
2) O jornal manipula dados sobre processo completamente diferente a que responde o Vereador, no caso uma denúncia de falsidade ideológica, porque no encontro de Foz ele assinou uma lista de presença em evento ao qual esteve presente em apenas uma reunião. Isto não tem nada a ver com Farra de Diárias e nem com o agravo julgado pelo Tribunal de Justiça. A ação pública está na fase do contraditório e é imprestável.
. O Vereador não censurou o jornal e a RBS, mas buscou o caminho do Judiciário para impedir a continuação do mentiroso linchamento público, conforme decidiu a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RS. O Vereador do DEM não foi indiciado, não foi processado e nem foi julgado, simplesmente porque ocorreu o contrário do que informou a RBS.
. Isto não pode continuar e é injusto. O incidente envergonha o jornalismo do RS. A RBS precisa demonstrar humildade, abandonar sua arrogância imperial e produzir um pedido público de desculpas ao Vereador, aos juizes que o defendem e aos seus leitores.
. Em artigo publicado no próprio jornal da RBS,que usa de subterfúgios para continuar atacando o Vereador, o Juiz Marco Xavier passou esta aula de respeito às leis num estado democrático de direito:
- Decisão judicial não é censura, mas um instrumento de justiça, paz social e a serviço de todos, como deve ser num País civilizado.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O BRASIL NÃO É DO PT E MUITO MENOS DE SEUS ALIADOS.
A intenção é que seja novamente colocado na agenda política do país o projeto com esta finalidade deixado pelo governo Lula, o qual a presidente Dilma, com bom-senso, mandou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, engavetar. Cabe à presidente examinar a questão com a dimensão que o cargo impõe, ou seja, de acordo com o interesse da maioria da população brasileira. O Brasil tem uma indústria de comunicação social bastante sofisticada, comparada às melhores do mundo, e, na sua grande maioria, identificada com todos os princípios da Constituição que regem o setor. Ao contrário do que propaga o PT, existe um marco regulatório. Várias leis - algumas antigas, outras nem tanto - regem a atividade. É importante que esse conjunto de leis seja modernizado. O avanço da tecnologia impõe uma importante mudança estrutural à indústria. Por exemplo, através da internet se pode fazer jornalismo, entretenimento para televisão, rádio, tudo, enfim, que envolve comunicação social, tratada na Constituição por um capítulo específico. Parece óbvio que as leis precisam ser revistas levando-se em conta a internet, para que a Constituição não seja afrontada, como acontece com a vinda de empresas estrangeiras para fazer sites de jornalismo. A Carta é clara ao definir que a atividade de comunicação social deve ser explorada por empresas que tenham, no mínimo, 70% do capital na mão de brasileiros.
CONGRESSO DO PT, UM EVENTO AUTISTA.
Mais do que antes, os temas em debate referendaram o conceito que o próprio Lula já fizera, em seu governo, de que tais conferências não passam de uma "usina de factóides ideológicos" sem qualquer vínculo com o exercício real do poder.
Não é para se levar a sério, disse o presidente em entrevista ao Estadão à época. A própria tese de controle da mídia foi desautorizada pela presidente Dilma após o congresso, em que se permitiu fazer parte do jogo de cena sustentado pelo partido para politizar os delitos do mensalão.
O PT vai fechando o ciclo de um partido de perfil ideológico à esquerda e se consolidando como uma agremiação cada vez mais similar ao PMDB com quem disputa a hegemonia na composição do governo.
O partido hoje se consome numa disputa interna por território político, com suas diversas facções conduzindo os movimentos dentro de uma pauta de natureza eleitoral em que os conteúdos seguem as conveniências da estratégia de crescimento municipal.
De fato, o que está em jogo agora é ampliar o número de prefeituras na tentativa de avançar sobre a hegemonia da máquina pemedebista, reduzindo-a em 2012. É o que verdadeiramente importa agora ao partido.
O que se reflete no governo aonde disputa espaço com o PMDB por ministérios e estruturas de segundo escalão capazes de influir no pleito municipal.
A corrupção no governo, cada vez mais desnudada pela mídia, é obstáculo concreto às pretensões eleitorais. Na medida em que foge à responsabilidade de combatê-la, mais se distancia do objetivo.
Melhor, então, combater ferozmente o mensageiro, ainda que ele noticie prisões feitas pela Polícia Federal.
Não emanou do congresso recente nenhuma bandeira capaz de sensibilizar o eleitor. O desagravo ao ex-ministro José Dirceu, atingido pela matéria da revista Veja em que figura como um dirigente com influência sobre ministros e autoridades do partido no governo Dilma, deu caráter ainda mais doméstico ao evento.
É nesse contexto que se retoma a idéia delirante de controlar a comunicação no País. Sim, porque é disso que se trata – e não de regulamentação da mídia, eufemismo utilizado para a verdadeira intenção de exercer censura sobre os meios de comunicação.
Velhos chavões, como o monopólio da mídia por famílias proprietárias (tese desmontável com um simples levantamento nacional), não significam absolutamente nada.
O único ponto real desse discurso todo é a necessidade de se rever critérios de concessões de rádio e televisão para deputados e senadores, abordagem, de resto, já feita pela própria mídia.
Mas que empaca no Congresso Nacional, por óbvio. O PT não enxerga que ao concentrar suas energias na mídia, vai se afastando daquilo que realmente interessa à sociedade, como o corporativismo que absolve a deputada Jacqueline Roriz, comemorado pelo líder do governo,, Cândido Vacarezza.
Ou o papel de guardião da lista de parlamentares infratores que mantém negócios de suas empresas com o governo, exercido pelo Conselho de Ética da Câmara.
Ou a defesa do combate seletivo à corrupção, ou seja, aquele que naturalmente poupar seus pares.
E tantas outras mazelas políticas que o partido historicamente condenava – e que, hoje se confirma, era apenas como plataforma para chegar ao Poder. De onde, agora, demoniza a mídia e o ministério público, instituições em que se apoiou para o alcançá-lo
João Bosco Rabello
Aliada histórica, OAB critica PT por querer volta da censura à imprensa.
O Brasil do PT (Dilma) vai pagar 13 milhões de reais por uma estátua de Lula
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| Estátua de Lula será construída em Brasília em tamanho gigante que poderá ser visto em toda cidade |
O Governo Federal vai investir 13 milhões de reais em uma estátua com a imagem do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, maior que o Cristo Redentor, que será construída em Brasília e servirá como monumento do patrimônio público. Na tarde deste sábado (11), a Presidenta Dilma assinou a liberação do dinheiro para dar início à obra.
A assessoria do PT aplaudiu a rapidez da presidenta em liberar a verba para que a estátua seja construída o mais breve possível. O local exato da construção ainda será definido, mas a ideia é fazer o monumento ficar próximo do Palácio do Planalto e poderá ser visto de qualquer lugar de Brasília.
Na estátua Lula irá segurar uma estrela, símbolo do PT. No Senado Federal, os senadores petistas disseram que a estátua do Lula será, no futuro, uma das oitavas maravilhas do mundo.
sábado, 3 de setembro de 2011
A coisa está mudando.
E isso, começa a acontecer em um estado importante.
O meu Rio de Janeiro.
Leiam, depois eu volto.

Vaias, gritos, protestos. São alunos recepcionando Dilma
Agência Estado Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo
RIO - Depois de três horas de manifestação por melhores salários para professores e servidores e mais verbas para a educação, alunos de escolas técnicas e do colégio Dom Pedro II se dispersaram enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) participava da solenidade de abertura da XV Bienal Internacional do Livro, no Riocentro, na capital fluminense.
Os alunos, que gritavam muitas palavras de ordem, não pouparam nem o escritor e cartunista Ziraldo, um dos convidados da solenidade. Vaiado e xingado pelos estudantes, Ziraldo reagiu: "Nunca estive contra vocês. Desde quando sou contra vocês?", reagiu o cartunista.
Mais cedo nesta quinta-feira, 1º, um ruidoso grupo de cerca de 250 estudantes do ensino médio e de cursos técnicos esperava a presidente na entrada do pavilhão do Riocentro. Com cartazes e bandeiras, os alunos protestaram e gritaram palavras de ordem por mais recursos na educação. "Ei, Dil-má, cadê a educação?", "Estudantes na rua, Haddad a culpa é sua", diziam algumas faixas abertas pelos manifestantes na entrada do pavilhão cinco.
Alunos do meu Pedro II onde estudei.
Quem bom.
Bateu saudosismo e orgulho.
Parabéns meninada por vaiar essa meliante e sua quadrilha.
Espero que se repita sempre que estes bandidos vierem aqui no Rio.
O melhor:
NÃO FAZEM PARTE DA VENDIDA UNE, DIRIGIDA POR ESTUDANTES VAGABUNDOS QUE NUNCA SE FORMAM.
Lula e Dilma desagravam Zé Dirceu, o chefe do Mensalão, em pleno Congresso do PT
Dilma quer Solução Yeda para a dívida dos Estados. Agora PT acha que isto é bom.
. O Tesouro Nacional trabalha com pelo menos duas concessões:
1) mudar o indexador (7,5% mais IGP-DI) pelo IPCA, mais palatável.
2) facilitar a tomada de dinheiro mais barato no Banco Mundial para abater parte da dívida. O governo gaúcho deve R$ 37 bilhões e paga R$ 2 bilhões por ano ao Tesouro Nacional.
- Quando Yeda propôs a troca de índice e tomou dinheiro do Bird, o PT entrou em histeria coletiva e tentou boicotar no Senado a concessão do aval do Tesouro, mas teve que ceder. No RS, o mesmo PT, aliado ao ex-vice Paulo Feijó, soou trombetas contra o negócio, considerado um mico.










