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domingo, 19 de agosto de 2012

José Eduardo Cardozo - O mensalão existiu

Entrevista:
VEJA
16/02/2008

O novo secretário-geral do PT reconhece a existência
de esquema de cooptação de políticos e diz que o partido
precisa retomar a bandeira da ética
Otávio Cabral

Ana Araújo
"Vou ser claro: teve pagamento ilegal de recursos para políticos aliados? Teve. Ponto final. É ilegal? É. É indiscutível? É. Nós não podemos esconder esse fato da sociedade"
O deputado José Eduardo Cardozo assumiu a secretaria-geral do PT, o segundo posto mais alto da hierarquia do partido – cargo que já foi ocupado por Silvio Pereira, o Silvinho, uma das estrelas do escândalo do mensalão. Nas últimas eleições internas do PT, José Eduardo disputou a presidência com um discurso crítico em relação ao comportamento e às atitudes dos atuais comandantes da legenda. Prometia que, se eleito, promoveria uma faxina ética no partido. Foi derrotado. Ex-integrante da CPI dos Correios, o deputado acompanhou de perto as investigações que revelaram os métodos utilizados pelas lideranças petistas para comprar apoio político no Congresso. Por isso, ao contrário dos seus colegas de partido, talvez ele seja o único a reconhecer a existência do mensalão e a defender a punição dos envolvidos. O deputado assume o cargo que exercerá ao lado de figuras que prometia combater. Na semana passada, José Eduardo Cardozo falou a VEJA sobre o desafio de fazer uma depuração ética no PT e sobre o paradoxo de ter ao lado companheiros que colaboraram para levar o partido ao fundo do poço.

Veja – O senhor foi candidato à presidência do PT com a proposta de refundação do partido, de expurgar os corruptos e as práticas de corrupção. Dois meses depois de ser derrotado, assume a secretaria-geral do partido presidido por um aloprado (Ricardo Berzoini) e com influência de mensaleiros. Como explicar essa contradição?


José Eduardo Cardozo – Não há contradição. A executiva do PT é formada proporcionalmente por todas as correntes. A chapa pela qual eu fui candidato, a Mensagem ao Partido, chegou em terceiro lugar e ficou com parte do comando. Garanto que todos os membros de nossa chapa no diretório nacional seguirão nossas propostas, nossa linha de conduta. Vamos defender a instituição do código de ética, o resgate da democracia partidária e a depuração ética do partido. Só aceitei assumir a secretaria-geral com esses compromissos.


Veja – Mas é possível conseguir isso com o partido ainda dominado pelo Campo Majoritário dos "aloprados"?

José Eduardo – Espero que sim. Há uma percepção hoje em todas as correntes do PT de que é necessário resgatar os compromissos éticos históricos do partido.


Veja – O seu nome chegou a ser cogitado para ocupar a relatoria da CPI dos Cartões. O senhor acha correto uma investigação deixar de fora os gastos pessoais e familiares do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso?

José Eduardo – É inaceitável um tipo de acordo que implique cumplicidade com o ilícito. Aliás, acordos na vida política devem ser feitos à luz do dia e dentro de parâmetros éticos. Mas é importante frisar que em assuntos que envolvam segurança de estado e de autoridades há que ter muita cautela para que, no calor de uma disputa política, não se criem problemas para o país. Tudo deverá ser investigado, mas o que trouxer riscos para a segurança do estado não poderá ser divulgado publicamente.


Veja – Vamos analisar, então, uma questão prática. A ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro deixou o cargo depois da revelação sobre seus gastos irregulares com o cartão corporativo. Mas o PT, em vez de repreendê-la ou abrir um processo interno, soltou uma nota atribuindo sua saída ao preconceito das elites. Não está na hora de o PT parar de passar a mão na cabeça de seus aloprados?

José Eduardo – Não quero analisar situações individuais, pré-julgamentos são sempre ruins. Mas qualquer desvio ético que um petista cometa tem de ser rigorosamente punido. Nós temos de ser mais duros com nossos militantes e dirigentes do que somos com nossos adversários. Um partido que entende que a ética é indispensável para a construção da democracia, como nós sempre sustentamos, não pode defender a ética para fora e não colocar a ética para dentro. Em qualquer escândalo, denúncia ou suspeita, o PT tem de ter uma postura ativa. Seja para absolver, seja para condenar. Não pode se omitir, não pode passar a mão na cabeça.


Veja – Mas, no caso dos cartões, o PT não está passando a mão na cabeça?

José Eduardo – Não. A intenção clara do PT é que qualquer situação que envolva o uso de cartões corporativos seja investigada a fundo. Mas não se pode esquecer que esse caso dos cartões é um problema de descontrole administrativo da máquina da União não só no atual governo. É um problema pontual, envolvendo alguns funcionários, que os nossos adversários utilizavam para transformar em uma crise política do governo do PT. Querem carimbar no PT e em Lula uma questão administrativa, o que é um erro. Como seria um erro se tentássemos carimbar no PSDB erros do governo FHC no uso de cartões. Esse perío-do no governo nos ensinou que devemos dar o peso e o tom certos às coisas, sob pena de nossa retórica política se voltar contra nós mesmos. Isso não significa impunidade. Mas nunca devemos pegar uma situação estrutural e administrativa, que tem de ser corrigida, e transformá-la em uma crise. Esse comportamento leva a generalizações do tipo "todo mundo é igual". E nem todo mundo é igual na política.


Veja – Mas não são as práticas dos políticos brasileiros, a sucessão de escândalos em todos os partidos, que levam a essa generalização?

José Eduardo – Estou convencido de que a questão da ética e da falta de dimensão republicana de separar a coisa pública da coisa privada é o principal problema brasileiro da atualidade. Não é uma questão nova. Desde a chegada de Cabral até hoje, a distinção entre o público e o privado não existe. Não é à toa que se consolidaram frases como "Rouba, mas faz". Isso traz um viés perverso de dizer que todo político é ladrão, como se fosse da genética da classe política se apropriar da coisa pública. Quando se diz que todo político é ladrão, não se faz uma denúncia, mas se legitima o crime. Há muita corrupção, mas, de 1988 para cá, criaram-se novos mecanismos de controle da administração pública. Mecanismos de transparência como a liberdade de imprensa e o trabalho do Ministério Público permitiram que situações que existiam e estavam escondidas viessem à tona. Hoje há mais mecanismos para detectar a corrupção. Quanto mais um governo incentiva a transparência, mais exposto ele está.


Veja – Com esse discurso, o senhor quer dizer que não há corrupção no governo Lula? Como membro da CPI dos Correios, o senhor acha que o mensalão existiu ou compactua com a visão de colegas de partido de que foi tudo um complô das elites contra o governo Lula?

José Eduardo – Eu tento evitar conflitos semânticos. E a palavra mensalão pode ter vários sentidos. Naquele caso, eu não tenho dúvida de que houve situações de ilegalidade com a destinação de recursos financeiros de forma indevida a aliados políticos. Não tenho a menor dúvida.


Veja – O senhor não está minimizando muito o que aconteceu?

José Eduardo – Vou ser claro: teve pagamento ilegal de recursos para políticos aliados? Teve. Ponto final. É ilegal? É. É indiscutível? É. Nós não podemos esconder esse fato da sociedade e temos de punir quem praticou esses atos e aprender com os erros.


Veja – O senhor já teve sérias divergências com o ex-ministro José Dirceu. Hoje, mesmo depois de ter sido cassado e denunciado, ele ainda é um dos mais influentes membros do PT. Essa influência não é nefasta para o partido?

José Eduardo – Posso falar isso com bastante tranqüilidade porque sempre tive muitas divergências com o José Dirceu. Mas é inegável o papel que ele teve na construção do PT, no combate à ditadura, na chegada de Lula à Presidência. Essa história não se apaga. É natural que tenha uma influência grande no PT.


Veja – O senhor é a favor da anistia política para ele?

José Eduardo – Há um processo no Supremo Tribunal Federal contra Dirceu. Ele próprio diz que espera ser absolvido no Supremo para dar início ao processo de anistia. É uma postura legítima. Agora, com muita franqueza, no processo de cassação do Dirceu, olhando as provas, não havia motivos para a condenação.


Veja – O PT fez uma festa para celebrar seu 28º aniversário. O que há para comemorar e o que há para se envergonhar na história do partido?

José Eduardo – Temos de nos orgulhar de ser o maior partido de esquerda da América Latina. De termos dirigido grandes prefeituras e inovado a história administrativa brasileira com projetos como o orçamento participativo. De termos administrado estados importantes. E de termos elegido o primeiro presidente da República vindo da classe trabalhadora. É evidente que existiram equívocos na nossa história. O principal é o fato de alguns dirigentes, por um pragmatismo equivocado, terem esquecido que a questão ética é indispensável na construção de nossas bandeiras. Isso nos trouxe muita dor, muito sofrimento, muito desgaste.


Veja – O senhor acha que o PT deve ter candidato à sucessão de Lula? Ou pode apoiar alguém de outro partido, como Ciro Gomes ou Aécio Neves?

José Eduardo – Seria absurdo para um partido com a dimensão do PT, que tem o atual presidente da República, renunciar a priori a uma candidatura presidencial. Seria uma demonstração de fraqueza incompatível com o que o PT tem de história política. O PT tem de lutar para ter o candidato da aliança à Presidência, mas sem ignorar que os outros partidos também têm o direito de fazê-lo. Diante dessa realidade, cabe a nós respeitar os aliados, não tratá-los com autoritarismo e buscar construir uma candidatura comum. De preferência, do PT.


Veja – Em duas capitais – Belo Horizonte e Vitória – há negociações para alianças entre o PT e o PSDB nas eleições para prefeito deste ano. O senhor defende essa aproximação?

José Eduardo – A agenda eleitoral brasileira, com disputa a cada dois anos, cria falsas polarizações e distanciamentos que talvez não devessem ocorrer. Mas a grande verdade é que, no atual quadro, os principais antagonistas do PT são o PSDB e os Democratas. Isso não pode ser desprezado na formulação de alianças. É muito difícil aceitar uma aproximação com esses partidos, que serão nossos principais adversários em 2010.


Veja – Quem deve ser o candidato do PT à prefeitura de São Paulo?

José Eduardo – A ministra Marta Suplicy. O PT tem de usar os nomes que mais fortalecem o partido nas grandes cidades. Em São Paulo, a Marta reúne condições de ganhar as eleições. Temos de convencê-la a ser candidata. Mas é legítimo que ela não queira. Se não quiser, há outros nomes, como o meu.


Veja – O presidente Lula será o principal cabo eleitoral do PT? Quais os pontos fortes do governo dele?

José Eduardo – Sem dúvida, Lula será nosso cabo eleitoral mais importante. Ele conseguiu fazer um marco na história política brasileira que é o combate à exclusão social. Outro marco é a conquista da estabilidade econômica, que permite ao governo atuar fortemente na busca do crescimento.


Veja – Quais os pontos fracos?

José Eduardo – Obviamente, o governo Lula cometeu erros. O principal foi a falta de um investimento sério na reforma política. Nosso sistema eleitoral é hipócrita, promíscuo, causa corrupção. É um sistema que enfraquece os partidos, que torna insuperável as relações fisiológicas e clientelistas para a conquista de maioria no Legislativo pelo Executivo. É difícil que ainda saia alguma reforma nestes últimos três anos de governo, mas o PT não pode abandonar a idéia. É preciso procurar diálogo com os partidos da base e da oposição na busca de um grande esforço pela reforma política. Chegou a hora de termos um pouco mais de maturidade, que nem sempre a classe política tem, para pensar um pouco mais no estado brasileiro do que em nossas disputas políticas.


Veja – Com esse sistema que está aí e a sucessão de escândalos, ser político hoje é motivo de orgulho?

José Eduardo – As pessoas entram na política por idealismo, por vaidade, por carreirismo e alguns até pela perspectiva do enriquecimento. Enquanto esse sistema prevalecer, aqueles que entram buscando agir de forma séria sofrem um ônus pessoal tão grande que vão deixando a política. É triste se comportar com lisura, com ética, e passar numa praia e ouvir: "Ô, mensaleiro!". Lembro que, certa vez, cheguei em casa uma noite e minha filha, então com 7 anos, me perguntou, chateada: "Pai, nosso dinheiro é roubado?". Fiquei chocado. "Como assim, minha filha?" "Na escola, disseram que político é ladrão e que você rouba." Por essas e outras, cada vez mais vejo pessoas honestas saindo da política. E cada vez mais tende a aumentar a participação de pessoas desonestas, do crime organizado, de setores sem nenhum compromisso com o interesse público. Sem a reforma política, os éticos correm o risco de ser derrotados definitivamente pelos desonestos.

Folha explica para as crianças que Lula é o pai do Mensalão.

A Folha de São Paulo publica hoje a história do maior crime de corrupção política da história deste país, mostrando que Lula foi o Pai do Mensalão. Já nas bancas. Clique nas imagens para ampliar e ler.

sábado, 18 de agosto de 2012

Empresa de filho de Lula deve R$ 6,1 mi

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE SÃO PAULO
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA

A Gamecorp, empresa criada por um dos filhos do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e alvo de diversas polêmicas durante o mandato do petista, vive uma situação de "incerteza" sobre sua sobrevivência.

A avaliação é da Peppe Associados, uma firma de auditoria contratada pela própria Gamecorp para verificar suas contas em 2011.

A Peppe fez um diagnóstico pouco favorável para o futuro da empresa de Lulinha, como Fábio é conhecido, e ainda lançou dúvidas sobre a confiabilidade dos números do balanço da empresa.

Segundo o relatório da auditoria, a administração da Gamecorp não divulgou "de forma adequada" a razão de números possivelmente incompatíveis nas contas. Também não foi possível, escreve a Peppe, ter idéia do valor dos bens da empresa.

A Gamecorp surgiu em 2004, recebeu um aporte de R$ 5 milhões da Telemar (hoje Oi). Como a empresa de telefonia tem participação do BNDES, o aporte passou a ser investigado pelo Ministério Público por suspeita de tráfico de influência.

Em 2006, quando a associação com a Telemar tornou-se pública, o então presidente Lula disse à Folha que seu filho era o "Ronaldinho" dos negócios, em alusão ao jogador de futebol, tido como um dos melhores em atividade no Brasil naquela época.

Desde então, a empresa acumulou sucessivos prejuízos. Apesar do lucro de R$ 384 mil no ano passado, as perdas acumuladas chegam a R$ 8,6 milhões.

Além disso, há uma diferença de R$ 2,2 milhões entre a soma dos bens e dos valores que a empresa tem a receber e as obrigações que contraiu, o que pode configurar risco de insolvência. O único alívio é a retaguarda da multinacional.

A dívida de curto prazo, de até 12 meses, subiu de R$ 2,03 milhões, em 2010, para R$ 2,89 milhões no fim do ano passado. A de longo prazo, acima de um ano, saltou de R$ 3 milhões para R$ 3,3 milhões. O total dessas obrigações atinge R$ 6,1 milhões.

A avaliação da empresa de Lulinha só foi possível porque hoje, como subsidiária da Oi, a Gamecorp adota critérios internacionais de contabilidade. A Oi não quis comentar os resultados.

DINHEIRO PÚBLICO

No início, segundo o próprio Lulinha, a Gamecorp evitava receber dinheiro de fontes públicas para não gerar eventuais dúvidas sobre favorecimento político. No fim do ano passado, porém, a postura mudou: a empresa recebeu R$ 190 mil por anúncios do Banco do Brasil.

De acordo com um diretor do banco que pediu para não ter o nome publicado, o pedido partiu do pecuarista José Carlos Bumlai, que é amigo de Lula. A reportagem tentou ouvir de Bumlai a razão do empenho pela Gamecorp, mas não conseguiu contato.

Lulinha também não respondeu ao e-mail encaminhado, nem ao recado deixado na Gamecorp.

Na sede da empresa, a informação é que ele aparece por lá duas vezes na semana e que não tem secretária ou alguém designado para dar informações à imprensa.

A assessoria de imprensa do Banco do Brasil informou que o diretor de marketing da instituição na época do repasse à Gamecorp era Armando Medeiros, que não está mais no banco.

Segundo a instituição, em 2011, o BB veiculou filmes da campanha publicitária "BB Universitários/Fies", destinada ao público jovem na PlayTV, uma emissora da Gamecorp.

Foram seis meses de veiculações na PlayTV e em alguns outros canais de TV fechada e aberta, como MTV, Multishow, VH1, Universal, MixTV e Woohoo.

O BB disse que não poderia dar informações sobre o valor repassado. O banco negou que havia ingerência política.

"Todas as campanhas publicitárias do Banco do Brasil envolvem planejamentos de mídia realizados pelas agências de publicidade. Os veículos e canais selecionados atendem a critérios como target (público a que se destina a campanha), aderência da programação aos objetivos da campanha, circulação, audiência e outros", diz a assessoria de imprensa do BB.


PACOTES DE DELÍRIOS

O meritório Santos Dumont, a quem tanto o Brasil e a humanidade devem muito, dispensa explicações. Em sua justa homenagem aqui na sua terra pouco se fez e ainda assim não condizente com seu legado. 
Toscos e desproporcionais reconhecimentos. Entre eles a designação da BR 116, a maior estrada do Brasil, com o seu nome evidencia bem o que se quer afirmar. Parece uma colcha de retalhos mal cuidada tantos são os buracos, imperfeições e disformes remendos. Praticamente não há acostamentos e a sinalização é precária. Os acidentes com vítimas fatais são incontáveis, assustam e engrossam as macabras estatísticas, consequência maior do desmazelo dispensado pelo governo à mais importante rodovia, como também é perceptível em tantas outras rodovias. Não seria o mau uso dos aeroplanos para fins bélicos, a esclerose múltipla, a depressão que levariam uma das mais representativas figuras ao suposto suicídio tão precocemente. Soubesse do descaso para com a sua "maior" homenagem - a BR 116 – certamente seria esse o motivo.
Ao receber os nossos IPVA e demais impostos que chegam religiosamente antes do vencimento sentimos indignação. Uma cobrança pontualíssima nos vencimentos e valores arbitrados pelo governo para mais um assalto ao bolso do contribuinte. Não podemos atrasar um dia que seremos multados; não podemos nos furtar de pagá-lo porque teremos nossos veículos detidos. Mas, para quê? Quem está a usufruir dessa arrecadação monstruosa que nem sequer preserva vias por onde precisamos trafegar e escoar a produção do País? Qual ou quais os beneficiários mais significantes que afanam esses recursos que seria supostamente com fins definidos – conservação, novas vias etc.? É vergonhoso e deprimente para o contribuinte saber que não tem retorno e sequer explicações convincentes. Somos tão displicentes na cobrança dos nossos direitos que o descumprimento da parte de quem competiria, tem como  dever, é o que parece o procedimento legal.
Agora o governo vem, com o costumeiro alarde de tantos projetos mirabolantes e irrealizados, anunciar pomposamente e em véspera de eleição que destinará 133 milhões para rodovias (42) e ferrovias (91 bilhões). Atentemos que isto, se concretizado, será em 25 anos - haja paciência! - e é início de um privatizar camuflado que trará ainda mais ônus ao contribuinte. Continuamos resignados diante de um desgoverno nunca antes visto na história deste País!

José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO


"Indigne-se por você e por todos contra as injustiças, quais forem! Clame, exija, exerça a sua cidadania e não seja mais um ABMUDO. "
(José Hildeberto Jamacaru de AQUINO)

378 - CIDADANIA - Bater em professoras, essa é a ordem do prefeito Tarcí...

Adjetivos criados com o Mensalão do PT
Com o advento do mensalão surgiram adjetivos para caracterizar a quadrilha. A expressão mais polular e conhecida  ficou sendo a expressão "PETRALHA":  menospreso aos petistas, simpatizantes e filiados ao PT.

Dicionário Sacconi
Segundo o Grande Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa, a expressão PETRALHA foi incorporada de tal forma no dia-a-dia das pessoas que passou defitivamente a constar  no dicionário como uma palavra oficial do idioma Português do Brasil.

Grande Dicionário Sacconi 

PETRALHA É: 
Pessoa que sem nenhum escrupulo, não vacila em cometer todo e qualquer ato marginal à lei, usurpar, mentir, ameaçar, chantagear, roubar, corromper, ou que defende com ardor ladrões, corruptos, usurpadores, mentirosos, extorsionários, chantagistas, etc... que porém posam de gente de bem: jornalista petralha, jornal petralha, professor petralha: se há algo positivo nas agressões que a petralha vem dirigindo a impresensa, é o fato que finalmente demonstra o verdadeiro carater desse grupo que veio a tona, características ou próprias desse tipo de pessoa: comentário petralha; o jeito petralha de governar; agressividade petralha, bando de petralha.

MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS - Não Faz Sentido!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Lula Bêbado Falando Merda na África - Parte I

Lula vira piada em Israel

Desde 2008, obras empacadas



As rodovias privatizadas em 2008 no governo Lula continuam sem avanço. Cinco de oito lotes não tiveram obras começadas. Na BR-101, projeto ainda está em estudo.
Na Régis Bittencourt, só um trecho de seis quilômetros, dos 30km prometidos, foi entregue
Rodovias só no papel Concessionárias de estradas da era Lula só investiram 15% dos R$ 590 milhões previstos
SÃO PAULO Festejadas pelos governo por terem obtido as tarifas de pedágio mais baixas do país, as concessões à iniciativa privada dos oito lotes de rodovias leiloados em 2008, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pouco ou nada receberam dos investimentos (em obras de ampliação e modernização) previstos nos contratos. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), dos cerca de R$ 590 milhões que deveriam ter sido aplicados nas obras dos sete trechos concedidos, até fevereiro deste ano, apenas R$ 92 milhões, ou 15,6%, foram desembolsados.
Cinco dos projetos sequer foram iniciados, como o Contorno de Campos, na BR-101, ainda em fase de estudo do traçado; e a ampliação da Avenida do Contorno, na região de Niterói, cuja obra está sendo revista e aguarda licenciamento ambiental. A duplicação do trecho da Serra do Cafezal, na rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba, foi a obra que mais recebeu recursos: R$ 80,9 milhões. Mas só um trecho de seis quilômetros, de um total de 30, foi entregue ao tráfego. Em todas as oito rodovias concedidas na era Lula, praças de pedágio foram instaladas já a partir de 2008.
- Esses contratos são um desastre desde o começo, as empresas prometeram um pedágio muito baixo para ganhar as concessões - diz Manoel Reis, coordenador do Centro de Estudos Logísticos da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo. - O governo Lula errou ao não cobrar a outorga, que é um valor pela exploração de patrimônio público. A maneira como foram feitas as concessões foi inadequada e populista.
A OHL Brasil, vencedora dos cinco principais lotes de concessão (arrematou Regis Bittencourt, Fernão Dias e trechos da BR 101 no Rio de Janeiro e em Santa Catarina), reconhece que há atrasos em relação ao cronograma previsto nos contratos. Estes se devem à necessidade de licenças ambientais, desapropriações e da emissão de decretos de utilidade pública, diz a OHL.
"O andamento destes processos nos órgãos correspondentes interfere diretamente no nosso prazo de obras. Todas as obras que têm licença já começaram", afirma a nota da empresa.
licença ambiental atrasa obras
No caso da BR 101, que liga o Rio ao Espírito Santo, a OHL informa que trabalha no momento na duplicação de 59,6 quilômetros entre Macaé e Campos. A obra foi iniciada após a obtenção da licença ambiental do Ibama, em 2011. A empresa não informou quando o trecho será concluído, apenas que custará R$ 200 milhões.
Desde fevereiro de 2008, quando obteve a concessão, a OHL diz ter investido R$ 3 bilhões. Isto inclui, além das obras, gastos com operação e conservação. De janeiro a junho, a empresa investiu R$ 517 milhões, de R$ 1,2 bilhão previsto para o ano. No mesmo período, obteve R$ 440 milhões em receita de pedágio. A OHL Brasil - que administra estradas em São Paulo, Rio, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná - é subsidiária do grupo espanhol OHL, e está sendo incorporada pela Abertis, também espanhol.
O GLOBO - 17/08/2012

Onyx comemora convocação do dono da Delta. CPi chega ao gabinete de Dilma.

O deputado Onyx Lonrenzoni, DEM, o único parlamentar gaúcho que integra a CPI do Cachoeira, comemorou a convocação do dono da Delta, Fernando Cavendish para depor no dia 28. O que ele mandou dizer ao editor nesta sexta-feira:
- Nós já ouvimos o decorador da casa de Cachoeira e daqui a pouco vamos ouvir o psicólogo da atual mulher ou da ex-mulher.

. A oitiva do dono da Delta marcará o início das investigações sobre as obras do PAC, o que significa que a CPI chegará ao gabinete da presidente Dilma Rousseff. A Delta ficou com 40% das obras do PAC 1.

André Scheid - Isso é Possível - Novo Hamburgo. RS.

PT se organiza para peitar STF, pasmem, para evitar "atentados à democracia".

O setorial jurídico do PT se reúne amanhã, em São Paulo, para discutir uma manifestação política em resposta às críticas do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa. O relator do mensalão conclamou seus colegas de corte, anteontem, a combater o que chamou de "ataques pessoais" dos advogados de defesa no julgamento. Barbosa disse que a Justiça brasileira não poderia se deixar ameaçar por "guildas [grupos profissionais]".

Coordenador do setorial jurídico petista, Marco Aurélio de Carvalho deverá propor à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) a criação de uma comissão para acompanhar o julgamento e evitar "atentados à democracia". "Esse é um prenúncio de como será Joaquim Barbosa na presidência do STF e nos traz a compreensão de que ele ainda não se despiu do papel de procurador. Ele precisa vestir a toga de ministro do Supremo", disse Carvalho. 

A pedido do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP), o grupo discutirá ainda medidas legais para responsabilizar o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pela confecção de uma cartilha, exibida no site oficial do Ministério Público Federal, para apresentação do mensalão a crianças. O setorial jurídico do PT de São Paulo adotará medidas para suspender a veiculação da cartilha.(Folha de São Paulo)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Relator pede condenação dos primeiros mensaleiros da sofisticada organização criminosa do PT.

Relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa disse nesta quinta-feira (16) que "estão caracterizados" os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e de corrupção ativa do publicitário Marcos Valério e de seus ex-sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbarch. Barbosa começou seu voto discorrendo sobre as acusações de desvios de dinheiro da Câmara dos Deputados, pela SMP&B, agencia de Valério. "Ao meu ver, estão caracterizados os crimes de corrupção ativa a Valério, Paz e Hollerbach e corrupção passiva atribuída a João Paulo Cunha", disse Barbosa, que ainda não concluiu seu voto.

Ministro Joaquim Barbosa iniciou seu voto sobre o processo do mensalão por acusações contra João Paulo Cunha

Cunha é denunciado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Valério, Hollerbach e Paz respondem por formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Na avaliação de Barbosa, Cunha atuou para favorecer Valério na época em que era presidente da Câmara e abrindo uma licitação desnecessária para a contratação de uma empresa de publicidade.

O relator questionou as versões apresentadas por Cunha para ter recebido R$ 50 mil do valerioduto. Ele lembrou que, inicialmente, o deputado disse ao Conselho de Ética da Câmara que sua mulher e sua secretária foram ao Banco Rural para resolver pendências de uma cobrança de TV por assinatura e só depois apresentou a versão de que o recurso teria sido do PT para pesquisa de marketing. "Não havia dúvidas que o dinheiro não era do PT nem de Delúbio Soares, mas que vinham das agências de Valério. As provas conduzem ao entendimento que o réu sabia da origem dos R$ 50 mil e aceitou a vantagem indevida", disse o relator. (Folha Poder)


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Mensalão: chegou a hora de saber quantos são juízes e quantos são advogados no STF.

Com o fim da apresentação das defesas e o início dos votos pelos ministros, o julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) entrou ontem na fase decisiva com embates e discussões entre membros da corte. O auge da tensão aconteceu quando o relator do caso, Joaquim Barbosa, se disse atacado pessoalmente por um pedido de advogados dos réus para que ele fosse excluído da ação. Baseados em entrevistas do relator, os advogados haviam afirmado, no pedido, que o ministro talvez estivesse mais preocupado com "uma decisão que atenda aos anseios da população, que lhe proporcione reconhecimento social". 

Irritado, Barbosa afirmou que a defesa agiu de "má-fé", agrediu a corte e lhe fez "ataques pessoais".O ministro chegou a propor envio de ofício à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) contra os advogados, o que foi negado por quase todos os seu colegas. O relator, que a todo momento demonstrava irritação, argumentou: "Cada país tem o modelo e o tipo de Justiça que merece. Justiça que se deixa agredir, ameaçar por determinadas guildas [grupos profissionais]", referindo-se à advocacia. Neste momento, Marco Aurélio Mello o interrompeu, dizendo que não se sentia ameaçado.

Barbosa então rebateu: "Claro, Vossa Excelência talvez faça parte", sem concluir a frase e logo cortado pelo presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto. Apesar disso, o relator continuou: "Lamento muito que nós, brasileiros, tenhamos que carregar certas taras antropológicas, como essa do bacharelismo. Diante de uma agressão contra um de seus membros, entende que isso não tem importância". 

Um dos autores do pedido, Antonio Sérgio de Moraes Pitombo, que defende donos de uma corretora acusada de participar do esquema, chegou a pedir a palavra para se defender, mas Barbosa negou. "Sua Excelência teve oportunidade de falar nas suas sustentações orais e escondeu do grande público as ofensas que fez a mim". Pitombo insistiu, dizendo que não queria ofendê-lo, mas Barbosa disse que ele agrediu a corte e o país.

Os demais ministros fizeram reverências ao relator, mas foram duros ao negar a proposta de acionar a OAB. Celso de Mello, argumentou que tal ato caracterizaria "indevida interferência" na atividade de advogados. Na sequência da sessão, Barbosa distribuiu farpas aos acusados, ao dizer que os pedidos eram "abobrinhas". As discussões começaram no início da sessão, quando Marco Aurélio discordou do anúncio feito por Ayres Britto de que o voto do relator começaria ontem. Gilmar Mendes, por sua vez, argumentou que o devido processo legal estaria sendo usado para atrasar o julgamento.

O presidente do STF, então, lembrou que o voto estava marcado para começar ontem, mas que houve um "incidente processual" que adiou o julgamento em um dia, referindo-se à data de liberação da revisão do caso por Ricardo Lewandowski. A afirmação irritou o colega, que disse que o calendário foi "imposto" a ele. "Cumpri rigorosamente o calendário que me foi imposto pela corte, e diga-se, sem a minha participação." Mais tarde, Lewandowski e Ayres Britto voltaram a discutir sobre o tempo do julgamento.(Folha de São Paulo)

Justiça Eleitoral decide em último grau local que é ilegal candidatura de Luciana Genro. Candidata do PSOL desiste da disputa.

- Seguindo o exemplo do deputado Raul Pont, que declarou que os juízes do TRE são "um bando de sem vergonhas", Luciana Genro afirmou nesta quarta-feira, ao ser cassada por bancar candidatura ilegal, que é mínima a vida inteligente no Tribunal. 

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul decidiu nesta quarta-feira manter a impugnação da candidatura da ex-deputada federal Luciana Genro (PSOL) à Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Ela havia recorrido ao TRE contra a decisão da juíza eleitoral Elisa Corrêa, que a pedido do Ministério Público a considerou impedida de disputar o cargo por ser filha do governador do Estado, Tarso Genro (PT).

. O  artigo 14, inciso 7º, da Constituição Federal diz que são inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou adoção, do presidente da República e do governador do Estado. 

- Irritada, Luciana Genro avisou que retirará sua candidatura, embora vá recorrer ao TSE. É que o PSOL perderia o voto em caso de confirmação da sentença, o que é certo que acontecerá. A filha do governador resolveu ofender os juízes do TRE que não a beneficiaram por 5 x 1, porque disse que somente este único juiz é "ser inteligente no TRE". Luciana Genro sabia desde o início que a lei, aprovada pelo Congresso do qual fez parte, foi quem elaborou o texto que a impediu, e que já prejudicou outros candidatos antes. 


A foto de Luciana Genro é de Ramiro Furquim, do site Sul 21, e está disponibilizada no Google desta quinta-feira.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Memórias do Mensalão

Confiança em Lula desaba, segundo Ibope


(Notícia aqui publicada em 21.9.2005)

Pesquisa do Ibope realizada em setembro para a Confederação Nacional das Indústrias, que começa a ser divulgada neste momento em Brasília, só reúne más notícias para o governo e Lula. As principais:

1. Avaliação do governo

* ótimo + bom: 29% (eram 35% na pesquisa anterior de junho)

* ruim + péssimo: 32% (eram 22%)

* regular: 41% (eram 36%)

* avaliação positiva: - 3% (era de + 13%)

 

2. Aprovação do governo

* 45% dos entrevistados aprovam (eram 55%);

* 49% desaprovam (eram 38%)

 

3. Confiança em Lula

* 44% dos entrevistados confiam (eram 56%)

* 51% não confiam (eram 38%)

AGRADECIMENTOS À CORJA DO MENSALÃO.wmv

Copa Independencia Sub-17 - Internacional 4 x 3 Pachuca (MEX)

INSS para amanhã. Poícia Rodoviária Federal parou hoje. 28 categorias de funcionários federais já estão em greve.

Funcionários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) podem paralisar o atendimento nos Estados na próxima quarta-feira. A Polícia Rodoviária Federal parou hoje.

. Com isto, 28 categorias diferentes de servidores federais estão em greve.

O ouro Olímpico Chinês

Lula pode ser condenado por improbidade administrativa por favorecer banco privado, prejudicando a Caixa.

A Justiça Federal deve decidir na próxima semana se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será sentenciado ou não por improbidade administrativa. Ele e o ex-ministro da Previdência Social Amir Lando são acusados pelo Ministério Público Federal de usar a máquina pública em favor do BMG, um dos bancos que cederam empréstimos irregulares ao PT no mensalão, segundo o ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza.

Responsável pelo caso, o juiz Paulo Cezar Lopes, da 13.ª Vara Federal, disse ao Estado estar na fase de análise das alegações das defesas e tem a intenção de divulgar a sentença já na próxima semana. "Estou analisando os documentos e tento dar certa prioridade a isso, mas não tenho como me debruçar apenas sobre um caso."

A ação foi apresentada pelo MP em fevereiro de 2011. Um ano depois, estava pronta para ser julgada. A demora na decisão foi criticada ontem pelo advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa, defensor do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB). Segundo a procuradora responsável, Luciana Loureiro Oliveira, a irregularidade se refere ao envio de mais de 10 milhões de cartas a segurados do INSS, entre outubro e dezembro de 2004, ao custo de R$ 9,5 milhões, que informavam sobre a possibilidade de obtenção de empréstimos consignados. Após as cartas, o lucro do BMG pulou de R$ 90 milhões, em 2003, para quase R$ 280 milhões, em 2004.

Na defesa de Lula, apresentada em fevereiro, a Advocacia-Geral da União pede o arquivamento da ação, e argumenta que Lula não fez "propaganda gratuita" para o BMG, pois, quando do envio da carta, o banco concorria com a Caixa, que já estava no mercado de consignado.

Senador afirma que baixo número de medalhas na Olimpíada é reflexo da educação no Brasil


O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse nesta segunda-feira que o fraco desempenho do Brasil nas Olimpíadas de Londres é um reflexo da falta de qualidade nas escolas brasileiras. Segundo ele, para ter sucesso nas olimpíadas é necessário uma população grande, Produto Interno Bruto e boas escolas para descobrir talentos no esporte. "A nossa vergonha de ter apenas três medalhas de ouro, quando países muito menores e mais pobres do que o Brasil tiveram um desempenho tão melhor, decorre de que nossas crianças, todas elas, não estão na escola com instalações, com tempo, com orientação para praticarem esportes", disse o senador. Ele chegou a dizer que não acredita em uma melhora significativa nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. "É com tristeza que digo: esqueçam 2016! Podemos fazer uma festa até melhor, até por que vamos gastar R$ 60 bilhões para fazer a Copa, mas, não vai dar tempo de conseguir um conjunto de atletas em condições de obter muitas medalhas", afirmou.

Advogado de Roberto Jefferson diz que Lula ordenou mensalão


Mensalão foi ordem de Lula.

O advogado do presidente do PTB e deputado cassado Roberto Jefferson disse nesta segunda-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) "não só sabia, como ordenou o pagamento do mensalão", denunciado por Jefferson em 2005. "Deixaram o patrão fora da acusação", afirmou o advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa. "Você não pode afirmar que o presidente da República fosse um pateta, um deficiente, que sob suas barbas pudesse estar acontecendo isso e ele não sabia. Lula não é só safo como é doutor honoris causa em universidades brasileiras e fora do país", afirmou o advogado.

Ele citou a teoria do "domínio dos fatos" — usada pelo Ministério Público para argumentar que o ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, estava a par do pagamento de verbas a parlamentares — para defender que Lula também sabia do mensalão. "Aqueles ministros [José Dirceu, Luiz Gushiken e Anderson Adauto, também denunciados no processo] eram apenas executivos disso", afirmou Barbosa. "O mandante ficou fora", insistiu. (Valor Econômico)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Greve chapa branca é jogo de cena entre CUT, PT e governo Dilma. Lula é chamado para "acalmar" os grevistas".

É apenas um jogo de cena o enfrentamento que opõe a CUT e o governo Dilma Rousseff no caso das greves de 26 categorias de servidores públicos, que se agudizaram dramaticamente esta semana, paralisando 350 mil funcionários em todo o País.

. A greve, surpreendentemente muito bem sucedida, já afetou exportações, importações, vigilância sanitária, expedição de passaportes e transportes rodoviários, aéreos e marítimos, o que já produziu desabastecimento em vários Estados. 


. O jornal Valor desta sexta-feira,  informou que a presidente pediu a ajuda do ex-presidente Lula, a quem teria incumbido de acalmar os ânimos do movimento. 


. O jogo de cena tem tudo a ver com o julgamento do Mensalão e visa apenas desviar do STF a atenção da opinião pública.


. O PT já tinha dito que faria isto.


. CUT e governo Dilma não passam de aparelhos do PT. São uma espécie de Santíssima Trindade.

Cotas nas universidades: o pobre branco não vai mais chegar à universidade federal. Sua vaga será ocupada pelo pobre negro, o pobre pardo ou o pobre índio.

A destinação de 50% das vagas das universidades públicas e gratuitas para egressos de escola pública muda muito pouco a realidade, já que, no Brasil, 45% dos ingressantes das "federais" são oriundos destes estabelecimentos.  O mais escandaloso é que metade destas vagas está automaticamente garantida para negros, pardos e índios. O pobre branco, que estuda ao lado do pobre negro, do pobre pardo, do pobre índio na escolinha pública de péssima qualidade, passa a competir por uma vaga no ensino superior  gratuito em total desigualdade, só porque nasceu assim, pobre e branco. O pobre branco, mesmo sendo mais estudioso e dedicado, mesmo obtendo uma nota superior ao do pobre negro, do pobre pardo ou do pobre índio, não entrará no curso de medicina que tanto sonhou, apenas porque, em vez de pobre negro, pobre pardo ou pobre índio, teve a desdita de nascer pobre. E  ainda por cima, branco. Pobre Brasil.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

E aí, PSDB, vai imprimir as cartilhas do MPF e distribuir em todas as escolas estaduais onde governa?

O PT quer processar Gurgel pela cartilha explicativa do Mensalão para crianças. Nenhum tucano covarde saiu em defesa do PGR. Nenhum governo gritou: "vou imprimir e distribuir em todas as escolas estaduais!". A oposição acabou no Brasil. Tucanos e demos são qualquer coisa, menos oposição. Estamos ferrados! Leia mais abaixo, da Folha Poder:

Página do site 'Turminha do MPF' dedicada ao mensalão 

 Ex-líder do governo Dilma Rousseff e, ainda hoje, um dos mais combativos articuladores do Palácio, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) é autor de representação contra o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no Conselho Nacional de Justiça. Vaccarezza, que diz que entrará com a representação nesta quinta-feira (9), afirma que a cartilha produzida pelo Ministério Público para traduzir o escândalo do mensalão para crianças "é um acinte".

"É uma avacalhação do trabalho da Procuradoria-geral da Repúiblica. Não sei se Gurgel tem respaldo dos demais procuradores. É um engajamento político-eletioral. Ele pode fazer na vida privada. Mas não no site da Procuradoria".Na representação, elaborada pelo coordenador do setorial jurídico do PT de São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, Vacarezza acusa o procurador-geral de "carnavalização" do julgamento do mensalão ao divulgar, no site oficial da Procuradoria-geral da República, uma cartilha dirigida às crianças sem que o julgamento estivesse concluído. 

No documento, ao qual a Folha teve acesso, o petista acusa o procurador de preconceito e prejulgamento.
"Gurgel foi rápido. Essa não é uma caracterísitca dele. Se fosse, ele teria sido rápido no caso Cachoeira", atacou Vaccarezza.

Mais de uma vez, o petista usou de ironia ao perguntar "por que o procurador não fez uma cartilhinha para explicar o caso do Cachoeira". É uma alusão ao fato de Gurgel não ter apresentado denúncia contra o então senador Demóstenes Torres em 2009, quando foi informada pela Polícia Federal que o parlamentar fora flagrado nos grampos. Segundo Vaccarezza, a edição da cartilha revela um esforço de encobrir as deficiências da acusação de Gurgel, segundo o petista, "simplória e fraca". "A Procuradoria tenta fazer uma lavagem cerebral nas crianças, o que é uma perversidade", disse Vaccarezza, para quem o Ministério Público tem de "descobrir o objetivo político de Gurgel". 

Vaccarezza disse não ter consultado o presidente nacional do PT, Rui Falcão, sobre a iniciativa, "embora tenha passado o dia inteiro com ele". Na representação, o petista pede que o Conselho Nacional atue para remediar e impedir a carnavalização do julgamento do mensalão, além de suspender a veiculação da cartilha.
"Trata-se de evidente desvirtuamento da atividade do Ministério Público, que está custeando com recursos públicos propaganda pretensamente educativa, informativa e de orientação social, mas com notória intenção de, para utilizar as palavras do respeitado jornalista, carnavalizar um julgamento sério, cuja tão somente ocorrência já impacta severamente a vida da nação e dos acusados.Não é isso que se espera do Ministério Público. Isso não faz parte, certamente, das atribuições elevadas cometidas ao Ministério Público pela Carta da República!", diz o documento. 

A petição foi elaborada pela área jurídica do PT e será protocolado hoje por Vaccarezza. "Cabe a Gurgel explicar o motivo de não ter feito cartilhas explicativas para os casos Cachoeira e mensalão mineiro. "Gurgel deveria ter prestigiado o principio da presunção de inocência... Vai precisar dele", questiona o coordenador do setorial jurídico do PT, Marco Aurélio. O site "Turminha do Mensalão" foi lançado em 2009 e, segundo a Procuradoria, trata de diversos temas polêmicas como os casos de corrupção no Distrito Federal, batizado de mensalão do DEM.
Ainda  ontem reportava  sobre  o  assunto. Frisava que A Refinaria Abreu e Lima, a primeira a ser construída pela Petrobrás desde 1980, terá capacidade para a produzir 230 mil barris de petróleo por dia e conta com cerca de 40 mil operários atualmente.  
A reportagem era de  junho  de 2012, agora já se  fala em  44 mil trabalhadores.
Perceberam , porque e  como  o  PT ganhou as eleições  no  nordeste? Lançam pedra  fundamental  de uma obra e já contratam milhares de" trabalhadores".

SISTEMA PENITENCIÁRIO JAPONES






















Duduca e Dalvan Massa Falida

terça-feira, 7 de agosto de 2012

STF crava mais uma estaca no peito dos mensaleiros.

Por unanimidade, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitaram nesta terça-feira a tentativa de advogados de réus do mensalão de suspender o julgamento por conta da ausência da ministra Cármen Lúcia na segunda parte da sessão. Os ministros entenderam que a falta da ministra não traz prejuízos para a defesa dos réus. Presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a ministra ouviu a defesa de três réus ligados ao publicitário Marcos Valério, considerado operador do esquema, mas anunciou no começo do intervalo da sessão que não voltaria por conta de atividades do TSE (Tribunal Superio Eleitoral), corte que preside.(Folha Poder)

NO SUL FAZ FRIO, MAS EM BRASILIA "ESTÁ UM BRASEIRO", SE BOBEAR ESSE BRASEIRO VIRA CINZAS.

domingo, 5 de agosto de 2012

Esse país tem que fechar! (02/07/2012) - Comentário de Luiz Carlos Prates

PT quer censurar o termo "mensalão".

Advogados do PT querem proibir a imprensa de usar a palavra "mensalão". Em reunião nesta sexta-feira, 3, em São Paulo, cerca de 30 advogados decidiram que tomarão "providências jurídicas", para que seja utilizada a designação "Ação Penal 470", quando se referir ao suposto pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio político ao governo Lula.

O coordenador jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho, disse que a palavra "mensalão" exprime juízo de valor pejorativo. Sua principal queixa é contra o uso feito pela TV Globo e pela Globo News, "que muitas vezes escrevem a palavra até em negrito". E completa: "Uma concessão pública não deveria divulgar teses, apenas informações para o público". A preocupação é com a repercussão do julgamento nas eleições. Primeiro tentarão resolver a situação com a mídia. Se não funcionar, entrarão na Justiça.(Estadão)

Mensalão já começa a afundar o PT nas capitais.

Após um mês de campanha eleitoral, as candidaturas do PT não decolaram na maioria das capitais do país. Das 17 onde tem candidatura própria, o partido só é líder, por enquanto, em Recife e Goiânia, e mostra-se competitivo em Belo Horizonte, Rio Branco e Salvador, onde está na segunda colocação nas pesquisas eleitorais.

 Nas demais capitais brasileiras, os petistas aparecem, até agora, como coadjuvantes, na terceira, quarta ou até quinta posições. Apesar do cenário desfavorável, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal cabo eleitoral destas eleições, não tem manifestado disposição ou saúde para socorrer a maioria desses candidatos, o que tem frustrado muitos petistas que apostam na sua participação para virar o jogo. Lula tem se queixado de um inchaço na região da garganta e do retorno da bursite.

O diagnóstico dos líderes da sigla é que o partido poderá encolher nas capitais do país após os resultados nas urnas este ano. O número de candidatos petistas em capitais em 2012 já é inferior ao do pleito de 2008, quando o partido lançou 19 postulantes. Atualmente, o partido controla seis prefeituras de capitais: Fortaleza, Palmas, Porto Velho, Recife, Vitória e Rio Branco.

A presença do ex-presidente Lula em palanques está assegurada, até agora, somente nas campanhas de seus ex-ministros Fernando Haddad (São Paulo), Patrus Ananias (Belo Horizonte) e Humberto Costa (Recife). Das três campanhas, a de São Paulo é a que inspira mais cuidados. Pesquisa Ibope, divulgada sexta-feira, mostrou o petista com 6% das intenções de voto, amargando o quarto lugar. José Serra (PSDB) tem 26% e Celso Russomanno (PRB), 25%.

Exames que Lula fará amanhã no Hospital Sírio-Libanês vão definir seu grau de engajamento em campanhas pelo país. Mas assessores já adiantaram que ele não poderá atender todos os pedidos de ajuda recebidos de candidatos. Por enquanto, o que está previsto é a primeira gravação para o programa de Haddad no horário eleitoral gratuito esta semana. Semana passada, ele fez uma sessão de fotos com cerca de 120 postulantes a prefeito do PT e de partidos aliados. Todos passaram o dia num hotel na capital paulista esperando a vez para registrar uma imagem com Lula.

Estavam nesse périplo os candidatos a prefeito Fernando Mineiro (Natal), Vander Loubet (Campo Grande), Lúdio Cabral (Cuiabá), Adão Villaverde (Porto Alegre), Alfredo Costa (Belém), Fátima Cleide (Porto Velho), Elmano de Freitas (Fortaleza) e Washington Oliveira (São Luís). São os petistas com pior desempenho nas capitais. Villaverde aparece nas pesquisas mais recentes com cerca de 3% da intenções de voto. Em Natal, Mineiro, estacionado em 5%, também não se mostra competitivo.

Apesar das restrições impostas a Lula pela saúde debilitada, candidatos propagam em seus redutos eleitorais que terão sua presença na campanha. Washington Oliveira, que com 6% nas pesquisas em São Luís, postou no Twitter que Lula garantiu participação. — O ex-presidente Lula me disse que viria a São Luís — disse, otimista, Oliveira.

A maioria tem esperança na participação do ex-presidente para alavancar as candidaturas. O senador Wellington Dias, que concorre em Teresina, explica o motivo do assédio: — Há um sentimento de saudade muito forte da população. A simples presença dele já ajudaria muito. Em situação mais confortável como líder das pesquisa em Recife, Humberto Costa conta com, pelo menos, três visitas de Lula na cidade. — Eu gostaria que ele participasse de eventos de rua, mas vamos ver o que é possível construir — afirmou. (O Globo)


GovernoFODEral - Lula suas versões para o Mensalão


Ativistas do PT depredam caminhão, intimidam com armas e espancam militantes do PV em Gravataí

O PV, Partido Verde de Gravataí, RS, acusa ativistas do PT pelo cerco ao caminhão de propaganda eleitoral da candidata socialista Anabel Lorenzi, ataque armado e agressões com cacetetes e barras de ferro contra seus militantes, sexta-feira, pouco depois que foi conheciida a impugnação da candidatura a prefeito do deputado Daniel Bordiginon.

. O PV pediu a impugnação de Bordignon e foi peça chave no processo de impeachment da prefeita do PT, Rita Sanco.

. O caminhão teve o para-brisas quebrado e as lonas rasgadas.

. Os agressores foram identificados.

. Um dos militantes do PV sofreu traumatismo craniano. O Partido avisou que reagirá diante de novos ataques armados. 

- O clima político e eleitoral em Gravataí permanece muito tenso. 

ESTÂNCIA VELHA, RS - Caso Martinelli

Ré do Caso Martinelli é presa por ordem judicial

Página do Tribunal de Justiça (TJ) na internet | Créditos: Divulgação
Estância Velha – A ré do processo que trata da tentativa de homicídio contra o Sociólogo Mauri Martinelli foi presa por volta das 14h30 desta sexta-feira, por ordem judicial. Claci Campos da Silva foi convocada para uma audiência, nesta tarde, e quando chegou, recebeu voz de prisão.
Ela foi presa por coação de testemunha no curso do processo. No dia 22 deste mês, Claci e um homem, teriam ameaçado e agredido a testemunha de acusação Vera Lúcia Vanzan. Claci foi levada à Delegacia de Polícia, onde foi feito o registro.
O promotor Marcelo Tubino, que cuida do caso, está em férias e não foi localizado para comentar o assunto. O promotor Charles Emil Machado Martins, que atende em substituição, participa de um congresso em Canela, e também não foi localizado para falar.

Créditos: Redação O Diário

Juiz eleitoral cassa a candidatura do prefeito petista de Novo Hamburgo, Tarcisio Zimermann. Ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Foi impugnada neste sábado a candidatura do prefeito Tarcisio Zimermann pelo PT de Novo Hamburgo. O prefeito foi enquadro na Lei da Ficha Limpa, o que significa que foi condenado por decisão colegiada. O juiz da 76a. Zona Eleitoral, Geraldo Anastácio Brandeburski Júnior, proferiu sua sentença num longo e consistente arrazoado de nove laudas, no qual não apenas destaca o fato que deu origem à impugnação, como também fundamentou com correção impecável a aplicação da Lei da Ficha Limpa sobre ocorrência pretérita, ou seja, de oito anos antes.

. Tarcisio Zimmermann foi condenado nas eleições de 2004 e perdeu o registro, conforme acórdão do TSE de número 24.861, porque cometeu "conduta vedada" na ocasião (ele compareceu a um ato do setor público em período vedado pela lei).

. O PT perdeu seu candidato a prefeito, mas também perdeu a candidata a vice, maria Lorena Mayer. Tarcisio Zimmermann avisou que continuará na campanha, enquanto recorre, mesmo sabendo que não tem qualquer chance de êxito. Ele conta fazer o que fez nas últimas eleições o deputado Daniel Bordignon, também do PT, de Gravataí, que só mudou o candidato à última hora, o que garantiu sua foto e seu nome nas urnas, no dia da votação, valendo o voto para seu indicado.

. A coligação do prefeito era poderosa: PT, PRB, PDT, PTB, PR, PSB, PSD, PCdoB e PTdoB.

. O candidato que disputa a eleição com a coligação "Meu Coração quer Mais", Paulo Kopshina, PMDB, é agora a principal aposta eleitoral em Novo Hamburgo.

. Zimermann era o candidato favorito em Novo Hamburgo, um dos municípios mais importantes da Grande Porto Alegre.

www.polibiobraga.com.br

CLIQUE AQUI para ler o inteiro teor da sentença do juiz eleitoral. É um documento precioso para todos os que se interessam pelo Direito Eleitoral e pela correta aplicação da Lei da Ficha Limpa.

sábado, 4 de agosto de 2012

Como interpretar as atitudes de seu cão?

TAL o AMO, TAL o CÃO !

O Engenheiro ordenou a seu cachorro :
§ Escalímetro,  mostra tuas habilidades !
O Cãozinho pegou um martelo, umas tábuas e num instante construiu um casinha para cachorros.
Todos admitiram que era uma façanha.


 
contador disse  que seu cão  podia fazer algo melhor : Cash Flow,  mostra tuas habilidades! O cachorro foi à cozinha, voltou com 24 bolinhos, dividiu os 24 bolinhos em 8 pilhas de 3 bolinhos cada.
Todos admitiram que era genial.


O  químico disse que seu cão podia fazer algo melhor :
Óxido, mostra tuas habilidades !
Óxido caminhou até a geladeira, pegou um litro de leite, 
umas bananas, colocou tudo no liquidificador e fez uma vitamina. 
Todos aceitaram que era impressionante.

O da informática sabia que podia ganhar de todos:   Megabyte, vamos lá !
Megabyte atravessou o quarto, ligou o computador, verificou se tinha vírus,bredimensionou o sistema operativo, mandou um email e instalou um jogo excelente.
Todos sabiam que este era muito difícil de superar.
Todos então, olharam para o político e disseram :
-      E seu cão, o que pode fazer ?



    O petista chamou seu cão e disse : Cumpanhêro, mostra tuas habilidades! Cumpanhêro  deu um salto, comeu todos os bolinhos, tomou a vitamina, cagou na casinha, deletou todos os arquivos do computador,  armou a maior zorra com os outros cachorros. E expulsou todo mundo, exibindo um título falso de propriedade. Ah ! E alegou que não sabia de nada... 

PT quer censurar o termo "mensalão".

Advogados do PT querem proibir a imprensa de usar a palavra "mensalão". Em reunião nesta sexta-feira, 3, em São Paulo, cerca de 30 advogados decidiram que tomarão "providências jurídicas", para que seja utilizada a designação "Ação Penal 470", quando se referir ao suposto pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio político ao governo Lula.

O coordenador jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho, disse que a palavra "mensalão" exprime juízo de valor pejorativo. Sua principal queixa é contra o uso feito pela TV Globo e pela Globo News, "que muitas vezes escrevem a palavra até em negrito". E completa: "Uma concessão pública não deveria divulgar teses, apenas informações para o público". A preocupação é com a repercussão do julgamento nas eleições. Primeiro tentarão resolver a situação com a mídia. Se não funcionar, entrarão na Justiça.(Estadão)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Universidade indenizará por constranger aluna inadimplente
A Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) foi condenada a pagar indenização por danos morais à aluna que estava inadimplente e teve sua situação publicamente revelada perante outros colegas. Os Desembargadores da 6ª Câmara Cível do TJRS reformaram a sentença do Juízo do 1º Grau, que havia negado o pedido.
Caso
A autora da ação narrou que em razão de sua inadimplência das mensalidades foi advertida, na presença de colegas, de que só poderia voltar a frequentar as aulas após a negociação do débito pendente.
Na Justiça de 1º Grau, o pedido foi considerado improcedente.
Apelação
Na 6ª Câmara Cível o Desembargador relator, Artur Arnildo Ludwig, reformou a sentença.
Em sua decisão, o magistrado cita o Código de Defesa do Consumidor que afirma que o inadimplemento das mensalidades não pode representar óbice à realização de provas, recebimento de notas e materiais escolares, colação de grau e entrega de diploma.
O Desembargador relator também destacou que as provas testemunhais colhidas nos autos são contundentes para confirmar a tese da autora. A monitora do curso ao ir até a sala de aula para repasse do material didático, informou que, por orientação da Ulbra, somente os alunos que estavam com as mensalidades em dia iriam recebê-lo, momento em que leu a listagem dos alunos que não receberiam o material.
Ao meu sentir, o dano moral, no caso, deve ser atribuído a título de caráter pedagógico, a fim de que, cada vez mais, seja tomada consciência de que as relações de consumo devem ser tratadas de forma respeitosa, afirmou o relator.
A ULBRA foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 5 mil.
Participaram do julgamento, além do relator, os Desembargadores Antônio Corrêa Palmeiro da Fontoura e Ney Wiedemann Neto.
Apelação nº 70046607115