Total de visualizações de página

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Reinaldo Azevedo - PT é o Partido do Crime

Não se trata de um evento trivial. Luiz Moura (PT-SP), deputado estadual, foi surpreendido numa reunião na sede da Transcooper, uma cooperativa de vans e micro-ônibus, de que ele é presidente de honra, em companhia de 13 pessoas que, segundo a polícia, são ligadas ao PCC. Um assaltante de banco foragido participava do convescote. Segundo a polícia, o encontro tinha o objetivo de planejar novos incêndios contra ônibus na capital. Os veículos atacados pertencem invariavelmente a empresas privadas, nunca às tais cooperativas.
Moura integra o grupo político de Jilmar Tatto, deputado federal licenciado (PT-SP) e secretário de Transportes da gestão Fernando Haddad. O próprio Tatto é muito influente nisso que já foi chamado "transporte clandestino", tornou-se "alternativo" e acabou sendo oficializado. Hoje, as cooperativas celebram contratos bilionários com a prefeitura.
Não há um só jornalista ou um só político de São Paulo que ignorem o fato de que o PCC se imiscuiu na área de transportes por meio de cooperativas. Em 2006, foi preso um sujeito chamado Luiz Carlos Efigênio Pacheco, então presidente da Cooper-Pam. Conhecido como "Pandora", o homem foi acusado de financiar uma tentativa de resgate de presos de uma cadeia de Santo André. Ele negou ligação com o crime organizado, mas disse que, por ordem de Tatto, então secretário de Transportes da gestão Marta Suplicy, levou para a sua cooperativa integrantes do PCC. O chefão petista repeliu as acusações. Só não pode repelir a sua óbvia proximidade com as ditas cooperativas e o incentivo que deu, ao longo de sua carreira, a essa, vá lá, "modalidade de transporte".
(…)

No PT, Moura já não é um qualquer. Na sua festança de aniversário, a figura de destaque foi Alexandre Padilha, ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo. 

CLIQUE AQUI para ler tudo.


--

Um comentário:

  1. Nos apresentando respeitosamente, somos procuradores legais do SR. LUIZ CARLOS EFIGÊNIO PACHECO, e por esta somos forçados a NOTIFICÁ-LO EXTRAJUDICIALMENTE, pelos seguintes motivos:

    O Notificante, ao colocar o seu nome completo na biblioteca virtual Google (www.google.com.br), constatou a divulgação maciça, contínua e perene, por notícia da autoria do ora Notificado, de que o mesmo teria sido preso.

    Entretanto, como é de conhecimento dos órgãos de imprensa, não houve qualquer prova durante o curso das investigações criminais, e o caso foi definitivamente arquivado. Essa informação, contudo, não foi noticiada pela imprensa.

    Essa matéria jornalística, assim, não retrata a verdade.

    Com efeito, o artigo 12, do Código Civil, prevê que: "Art. 12. Pode-se exigir que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da personalidade (...)".

    A preservação do bom nome integra o direito de personalidade da pessoa humana.
    Estabelecem, ainda, os artigos 7º, inciso I, e 10, ambos da Lei nº 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet:

    "Art. 7o O acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados os seguintes direitos:
    I - inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação".

    "Art. 10. A guarda e a disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet de que trata esta Lei, bem como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas, devem atender à preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas".

    Diante do exposto, é a presente notificação extrajudicial, a fim de que Vossa Senhoria, devidamente Notificado, retire da internet o nome do ora Notificante do conteúdo da matéria, ou o link da matéria mencionada, relativo ao nome do Notificante, pois nada deve na seara criminal, num prazo de 05 (cinco) dias, a contar do recebimento desta, OU AINDA OCULTE-O com a utilização da ferramenta Google Searche Console, sob pena de ser constituída em mora, na forma do parágrafo único do artigo 397 do Código Civil, e serem tomadas as medidas judiciais cabíveis.

    Fábio Delgado
    Advogado
    www.dflaw.com.br

    ResponderExcluir