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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


Juiz condena Veja por amplificar denúncias caluniosas do Eixo do Mal contra Yeda





A sentença do Juiz Claudio Thome Toni, titular da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, São Paulo, que acaba de condenar a revista Veja a indenizar (R$ 54 mil) a ex-Governadora Yeda Crusius, considerando que ela foi vítima de danos morais, é mais uma peça no conjunto de decisões judiciais e manifestações de órgãos públicos, que desmoralizam as acusações feitas pelo Eixo do Mal contra a ex-Governadora tucana do RS.

. O editor conversou sobre o caso com o dr. José Eduardo Alckmin, advogado de Yeda. Ele tem escritórios em Brasília.

. A ex-Governadora sofreu persistente campanha de desmoralização pública movida pelo MPF, MPC, PF, PT, PSOL, PCdoB e RBS, além dos aparelhos sindicais da CUT, durante quatro anos, que acabaram reduzindo suas chances de reeleição e resultaram na eleição de Tarso Genro. A governadora não é ré em nenhum processo, mas move 13 ações diferentes contra seus detratores.

. Veja ouviu testemunhas como Magda Konigan e áudios do Ministério Público Federal, no auge da Operação Rodin, encorpando grossas e falsas acusações contra Yeda Crusius, tudo replicado em duas páginas de reportagem na sua edição 212.

. O que disseram as testemunhas, chamadas a intervir na ação movida pela ex-Governadora do RS:

Magda Koenigkan, ex-mulher de Marcelo Cavalcanti, morto ou assassinado em Brasília – Koenigkan, que chegou a deixar histérico o Deputado Gilmar Sossela, PDT, e ouriçado o PT, em 2008, na CPI do Detran, onde nunca depôs, negou todas as acusações que Veja teria ouvido da boca dela. Ela apenas confirmou que a voz da gravação montada por Lair Ferst com Marcelo era mesmo de Marcelo. E nada mais. Ela recuou de tudo.

Ministério Público Federal – Nas audiências, Veja não conseguiu provar a fonte da gravação montada por Lair Ferst com Marcelo, visando incriminar Yeda.

A casa do espanto – O Ministério Público Estadual do RS, acostou decisão que concluiu por dar por perfeitamente legal a compra da casa da ex-Governadora.

Polícia Federal – Também ouvido pelo Juiz Claudio Toni, o Delegado Gustavo Schneider, que conduziu as investigações da Operação Rodin, informou que a gravação da conversa entre Lair e Ferst existe, mas que o procedimento investigativo sobre as denúncias feitas ali foram arquivadas "pois não se concluiu pela prática de ilícito penal para a autora". O Delegado admitiu que as denúncias de caixa 2 de campanha são assuntos da Justiça Eleitoral.

CLIQUE AQUI para ler 9 páginas da sentença.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Precisamos muitos igual a este professor da USP

SÃO PAULO - Cerca de 60 alunos do curso de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) foram reprovados por não atingirem a frequência mínima por conta da greve, que durou um mês, dos estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) no início de novembro - quando a reitoria foi invadida, após disputa com a presença da PM no câmpus.

O professor Carlos Alberto Ribeiro de Moura, que ministra História da Filosofia Contemporânea II, reprovou todos os estudantes dos períodos diurno e noturno da disciplina. Para ser aprovado, além das notas acima da média, o aluno deve ter um mínimo de 70% de frequência.

"As aulas foram interrompidas antes de completar o mínimo exigido e os alunos foram avisados sobre isso", disse o docente. "Não posso fazer nada. Não vou emitir um documento público falso. Não sou eu quem aprova ou reprova por falta. As pessoas têm presença ou não têm."

No site do Departamento de Filosofia, há uma nota de esclarecimento do professor. O texto diz: "Segundo a legislação em vigor, o cálculo de frequência em disciplinas deve levar em conta a totalidade do semestre letivo. Assim, aulas não ministradas em função de piquetes, 'cadeiraços', etc. são computadas como dadas e não frequentadas."

De acordo com a USP, haveria a necessidade de reposição das aulas caso a paralisação ocorrida fosse dos docentes. Alguns professores optam por repor as aulas perdidas ou aplicam provas em trabalhos para compensar. Mas segundo a universidade, como foram os alunos que decidiram não comparecer às aulas, o professor agiu dentro das regras da instituição. Os alunos podem entrar com recurso na unidade.

Na página aberta por alunos de Filosofia da USP no Facebook, os estudantes discutiam formas de revogar a reprovação e comentavam a reprovação. Era possível também ler comentários como "criminalizou a greve" ou "Carlos Alberto, amigo do (Geraldo) Alckmin, fez como sugeriu o amigo governador: 'Deu aula de democracia aos alunos da USP...'" A reportagem tentou entrar em contato com o centro acadêmico na tarde de quinta-feira, 15, mas ninguém atendeu o telefone.


 

Infâmia

Prezado(a) MAURÍ MARTINELLI

A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB, fomos vítimas em mais de uma ocasião, a mais notória das quais foi o "Dossiê Cayman", uma papelada forjada por falsários em Miami para dizer que possuíamos uma conta de centenas de milhões de dólares na referida ilha. Foi preciso que o FBI pusesse na cadeia os malandros que produziram a papelada para que as vozes interessadas em nos desmoralizar se calassem. Ainda nesta semana a imprensa mostrou quem fez a papelada e quem comprou o falso dossiê Cayman para usá-lo em campanhas eleitorais contra os tucanos. Esse foi o primeiro. Quem não se lembra, também, do "Dossiê dos Aloprados" e do "Dossiê de Furnas", desmascarado nestes dias?
Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora "acusações", especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar "documentos" não se peja em atacar familiares, como o genro ea filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional.
Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus íderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia.



São Paulo, 15 de dezembro de 2011
Fernando Henrique Cardoso

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ditadura

Quatro nações na América do Sul conseguiram, de uma forma ou de outra, implantar uma ditadura. Claro que não é a ditadura imposta pelos militares mas, de uma forma ou de outra é ditadura.
O Equador, de Rafael Correa. A Venezuela, do ditador Hugo Chavez. A Bolivia, do cocalero Evo Morales e o
Brasil do apedeuta Lula, e toda a sua quadrilha do PT, e da base aliada.
Dilma se rebelou contra a ditadura militar dizendo lutar pela democracia. Que democracia?

O que existe hoje no Brasil é a ditadura do PT.
O governo de Dilma mata mais gente com a saúde em frangalhos do que qualquer regime militar.

Os assassinatos nas estradas brasileiras são incontáveis.

A falta de saneamento básico é muma verdadeira máquina de matar.

A violência urbana não tem limites.
A tão decantada fome continua vitimando milhares de pessoas.
Que diferença faz? O meu ponto de vista? Nenhuma.
A minha liberdade de expresssão? Não vai durar muito! E a Dilma ainda acaba com ela.

Nestas 402 páginas, você vai encontrar o desmonte, pedra por pedra, de toda a Operação Rodin

Se você ainda não entendeu ou não entendeu direito o que foi a Operação Rodin, que foi a operação do MPF, PF e MPC que desencadeou a CPI do Detran, o pedido de impeachment contra Yeda e o mais assombroso escândalo político do RS (2007/2008/2009 e 2010), vale a pena ler as 402 páginas do depoimento do professor Silvestre Selhorst à Justiça Federal de Santa Maria. Selhorst, réu da ação criminal movida contra 32 pessoas, foi secretário Executivo da Fatec, que assinou os contratos com o Detran que originaram a Operação Rodin. 

. Este material é exclusivo. Ele foi apresentado nesta terça em Santa Maria. MPF, MPC e PF não conseguiram contestar uma só linha. 

. Não restará alternativa à juíza Barbisan Fortes senão absolver todos os réus ou anular o processo.

. A leitura é didática,fácil e direta, porque o material foi organizado em forma de lâminas para apresentação e projeção em audiência, realizada nesta terça-feira. Silvestre Selhorst não fugiu do debate, como fez o lobista Lair Ferst no dia seguinte, mas foi sempre direto ao ponto. A apresentação desmonta com tabelas, gráficos e cálculos matemáticos todos os argumentos da PF, MPC e MPF. Não sobra pedra sobre pedra. Seu depoimento durou 14 horas.

. Silvestre Selhorst nega todas as acusações, rebate ponto a ponto cada uma das acusações, elencando provas, e além disto avisou:
- A Operação Rodin foi uma farsa política e uma vendetta pessoal.

. O Secretário Executivo da Fatec acusou a Polícia Federal pela prática de tortura contra ele, presenciada e acompanhada por procuradores do MPF, denunciou uma tentativa de assassinato em Santa Maria, revelou que o suposto desvio de R$ 44 milhões baseou-se em planilhas falsas montadas pelo MPC e acusou a PF e o MPF por violações repetidas da lei, inclusive a exposição vexatória de prisioneiros à execração pública.

CLIQUE AQUI para ler as 402 páginas. (Arquivo em PDF de 19 MB)

A RBS não abriu espaço para 31 réus que repeliram as acusações do MPF, mas repercutiu a fala repulsiva do lobista Lair Ferst

Já falaram 16 dos 32 réus e 200 testemunhas no âmbito da ação criminal movida no âmbito da chamada Operação Rodin, mas o único  que sustentou na Justiça de Santa Maria as acusações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal foi o lobista Lair Ferst.

. O lobista, dono das empresas Rio Del Sur e Newmark, que prestaram serviços à Fatec (Ufsm), contratada pelo Detran, é o único réu que confirma tudo o que acertou com delegados e procuradores no acordo de delação premiada.

. Ele depôs nesta terça-feira perante a juiza Barbisan Fortes. Foi um depoimento confuso, errático, nervoso e recheado de repulsivas condicionais.

. O jornal Zero Hora, da RBS, que se negou a abrir espaço para as manifestações dos réus que desmentiram o MPF e a PF, repercutiu de novo as acusações sem provas e sem testemunhas de Lair Ferst. O título da reportagem de Zero Hora foi o seguinte: "Na Justiça, Lair confirma tese do MPF". Na verdade, a tese é do MPF, MPC, PF, PT e RBS.

. Durante as investigações da Operação Rodin, a RBS tentou encorpar a credibilidade do lobista, identificando-o mentirosamente como "tesoureiro" e até "coordenador de campanha" de Yeda. Fez isto no dia 27 de março de 2008, por exemplo. Zero Hora e seus editores políticos, chegaram a abrir uma página inteira para Lair Ferst, sob o título "Fator Lair", apresentando-o como "empresário".

A inveja e o medo da comparação com as Forças Armadas

 
Juíza Dra. Marli Nogueira

Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relu­tância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.
O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insis­tência em negar os reajustes salariais à categoria poderia mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem com­prometer a dignidade de sua existência.
Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita serie­dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.
A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se des­viaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.
O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí­veis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte paga­dora - a União - visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reser­va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).
Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber porque raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer re­ceber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucede­ram. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:
1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com­pleto suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre­tendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto. Sua única preocu­pação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra­ções de luxo e ostentação.
2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portan to, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no
trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis o de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que desli ze algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.
16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já
que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios- o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.
18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.
19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o quevem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.
24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.
25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam deterem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.
26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.
27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.

Juíza Dra. Marli Nogueira,
Juíza do Trabalho em Brasília

Vergonha Nacional

Isso tudo acontece porque os "perseguidos da ditadura" assassinaram a sangue frio inocentes em nome da "luta democrática", e quando criaram essa merda de constituição que o coitado do tubarão acabou pagando o pato ao comer o verme "doutor democracia" , esses vagabundos comunistas, socialistas , sindicalistas vermelhos acharam colocação para qualquer estrume ocupar cargo público, e o que se vê é isso aí, um honrado trabalhador ganhar R$ 650,00 por mês e uma inutilidade pública dizer que: sabem quem eu sou, cara pálida. O Brasil é um amontoado escuro no meio do verde pasto do potreiro onde uma vaca acabou de passar.

TRISTE JUDICIÁRIO


Marco Antonio Villa - O GLOBO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros. Foi criado pela Constituição de 1988.

Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal.

No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será?

Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes.

O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus.

É difícil entender as razões de tantos veículos para um simples tribunal. Mais estranho é o número de funcionários. São 2.741 efetivos. Muitos, é inegável. Mas o número total é maior ainda.

Os terceirizados representam 1.018. Desta forma, um simples tribunal tem 3.759 funcionários, com a média aproximada de mais de uma centena de trabalhadores por ministro!!

Mesmo assim, em um só contrato, sem licitação, foram destinados quase R$2 milhões para serviço de secretariado.

Não é por falta de recursos que os processos demoram tantos anos para serem julgados. Dinheiro sobra. Em 2010, a dotação orçamentária foi de R$940 milhões. O dinheiro foi mal gasto.

Só para comunicação e divulgação institucional foram reservados R$11 milhões, para assistência médica a dotação foi de R$47 milhões e mais 45 milhões de auxílio-alimentação.

Os funcionários devem viver com muita sede, pois foram destinados para compra de água mineral R$170 mil. E para reformar uma cozinha foram gastos R$114 mil.

Em um acesso digno de Oswaldo Cruz, o STJ consumiu R$225 mil em vacinas.

À conservação dos jardins - que, presumo, devem estar muito bem conservados - o tribunal reservou para um simples sistema de irrigação a módica quantia de R$286 mil.

Se o passeio pelos gastos do tribunal é aterrador, muito pior é o cenário quando analisamos a folha de pagamento.

O STJ fala em transparência, porém não discrimina o nome dos ministros e funcionários e seus salários. Só é possível saber que um ministro ou um funcionário (sem o respectivo nome) recebeu em certo mês um determinado salário bruto.

E só. Mesmo assim, vale muito a pena pesquisar as folhas de pagamento, mesmo que nem todas, deste ano, estejam disponibilizadas.

A média salarial é muito alta. Entre centenas de funcionários efetivos é muito difícil encontrar algum que ganhe menos de 5 mil reais.

Mas o que chama principalmente a atenção, além dos salários, são os ganhos eventuais, denominação que o tribunal dá para o abono, indenização e antecipação das férias, a antecipação e a gratificação natalinas, pagamentos retroativos e serviço extraordinário e substituição.

Ganhos rendosos. Em março deste ano um ministro recebeu, neste item, 169 mil reais. Infelizmente há outros dois que receberam quase que o triplo: um, R$404 mil; e outro, R$435 mil.

Este último, somando o salário e as vantagens pessoais, auferiu quase meio milhão de reais em apenas um mês! Os outros dois foram "menos aquinhoados", um ficou com R$197 mil e o segundo, com 432 mil.

A situação foi muito mais grave em setembro. Neste mês, seis ministros receberam salários astronômicos: variando de R$190 mil a R$228 mil.

Os funcionários (assim como os ministros) acrescem ao salário (designado, estranhamente, como "remuneração paradigma") também as "vantagens eventuais", além das vantagens pessoais e outros auxílios (sem esquecer as diárias).

Assim, não é incomum um funcionário receber R$21 mil, como foi o caso do assessor-chefe CJ-3, do ministro 19, os R$25,8 mil do assessor-chefe CJ-3 do ministro 22, ou, ainda, em setembro, o assessor chefe CJ-3 do do desembargador 1 recebeu R$39 mil (seria cômico se não fosse trágico: até parece identificação do seriado "Agente 86").

Em meio a estes privilégios, o STJ deu outros péssimos exemplos. Em 2010, um ministro, Paulo Medina, foi acusado de vender sentenças judiciais. Foi condenado pelo CNJ.

Imaginou-se que seria preso por ter violado a lei sob a proteção do Estado, o que é ignóbil. Não, nada disso. A pena foi a aposentadoria compulsória. Passou a receber R$25 mil. E que pode ser extensiva à viúva como pensão.

Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos.

O estudante, estagiário no STJ, estava numa fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ.

Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar.

O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou: "Sou presidente do STJ e você está demitido. Isso aqui acabou para você."

E cumpriu a ameaça. O estudante, que dependia do estágio - recebia R$750 -, foi sumariamente demitido.

Certamente o STJ vai argumentar que todos os gastos e privilégios são legais. E devem ser. Mas são imorais, dignos de uma república bufa.

Os ministros deveriam ter vergonha de receber 30, 50 ou até 480 mil reais por mês. Na verdade devem achar que é uma intromissão indevida examinar seus gastos.

Muitos, inclusive, podem até usar o seu poder legal para coagir os críticos.

Triste Judiciário. Depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito, acabou confundindo independência com a gastança irresponsável de recursos públicos, e autonomia com prepotência. Deixou de lado a razão da sua existência: fazer justiça.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

QUADRILHA!

 
A trama dos falsários do PT  , exposta pela revista Veja,  descreve bem o "modus operandi" típico de uma quadrilha de estelionatários montada exclusivamente para criar documentos falsos para incriminar adversários da  oposição.

É assustador pensar que estamos sendo governados ou melhor dizendo, dominados por uma quadrilha que se apossou do poder e que tudo fará para mantê-lo em suas mãos...mas tudo mesmo. Enquanto isso, o silêncio dos bons retumba nas insistentes passeatas meio pobres de gente, por todo o país. E a omissão dos que teriam condições de reverter este quadro se assim o quisessem...marca presença. Como sou tinhosa, eu não desisto...faço parte da turma que , por um Brasil melhor, não entrega a rapadura jamais! 
 Mara Montezuma Assaf  

Com 100% dos votos apurados, maioria rejeita o 'esquartejamento' do Pará

Apuradas quase 100% dos votos, a maioria dos eleitores do do Pará estão rejeitando o esquetejamento do Estados: até agora, 69,3% se manifestaram contra a criação do estado de Carajás e de Tapajós, 68,6%. Já foram apurados 2,7 milhões de votos dos 4,8 milhões de eleitores aptos a votar no plebiscito deste domingo. Foram registrados 1% de votos nulos e 0,5% de brancos.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ministro do STF faz crítica oblíqua ao Conselhão de Tarso, que propôs discutir a censura à imprensa no RS

Foi até uma coincidência, mas o Ministro Ayres Brito, Vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, passou nesta sexta-feira uma carraspana no Conselhão do Tarso e no próprio governo do Sr. Tarso Genro, ao avisar o seguinte em Porto Alegre:
- O Estado não tem que organizar supostos conselhos da sociedade civil, porque seu objetivo final será sempre tutelar o que diz querer regrar.

. É insuportável tolerar que conselheiros escolhidos a dedo pelo governador, façam o jogo de um governo autoritário como o do PT do RS, para se acumpliciar contra a liberdade de imprensa no Estado.

. Quem ouviu o Ministro Ayres Brito, percebeu que o STF não tolerará os arreganhos do governo do RS e seus parceiros, que insistem em discutir cláusulas constitucionais que são consideráveis absolutas pela Corte Suprema do Brasil.

. A liberdade de imprensa é o valor maior da liberdade de expressão e é tão importante quanto a liberdade de respirar.

. Os excessos e crimes cometidos pela imprensa já estão regrados de maneira mais do que suficiente pelos Códigos Civil e Penal.
 
- O PT quer censurar a imprensa para que ela pare de denunciar os atos de corrupção do seu governo. 


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Podem vir quente que eu estou fervendo. Ou: Aos meus leitores, com açúcar, afeto e pimenta!

Blogueiros a soldo do oficialismo, que pagam as contas com o nosso dinheiro, criaram o mito de que ofendo as pessoas. Já aconteceu, sim, aqui e ali, coisa rara, mas em questões pessoais — e nunca sem ter sido atacado antes. Mas deixei isso de lado. Quando se trata de um tema público, nunca! Nada de ofensas! Ao contrário: devo ser o jornalista que mais argumenta no país. Marcelo Coelho, colunista da Folha, acusou certa feita essa minha mania de fazer vermelhos-e-azuis de ser uma tática policialesca ou algo assim. Não lembro direito. Sei o que respondi. Eu recorro a isso em respeito àquele de quem divirjo e aos leitores. Feio é fazer como Márcio Sotelo Felippe, ex-procurador-geral do Estado de São Paulo, marido de uma juíza "para a democracia", que me acusa de jogo bruto, mas não cita uma só passagem do meu artigo que o evidencie, reproduz de forma distorcida o texto de referência que nos pôs em confronto e, para mostrar que é um homem suave, acusa-me de recorrer a práticas nazistas, sugerindo que eu seja censurado. Ele não é mesmo um exemplo de democracia?

Eu não ofendo ninguém! Gostem ou não, faço análise política, mais acerto do que erro — tudo está disponível para consulta —, cito textos de referência (quem não gostar ou discordar que diga onde está a impropriedade) e tempero o texto opinativo com pitadas de crônica, apelando a algum humor. Nem todo mundo acha engraçado. Fazer o quê? E chamar Lula de "Apedeuta" não é ofensa? Não! Como não era quando a imprensa americana chamava George W. Bush de ignorante. Há vários livros sobre os "bushismos", as suas batatadas. Atenção! Foram publicados enquanto ele era presidente! As bobagens que Lula disse ao longo da carreira ainda não foram devidamente coligidas e confrontadas com os fatos. A mais engraçada e aquela em que ele explica que, caso a Terra fosse quadrada, a poluição não seria um problema… global!

Comecei a chamar Lula de "O Apedeuta" para irritar mesmo, para provocar. Quantas foram as ironias feitas com FHC porque ele era um professor? Sacanear alguém com formação intelectual é coisa de progressistas, mas só um reacionário sacanearia alguém que faz a apologia da ignorância? Ora… "Ah, mas Lula não estudou porque não pôde…" Vêm dizer isso pra mim? Justo pra mim? Não cola! De resto, nunca o critiquei por sua baixa escolaridade, mas por sua ignorância saliente e propositiva. E o fiz sem nunca deixar de reconhecer a sua notável inteligência política — e muitos leitores sempre me criticaram por isso.

Eu não ofendo ninguém. O que faço é confrontar as falas das personalidades políticas com o seu próprio discurso e, freqüentemente, com os fatos. Critiquei aqui duramente, por exemplo, uma intervenção da psicanalista petista Maria Kehl no programa Roda Viva. Ela contou uma inverdade escandalosa sobre a reivindicação dos invasores da USP e fez uma apreciação do trabalho da Polícia de São Paulo que considerei injusta porque contra os fatos. Mas eu não fiquei só nisso, não! Eu escrevi um outro post com dados oficiais do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, dados esses coligidos pelo governo federal. Provei com números que ela estava errada e que seu discurso era mero proselitismo partidário. Ela ficou ofendida? Que venha a público dizer que estou errado! Seus admiradores ficaram bravos? Excelente! Em vez de recorrer a surrados clichês da desqualificação do adversário — "reacionário, direitista…" —, tentem evidenciar que quem mente sou eu, não ela. Mas o façam com números, como fiz.

É claro que tenho convicções políticas!
É claro que não sou de esquerda!
É claro que me identifico com a direta democrática — nunca escondi isso de ninguém! POr que o faria?

Enquanto alguns que me acusam estavam no conforto do lar ou puxando o saco da ditadura, eu a estava combatendo, correndo riscos. E assim fiz porque quis e porque achei o certo. Não me deixo patrulhar por vagabundos — notem: uso a palavra "vagabundos", mas deixarei claro por quê! que ganharam dinheiro puxando o saco de Sarney, de Collor, de Itamar, de FHC, de Lula e agora de Dilma. Que palavra pode definir essas pessoas? "Vagabundos" me parece apropriada. Como são "vagabundos" aqueles que se penduram nas tetas do governo para atacar os "inimigos do regime".

Convenham: independentemente do mérito e desde que dentro das regras do jogo democrático, será sempre mais corajoso criticar o poder do que lhe puxar o saco. Ou há algo de errado nesse raciocínio? Sim, elogiar um governo quando ele acerta também é de rigor. Também pode ser corajoso, especialmente quando se é um crítico. E eu já elogiei. "Ah, mas bem pouco…" Queriam o quê?

Uma psicanalista me censura
Recebi de uma psicanalista de expressão em seu meio uma mensagem me censurando pelas críticas que fiz a Maria Rta Kehl. Ela deixou claro que sua restrição nada tinha a ver com a "contestação objetiva" que fiz ao que a petista havia dito sobre a polícia. Segundo a missivista, com quem tenho alguma proximidade por razões que não vêm ao caso, isso foi até positivo. Ela não gostou foi de outra coisa. Eu transcrevi no post a fala de Maria Rita e demonstrei que ela tem um raciocínio tortuoso, confuso. Em sua intervenção, afirmou que iria fazer uma "pergunta dupla", que tentaria "juntar as pontas" de ambas, que eram, na verdade "duas coisas paralelas"… Mais adiante, completamente perdida no raciocínio, ao fazer a segunda insagação, considerou: "Por outro lado, parece que não tem a ver, mas acho que tem…"

Bem, eu observei que Maria Rita seria a primeira pessoa na história a "juntar as pontas das paralelas", que isso era uma verdadeira revolução geométrica  e notei: "Além de militante petista — e era nessa condição que estava no Roda Viva -, Maria Rita é psicanalista. Consta que é lacaniana. Huuummm… A linguagem exerce, assim, papel importante no seu ofício. (…) É o que chamo linguagem da "lacanagem". Estamos no meio de um tumulto mental, mas o propósito, é evidente."

"Ao fazê-lo, Reinaldo, você tenta desqualificá-la profissionalmente, o que é uma desnecessidade", escreveu a missivista. Bem, lamento discordar. Começo esclarecendo que "lacanagem" é uma ironia que faço com os lacanianos há muito tempo. É, não sou exatamente fã de Lacan, mas isso não cabe agora aqui. Ora, por que Maria Rita estava lá? Porque petista? Há outros mais qualificados intelectualmente para debater política com um ex-presidente. Suponho que estivesse por sua outra especialidade: a psicanálise. Sendo assim, qual é o grande pecado de cobrar algo a alguém que seja pertinente a sua área?

O problema é outro
Não! O problema é outro! As personalidades de esquerda e a militância de modo geral se acostumaram a jamais ser contestadas pela imprensa. Ao contrário. Publiquei ontem aqui um post sobre as barbaridades ditas por Marina Silva antes e depois da aprovação do novo Código Florestal. Ela falou, está falado. Separaram-se as esferas de opinião em dois blocos: o das pessoas que estão sempre certas e o das pessoas que estão sempre erradas. Algumas, como quer Rui Falcão, "estão acima de qualquer suspeita", e outras, como diria Louis, o policial corrupto do filme Casablanca, são "os suspeitos de sempre".

Eu estou entre os poucos — não sou o único — que resolveu afrontar essa lógica. Os difamadores, em vez de ler o que escrevo, atacam-me pelo que nunca escrevi. Querem ver? Eu nunca escrevi que pessoas presas pelo regime militar e que morreram ou foram seviciadas não devam receber indenização — ou seus familiares. Nunca! Ao contrário: afirmei que, nessas condições, é justo e imperioso. Mas escrevi, sim, e acho, sim, que indenizar alguém que pegou em armas — porque quis — para derrubar o regime e instalar o socialismo no país, não se encaixando na condição acima, é indecoroso. Eu nunca defendi as ações dos porões — ao contrário: fui vítima de um agente da repressão. Mas escrevi, sim, que as esquerdas armadas nunca quiseram democracia e que é um impostura, uma mentira factual, afirmar o contrário. Fatos, fatos, fatos… Por que, até hoje, não surgiu um só documento daqueles esquerdas defendendo a democracia? Porque não existe! Mas existe, sim, o "Minimanual da Guerrilha urbana", de Marighella, transformado em "herói do povo brasileiro" pela Comissão de Anistia, defendendo o terrorismo. Fatos, fatos, fatos… O mundo dos fatos!

Outras verdades
As esquerdas não suportam ser contestadas porque acham que detêm o monopólio do bem! Há anos defendo que viciados em crack sejam compulsoriamente retirados das ruas e internados. Andrea Matarazzo, um dos pré-candidatos do PSDB à Prefeitura, sempre pensou o mesmo. Ele, um político, e eu, um jornalista, fomos demonizados por um desses padres de passeata que não saberia rezar um "Pai Nosso" — eventualmente fã do "vinde a mim as criancinhas" (não gostam do meu humor? Que pena!) — e tachados de "higienistas". A proposta foi agora incorporada pelo tal programa do governo federal de combate ao crack e defendida com entusiasmo pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do PT. Pronto! O que antes era "higienismo de direita" passou a ser agora uma proposta ousada, corajosa, sei lá o quê? Cadê o padre vermelho? Cadê o amigo das criancinhas? Cadê as ONGs fazendo barulho? Eu me nego a ser patrulhado por esse tipo de vigarice intelectual.

Além do ódio à contestação, há duas outras coisas que odeiam em mim. Uma delas é o fato de que não sou, de fato, um sujeito nem-nem, que pensa com escusas, pedindo licença. Não sou exatamente suave e não tentarei dizer o contrário. Mas o que realmente os deixa enfezados é o fato de quem não conseguem quebrar a lógica com a qual opero; não conseguem, em suma, é articular o contra-argumento. Então preferem sair gritando por aí: "Reinaldo me ofendeu! Reinaldo ofende as pessoas! Reinaldo só sabe xingar!"

Uma ova! Se Reinaldo vivesse do xingamento, não haveria motivo para braveza e para rancor. Bastaria xingá-lo também. E pronto! Ao contrário: o Reinaldo que mais os ofende é justamente o Reinaldo que não ofende ninguém! Até tentam me arrastar para a baixaria, mas eu não vou. No esgoto, eles ganham! Na língua pátria, ganho eu.

É pouco provável que os milhares de leitores deste blog venham aqui, todos os dias — inclusive os petralhas — em busca de duas ou três ofensas. Vêm em busca de argumentos. Há até quem o faça só para poder defender o contrário. Pode haver evidência maior de Reinaldo-dependência?

E não! Eu não vou parar! Também não vou mudar! Nem vou "pegar mais leve". É o que eu tenho a fazer de mais digno para e com os meus, bem…, muitos milhares de leitores! Podem formar correntes à vontade! Mal sabem os difamadores que, ao proceder assim, fortalecem o blog porque outros tantos vão chegando. A corrente do bem é maior.

Podem vir quente que eu estou fervendo!

Por Reinaldo Azevedo
 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PSOL quer mudar o nome da avenida Castelo Branco em Porto Alegre

Vai a plenário a proposta da vereadora do PSOL de Porto Alegre, Fernanda Melchiona, que quer mudar o nome da Avenida Castelo Branco, já que considera inapropriado e indevido homenagear o primeiro general que presidiu o País durante a ditadura.

. A proposta não passou pelas comissões, porque as votações resultaram empatadas.

. O general participou diretamente do golpe que derrubou Jango.

. Em Porto Alegre, além da homenagem questionada pela vereadora do PSOL, Castelo Branco também virou monumento no Parcão. A enorme escultura de Carlos Tenius domina o ambiente do parque. Não se sabe se a vereadora tem conhecimento disto e se quer retirar a escultura do lugar.

No RS, Tarso Genro lidera as discussões para censurar a imprensa

Os jornais O Estado de S. Paulo e Folha de São Paulo, mais a revista Veja, equivocam-se quando imaginam que apenas a troika de aloprados Zé Dirceu-Franklin  Martins-Rui Falcão, batalham de verdade no PT para que o Congresso aprove uma nova Lei de Imprensa, destinada a calar os jornais, rádios, TVs e Internet.

.É que no Rio Grande do Sul o líder do movimento pró-censura da imprensa é o próprio governador Tarso Genro, que continua patrocinando discussões previamente agendadas para buscar algum tipo de "controle social", expressão que no linguajar petista quer dizer "mordaça nos jornalistas".

- A insistência do PT encorpou depois que vários Ministros do governo do Partido foram derrubados por denúncias de corrupção - todas elas originadas em reportagens.

CLIQUE AQUI para entender melhor como agem os lulocratas. Curiosamente, o video foi narrado em português de Portugal.

Uma pesquisa isenta mostra o quanto o discurso da oposição está equivocado.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), dirigida pela senadora Kátia Abreu (PSD-TO), vem fazendo um trabalho de fôlego para eliminar os bolsões de atraso que convivem com áreas de excelência da agropecuária brasileira. Depois de dissecar o Censo Agropecuário do IBGE, através de um trabalho da FGV que permitiu que a entidade apresentasse uma nova política agrícola para o governo federal, hoje apresentou um pesquisa feita pelo instituto do sociólogo Antônio Lavareda, que radiografou a Classe Média Brasileira. Como este é um blog político, buscamos no levantamento algumas informações que comprovam o que sempre dissemos: o discurso da oposição está equivocado e caquético, velho e ultrapassado, sem a mínima aderência com o que o brasileiro está pensando.
  • 86% da classe média está satisfeita ou muito satisfeita
  • 65% acha que o Brasil está no caminho certo
  • 81% acha que a vida vai melhorar ou melhorar muito
  • 85% acha que a sua vida é melhor do que a dos seus país
  • 87% acha que a via dos seus filhos será melhor ou muito melhor do que a sua
Entre a grande maioria de satisfeitos, os sentimentos que preponderam são a esperança (57%), a alegria(52%) e a tranquilidade(42%). A constatação é que no Brasil de hoje a classe média está majoritariamente feliz.

As questões relacionadas a valores são interessantes. Quem acha que a pauta do aborto nas últimas eleições estava errada, errou: 86% da classe média é contra o aborto. E teve tucano que achou a estratégia errada. Da mesma forma, outro grande equívoco: 93% é contra a liberação das drogas, 85% é contra a liberação da maconha, 60% é a favor da pena de morte para assassinos, 81% é a favor da diminuição da idade penal e 57% é contra casamento homossexual, 70% é contra invasões de terras.

Privatização, um tema que o tucanato insiste em recuperar, não emociona a classe média. 47% concorda que o governo só deve cuidar de serviços essenciais, enquanto 44% discorda. Um tema destes não pode ser base para discurso político. Não elege ninguém.

Qual a agenda da classe média? Nenhuma surpresa. Para 59% o problema é Saúde, para 38% é Segurança, Violência e Drogas, para 35% é Educação. Corrupção é  problema para apenas 13% da Classe Média e Desemprego para 20%.

E o que a Classe Média pensa sobre governo Dilma?

Somando-se o "regular", a avaliação positiva do governo Dilma alcança 89% na pesquisa da CNA.

Uma das constatações da pesquisa é salada ideológica que mora na cabeça da Classe Média. A pesquisa identificou a posição política dos entrevistados: esquerda, centro e direita. E pedia para que os entrevistados também identificassem qual a posição política de Dilma Rousseff. Vejam, abaixo, o resultado, considerando-se apenas os que souberam fazer a identificação. Amarelo é como o entrevistado se enxerga, ideologicamente. Vermelho é como ele enxerga Dilma.

Tirem as suas próprias conclusões sobre o quadro acima.O pior de tudo para a Oposição ficou para o fim. Vejam o que a Classe Média respondeu diante da seguinte pergunta: "Pensando nos últimos cinco anos, gostaria que dissesse em relação à sua vida pessoal e de sua família, se cada um dos aspectos que vou citar melhorou, ficou igual ou piorou..." Abaixo, o quadro com as respostas positivas, o "melhorou".

O quadro acima aponta, bem como outras questões, apontam que a Classe Média está em lua-de-mel com a vida e pedalando e andando para o passado. O discurso de legado é uma bobageira sem tamanho. É dar varada n'água. A Classe Média está cheia de esperança e de alegria. Ou a oposição fala de um futuro melhor e esquece as velharias ou não vai voltar ao poder nunca mais. A pesquisa tem muitas outras coisas, mas é bom parar por aqui. Para esta oposição que temos, ela só traz más notícias. 

Clique aqui e acesse a pesquisa completa.

O Revisionismo Comunista

É um absurdo que o partido que abriga mais ladrões na história do Brasil queira propor uma asneira dessas e fica a vontade para pisar em cima da história como se fossem os criadores da ética, da honestidade e da lisura com o dinheiro público. Pedro Ruas está com um pé na cadeia junto com a desclassificada eleitoralmente filha do amigo do Cesare Batisti em processo na faze final, espero que a in-justiça brasileira não faça acordo como na época do Clube da cidadania e do dinheiro do valerioduto. Um ato de repúdio a esse atentado contra a história deverá ser feito e seus autores chamados a explicarem-se sobre o interminável roubo do Brasil feito por quem nunca trabalhou na vida, só parasitaram em cima de empresários, proprietários, pessoas honestas e gente de boa índole e caráter, qualidades que os comunistas desconhecem. 
 O revisionismo histórico comunista quer mudar a história. Quer colocar heróis como assassinos e assassinos como heróis. É uma lavagem cerebral que deixa os brasileiros serem dominados por mentiras. Olhem o exemplo: comparam o General Castelo Branco a Hitler.

NÃO DEIXE ESSA LAVAGEM CEREBRAL SE PERPETUAR.  Quem sabe mudamos o nome de outras ruas?               



ISSO NÃO É POLÍTICA. VOCÊ APENAS ESTÁ DEIXANDO DE TER DIREITO À PALAVRA.
A ESQUERDA DIZ EM QUEM VOCÊ DEVE VOTAR E O QUE DEVE ACEITAR COMO CERTO.
...
Primeiro levaram os negros. Mas eu não me importei com isso, Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários, Mas não me importei com isso. Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis, Mas não me importei com isso, porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados, mas como tenho meu emprego.
Também não me importei.

Agora também estão me levando, mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo.
(Bertold Brecht 1898-1956)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O mal essencial

Estadão, 08/12/2011.

Dias atrás a presidente Dilma Rousseff aceitou a demissão do sexto ministro acusado de corrupção, irregularidades administrativas, malfeitos, o nome que se queira dar. A terminologia é de menos, importantes são os fatos. O primeiro ano de governo nem acabou e um em cada seis ministros já caiu em consequência de acusações relacionadas ao mau uso do dinheiro público. Deve ser um recorde mundial.

A primeira constatação é a do comprometimento do governo anterior, pois quase todos os demitidos sob suspeita saíram da cota dos herdados. Nesse sentido, é razoável considerar que a própria presidente foi fraca e aceitou do mentor um pacote estragado, por não ter força para resistir à pressão continuísta. Num esforço de leitura benigna, ela estaria agora fazendo a "faxina" na casa que herdou.

Os fatos, no entanto, são soberanos. A presidente não pode alegar surpresa diante do pacote recebido, pois ela própria compunha o núcleo do governo que sucedeu. Foi ministra durante todo o tempo, boa parte dele na posição estratégica de chefe da Casa Civil. Na prática, governou o país quando o então presidente passou a cuidar exclusivamente da sucessão. Não há como, portanto, alegar desconhecimento ou surpresa. Ela era parte importante do jogo.

Há por certo a versão fantasiosa de que os caídos em desgraça são vítimas de tramoias da imprensa. É o autoritarismo seminal do PT em ação. Para a presidente, essa versão só é boa na aparência. Será ela tão fraca que não saiba distinguir fato de conspiração? Caso as suspeitas se confirmem, e a própria Controladoria Geral da União se mostra abismada em certos casos, duas hipóteses se abrem, ambas negativas: ou Dilma ignorava tudo mesmo, evidenciando alheamento da realidade, o sabia das coisas, mas se mostrava disposta a conviver com o triste cenário para manter o apoio dos partidos que a levaram ao Palácio do Planalto.

Não há, no plano dos fatos, como fazer desse limão uma limonada. O governo Dilma vai encerrando seu primeiro ano, seus primeiros 25%, sem estabelecer uma marca. Uma solenidade aqui, um programa prometido ali, um factóide acolá, mas nada de substancial, a não ser a tal faxina, metáfora que, bem pensado, é incômoda, porque remete, necessariamente, à sujeira. Ora, trata-se uma evidência de mau, não de bom governo, especialmente quando a governante é obrigada a ir a reboque das revelações quase diárias de atos ruins na administração. Trata-se de um governo refém da disposição dos jornalistas para investigar. Vive-se aquele clima de "basta procurar para achar".

Onde está a raiz do mal? No loteamento da máquina, na transformação do governo em uma federação desconexa de feudos entregues a partidos, grupos e personalidades, ocupando cada qual o seu pedaço para obter vantagens pecuniárias. Em troca, garantem à presidente apoio político. Cabe, a propósito, fazer uma indagação: apoio político pra quê? Qual é a agenda de Dilma?

Esse é um modelo que a presidente copiou do antecessor e mentor, que, por sua vez, o adotou a fim de resistir às dificuldades políticas decorrentes das graves revelações sobre o estado moral da administração.

Estamos diante de um mal estrutural, não circunstancial. Existe esperança de que a presidente vá romper com a lógica do condomínio que a elegeu e a sustenta. Não é plausível. Basta olhar para o maciço apoio parlamentar e a divisão dos feudos partidários, inclusive nas grandes empresas públicas e nas agências reguladoras, e se notará que tudo segue como sempre. O petismo é um sistema sem espaço para muita criatividade pessoal.

Será mesmo que governabilidade e patrimonialismo exacerbado têm sempre de andar de mãos dadas? Trata-se, creiam os leitores, de falso dilema, porém confortável para os que estão do poder. É possível, sim, montar um governo de coalizão, com maioria no Legislativo, sem permitir a drenagem setorizada dos cofres públicos pelos malfeitores.

Todos os partidos contam com pessoas honestas e competentes e reúnem parlamentares realmente preocupados com o país e com suas bases eleitorais, ansiosos por levar às regiões que representam investimentos, empregos e benefícios sociais, o que é não só é legítimo como desejável. Os governos dispõem de mecanismos legais e éticos para atender às demandas políticas sem se desfigurar e se transformar numa máquina de produzir escândalos.

Basta compreender que não é o poder que corrompe os indivíduos, mas que são estes que corrompem o poder. Basta que o exemplo venha de cima. O país, aliás, cobra o fim dos erros, dos crimes e da impunidade, muitas vezes adornados pelo deboche de quem acredita estar fora do alcance da lei.

Basta andar nas ruas, conversar com as pessoas, dando um pouco menos de crédito aos áulicos, e se notará a imensa demanda social pela ética na vida pública. Quem precisa ganhar a vida honestamente não se conforma com o deprimente espetáculo, mesmo quando este é tratado como "natural", como algo inerente ao processo político.

As últimas décadas assistiram à crescente preocupação com o combate à injustiça social. Embora lentamente, com algum resultado, vamos combatendo a péssima distribuição de renda, marca registrada do país. Mas há uma forma de injustiça social igualmente perversa: é a que separa o cidadão comum dos governantes e define padrões distintos de conduta moral.

Se é preciso continuar com o esforço para reduzir a grande distância entre pobres e ricos, é indispensável também eliminar este outro traço terrível da nossa formação: a existência de duas morais, de duas éticas, de dois códigos de conduta distintos — o das pessoas comuns e o dos poderosos, que adquirem o direito de fazer qualquer coisa.

O PT se formou um dia proclamando a luta contra essa desigualdade que infelicita o Brasil. Hoje vemos algumas de suas estrelas a declarar que Fulano de Tal "não é um homem comum" ou que a palavra de uma "autoridade", contra a evidência dos fatos, "vale como prova". É nesse ambiente que prospera a aposta na impunidade e, pois, o crime reiterado contra os cofres públicos.

ENTREVISTA - Precisamos abrir as caixas pretas das ONGs do RS

Maria Helena Sartori, deputada do PMDB do RS

Embora seja uma coisa simples, seu pedido de informações sobre os nomes das ONGs que desenvolvem projetos, e seus valores, em parcerias com o governo do Estado, não foi respondido.
É incompreensível, para não dizer inadmissível, que o governador do Estado, Tarso Genro (PT), ainda não tenha respondido nossa solicitação feita há quase dois meses. O prazo legal é de 30 dias.

Qual é o seu interesse?
 Já passou da hora de abrirmos as caixas pretas das ONGs no Rio Grande do Sul e do Brasil, para sabermos aonde o dinheiro público, do contribuinte, esta sendo distribuído.

A que a senhora atribui a demora?
Só pode ser justificada ou por falta de informações devido ao descontrole de fiscalização do Estado sobre as organizações ou  há realmente algo para ser escondido da opinião pública.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frase lapidar.

"Esperamos que ela não ouça essa comissão de gagás. Essa é uma comissão de gagás, de velhinhos que ficam perseguindo o ministro Lupi. Vamos ver se a Dilma vai ouvir essa comissão de retardados"

A frase foi proferida por Paulinho da Força Sindical, deputado federal do PDT, para defender o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dos velhinhos retardados da Comissão de Ética da Presidência da República.Na foto, os dois em um.

Abaixo, a ficha do defensor do Lupi, publicada pelo site Excelências...

STF - Processo nº 421/ 2007 - É alvo de ação penal movida pelo Ministério Público Federal por estelionato, concussão e crimes contra a fé pública.
STF - Inquérito nº 2905/ 2010 - É alvo de inquérito que apura peculato.
STF - Inquérito nº 2839/ 2009 e STF - Inquérito nº 2778/ 2008 - É alvo de inquéritos que apuram crimes previstos na lei de licitações.
STF - Inquérito nº 2725/ 2008 - É alvo de inquérito sob segredo de Justiça.
TRF-3 Seção Judiciária de São Paulo - Processo nº 0037491-50.2003.4.03.6100 - Condenado por improbidade administrativa sob acusação de irregularidades no uso de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador; a Justiça determinou o ressarcimento de danos, pagamento de multa e proibição de firmar contrato com o poder público ou receber benefícios/ incentivos fiscais.
TRF-3 Seção Judiciária de São Paulo - Processo nº 0028976-84.2007.4.03.6100 - Alvo de ação de improbidade administrativa movida pelo MPF e referente à utilização de verba de convênio para promoção pessoal.
TRF-3 Subseção Judiciária de Ourinhos - Processo nº 0004629-82.2002.4.03.6125 - Condenado por improbidade administrativa sob acusação de ter obtido dinheiro do Banco da Terra, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, para assentar famílias em uma fazenda a partir de um projeto considerado inviável técnica e economicamente. A Justiça determinou pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais.
TRF-3 Subseção Judiciária de Ourinhos - Processo nº 0001382-88.2005.4.03.6125 - Alvo de ação de improbidade administrativa.
TRF-3 Subseção Judiciária de Bauru - Processo nº 0008810-02.2010.4.03.6108 - Alvo de ação civil pública que pede ressarcimento devido a prejuízos causados à União por compra da fazenda destinada à reforma agrária por meio do extinto Banco da Terra.
TRE-SP - Processo nº 27/ 2006 - Alvo de investigação judicial para apurar captação de recursos/ gastos ilícitos e recebimento de doação proveniente de fonte vedada. Há recurso em tramitação: TSE - Processo nº 28338/ 2007.


Marcos Valério é preso em Minas

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como operador do esquema do "mensalão", foi preso na madrugada desta sexta-feira em Belo Horizonte, em uma operação da Polícia Civil da Bahia. A prisão do publicitário é parte de uma ação para desmantelar um esquema de grilagem de terras. Ainda não há detalhes sobre os motivos da prisão do publicitário.

. Marcos Valério foi apontado pelo Ministério Público como operador do esquema do mensalão, como ficou conhecido susposto esquema de pagamento de propina a parlamentares em troca do apoio político no Congresso durante o governo do presidente Lula.

. De acordo com o advogado Marcos Leonardo, que atende o publicitário, Valério foi preso junto com outras três pessoas, todas elas sócias da DNA Propaganda, uma das agências envolvidas no esquema que deu origem à crise política de 2005. Entre eles, estão Ramon Cardoso, Francisco Castilho e Margareth Freitas. O mandado de prisão é assinado pelo juiz de Direito da Comarca de São Desidério, no sul da Bahia

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cientista Social

O sociólogo, enquanto Cientista Social estuda a sociedade, investiga as relações sociais, as formas de associação, estuda os grupos sociais, os processos de conflito e cooperação, entre outros temas, que se dão no interior da sociedade moderna, contemporânea e pós-moderna. Seu conhecimento permite conhecer melhor a sociedade em que vivemos. As revoluções e seus efeitos na sociedade que na maioria das vezes se busca derrubar um regime para implantar outro ainda pior.  

Revolução

Acredito que a revolução é obra de doentes mentais, sociais e espirituais. A cultura revolucionária parte de uma certeza absoluta: "nós, os revolucionários, somos os melhores seres humanos já nascidos e, portanto, sabemos o que é o certo e também o que é melhor para todos". Os revolucionários querem mudar o mundo e sempre conseguem: o "novo mundo" e o "novo homem" são infinitamente piores que os existentes.

 Mentiras

Os revolucionários destroem tudo e todos, pois querem, por definição, que todos sejam como eles. É isto ou a morte, mesmo que "em vida". A cultura revolucionária é a maior desgraça de todos os tempos e a maior de todas as mentiras.

Socialismo

Produziu mais de 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência socialista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.

Números

A aritmética macabra do socialismo marxista assim se classifica por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru). O movimento comunista internacional e partidos socialistas no poder eliminaram (10 mil).

Lideres socialistas

O marxismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917.

Cuba

Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha, tiveram de fugir. Juntamente com o Vietnã, Fidel criou uma nova espécie de refugiado, o "boat people" - ou seja, os "balseros", milhares dos quais naufragaram, engordando os tubarões do Caribe.

Brasil

Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.

Regime

"O socialismo como regime de governo dura enquanto os outros tiverem dinheiro". O socialismo distribui o dinheiro dos outros e não produz nada de beneficio para quem quer produzir riquezas para a nação. O Brasil é um bom exemplo de revolução socialista desastrosa.

 

Comissão de Ética empareda Dilma. Ela terá que demitir o Ministro Carlos Lupi.


A Comissão de Ética Pública da Presidência da República recomendou nesta quarta-feira a exoneração do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, por conta das acusações que envolveram sua pasta em desvio de recursos públicos e cobrança de propina. A recomendação é inédita. Dilma não terá como ignorar a decisão, a menos que queira assumir a responsabilidade por dar cobertura a malfeitos.
Foi também aplicada uma advertência ao pedetista, cuja saída depende da aprovação da Presidente Dilma Rousseff.

DEM consegue dar andamento ao pedido de cassação do mandato do deputado Danrlei de Deus


O ministro Gilson Dipp acaba de acolher no TSE a ação movida pelo DEM do RS que pede a cassação do mandato do deputado Danrlei de Deus, por ter trocado o PTB pelo PSD. O pedido de liminar não foi acolhido, mas haverá instrução e julgamento. O advogado Adão Paiani, que ajuizou a ação, avisou:

O mandato do Danrlei subiu no telhado.

O DEM quer a vaga para seu filiado, o ex-deputado Marquinhos Lang. O Partido alega que a lei só autoriza mudança de Partido para o parlamentar ou governante que tenha participado dos atos de fundação de novo Partido, o que não foi o caso, porque Danrlei somente saiu do PTB depois de criado o PSD.
O julgamento no TSE de casos semelhantes são muito rápidos.